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“As páginas não seriam tão bonitas, ergonômicas e funcionais se não houvesse a influência de pessoas que estudaram meios para fazer da internet algo além de hiperlinks e botões. Conheça o webdesigner!”
Se voltarmos dez anos no tempo só para analisarmos como um site de internet se parecia, encontraríamos algo bastante rudimentar em comparação ao que temos hoje. Interfaces constituídas por frames, hiperlinks mantidos em azul, botões e gifs animados - que atualmente renderiam motivos para não voltar mais àquela página. Entretanto, resumir a atuação do webdesigner a apenas deixar interfaces bonitas e saber trabalhar com softwares gráficos é eliminar uma série de estudos (indispensáveis) na formação de um bom profissional.
Entretanto, antes de chegarmos ao webdesign propriamente dito, é preciso saber que esta profissão é um dos braços do design aprendido nas faculdades. Por isso, é importante ter em mente que ser um bom designer pouco tem a ver com saber aplicar filtros de Photoshop com maestria, tampouco criar formas e layouts a esmo. Se você deseja trabalhar como webdesigner, precisa saber que a faculdade envolve três grandes áreas: o design gráfico, design de produto e design de moda.

Dessa maneira, pode-se encaixar o webdesign dentro do design gráfico, uma vez que trabalha com a criação de projetos e desenvolvimento de interfaces gráficas de acordo com um briefing passado pelo cliente. De maneira geral, o webdesigner deve estar preparado para criar projetos, layouts, banners e até mesmo alguns scripts e ajustes na estrutura do produto web no qual ele estiver trabalhando.
O trabalho do webdesigner não se resume a criar apenas as interfaces. Muitos deles podem desenvolver aplicações web, afinal, muito do webdesign passa por linguagens de marcação e programação. Entretanto, é importante não confundir as atribuições desses profissionais com as dos desenvolvedores web. Os webdesigners têm como maior preocupação desenvolver uma interface sólida que garanta o perfeito entendimento do conteúdo e a qualidade de navegação. Os focos são bastante diferenciados, porém nada impede ambos de acumularem as funções.
Para ser um bom webdesigner você precisa saber linguagens de marcação como HTML, XML, XHTML, linguagens de folhas de estilo (CSS, XSL), assim como algumas formas de script como JavaScript, PHP e ASP. Não é necessário saber as essências dessas linguagens, porém é bom tê-las bem trabalhadas para casos em que o projeto envolva fazer alterações estruturais em templates e outros usos. Já que haverá a necessidade de saber usar PHP e ASP, é importante saber como trabalhar com bancos de dados MySQL e PostgreSQL.
Em termos de software, o webdesigner irá utilizar técnicas do design aplicadas em softwares como o Adobe Photoshop, Illustrator e Fireworks para gerar imagens; Adobe Dreamweaver para trabalhar com CSS e linguagens de marcação; e Corel Draw para trabalhar com imagens em vetor. Esses programas oferecem precisão e facilidade para a compreensão de ferramentas, filtros e controles que garantem um bom aproveitamento da técnica aprendida na faculdade. Contudo, existem alternativas gratuitas aos editores de imagem, como por exemplo o GIMP. Alguns sites exigem animações interativas; para isso, o Adobe Flash é uma das ferramentas chave!

Entretanto, ao contrário do que algumas pessoas podem pensar, o webdesigner é um dos profissionais que mais precisa estar atualizado. O mercado de trabalho para estes especialistas é abrangente e requer estudo das teorias de cores, formas, além de noções de fotografia, história da arte e até mesmo marketing. Afinal é preciso conhecer muito bem o público que irá acessar aquele site ou aplicativo para poder adequar o design para as características que agrada a eles.

As áreas de atuação são bastante variadas. Basta que a empresa possua um setor de web para que esse profissional seja requisitado. Além disso, o webdesigner pode atuar como profissional autônomo ou freelancer, de modo que seus projetos serão independentes de uma empresa, porém dependem da vontade dos clientes. Dessa forma, o projeto de webdesign passa pelas seguintes etapas:
Todos esses pontos estão interligados de uma maneira bastante forte. Inicialmente é fundamental levantar todas as informações inerentes ao público-alvo e as diretrizes de comunicação que melhor o atendem. Em seguida é definida a estrutura do site e as tecnologias que serão empregadas para viabilizar o desenvolvimento do projeto. Um dos aspectos a ser considerado é que, por ser uma mídia em constante mudança, a web exige especial atenção no que se refere a resolução, navegadores e padrões de linguagem.
Segue-se então a etapa de criação da interface, montagem dos HTMLs, folhas de estilo e demais recursos, seguida pela fase da implementação do projeto e execução de testes. Assim, se você quer ser webdesigner, deve saber que é preciso trabalhar com um resumo daquilo que o projeto deverá conter. A partir daí, é preciso fazer uma série de análises, testes e estudos a respeito das cores utilizadas, fontes, formas e vários outros aspectos.

Essa dedicação se faz bastante necessária nos últimos tempos, afinal as convergências tecnológicas vêm exigindo uma flexibilidade tanto das linguagens de programação, quanto da interface que acompanha este sistema. Por isso, depois de ter analisado o mercado e observado que as palavras de ordem são flexibilidade, disposição e conhecimento é possível fazer quase qualquer tipo de trabalho para o qual você seja designado. De nada adianta pensar em plataformas e não aplicar formas de torná-las integradas e participativas.

Atualmente, o webdesigner deve saber atuar em meios bastante variados, afinal em pouco tempo a internet deixará de ser exclusividade de computadores. A entrada de smartphones no mercado fez com que o usuário tenha a web próxima a ele não importa onde esteja. Dessa mesma forma, o webdesigner deverá ser um profissional pronto para aprender novas linguagens e absorver novas tendências. Do contrário, o estilo e as criações ficam obsoletos, afastando este profissional do mercado. Por isso, a adaptação às várias mídias é praticamente a nova lei aos webdesigners.
Em termos de rotina de trabalho, a demanda depende bastante do lugar em que o webdesigner trabalha. Porém, o mercado tem sido ameaçado pelo que os designers chamam de “sobrinhos”. Esses “sobrinhos” nada mais são do que um usuário que até possui alguns conhecimentos de utilização de software e que começam a fazer sites para amigos e familiares. Mais tarde eles passam a fazer parte de uma parcela “não especializada”, que consegue roubar clientes dos designers profissionais por oferecerem um preço menor.

Contudo, a prática dos amadores fica em um nível em que o cliente também não exige um produto exatamente profissional. Mas ainda assim os “sobrinhos” são concorrentes. Porém, quando se trata de empregos em agências multidisciplinares - que abordam a comunicação de uma maneira completa com especialistas em web, rádio, televisão, redação e marketing - os webdesigners têm um bom momento para conseguir um lugar ao sol.
A média nacional de salários pagos a webdesigners fica em torno de R$ 1.100,00 para um webdesigner pleno. Os valores pagos a um profissional nível “master" pode chegar a R$ 1.417,00, de acordo com o Banco Nacional de Empregos. Contudo, dependendo do projeto a ser realizado, o profissional pode chegar a receber mais que o dobro desses valores, caso o cliente peça interfaces elaboradas e vários recursos. Por isso, sempre existe a alternativa de trabalhar de maneira independente, com projetos isolados.
Se você deseja se tornar um webdesigner, já tem algumas dicas de como atuar no mercado e, principalmente, a informação de que não basta apenas saber como operar os softwares. É preciso ter muito estudo e basear-se em fundamentos como cores, texturas, ponto e linha, coisa que os “sobrinhos” normalmente não têm. Por isso, se você quer se tornar um webdesigner, é importante ter a formação exigida.
Se voltarmos dez anos no tempo só para analisarmos como um site de internet se parecia, encontraríamos algo bastante rudimentar em comparação ao que temos hoje. Interfaces constituídas por frames, hiperlinks mantidos em azul, botões e gifs animados - que atualmente renderiam motivos para não voltar mais àquela página. Entretanto, resumir a atuação do webdesigner a apenas deixar interfaces bonitas e saber trabalhar com softwares gráficos é eliminar uma série de estudos (indispensáveis) na formação de um bom profissional.
Entretanto, antes de chegarmos ao webdesign propriamente dito, é preciso saber que esta profissão é um dos braços do design aprendido nas faculdades. Por isso, é importante ter em mente que ser um bom designer pouco tem a ver com saber aplicar filtros de Photoshop com maestria, tampouco criar formas e layouts a esmo. Se você deseja trabalhar como webdesigner, precisa saber que a faculdade envolve três grandes áreas: o design gráfico, design de produto e design de moda.
O QUE É O WEBDESIGN?

Dessa maneira, pode-se encaixar o webdesign dentro do design gráfico, uma vez que trabalha com a criação de projetos e desenvolvimento de interfaces gráficas de acordo com um briefing passado pelo cliente. De maneira geral, o webdesigner deve estar preparado para criar projetos, layouts, banners e até mesmo alguns scripts e ajustes na estrutura do produto web no qual ele estiver trabalhando.
O trabalho do webdesigner não se resume a criar apenas as interfaces. Muitos deles podem desenvolver aplicações web, afinal, muito do webdesign passa por linguagens de marcação e programação. Entretanto, é importante não confundir as atribuições desses profissionais com as dos desenvolvedores web. Os webdesigners têm como maior preocupação desenvolver uma interface sólida que garanta o perfeito entendimento do conteúdo e a qualidade de navegação. Os focos são bastante diferenciados, porém nada impede ambos de acumularem as funções.
QUAIS PROGRAMAS ELES USAM?
Para ser um bom webdesigner você precisa saber linguagens de marcação como HTML, XML, XHTML, linguagens de folhas de estilo (CSS, XSL), assim como algumas formas de script como JavaScript, PHP e ASP. Não é necessário saber as essências dessas linguagens, porém é bom tê-las bem trabalhadas para casos em que o projeto envolva fazer alterações estruturais em templates e outros usos. Já que haverá a necessidade de saber usar PHP e ASP, é importante saber como trabalhar com bancos de dados MySQL e PostgreSQL.
Em termos de software, o webdesigner irá utilizar técnicas do design aplicadas em softwares como o Adobe Photoshop, Illustrator e Fireworks para gerar imagens; Adobe Dreamweaver para trabalhar com CSS e linguagens de marcação; e Corel Draw para trabalhar com imagens em vetor. Esses programas oferecem precisão e facilidade para a compreensão de ferramentas, filtros e controles que garantem um bom aproveitamento da técnica aprendida na faculdade. Contudo, existem alternativas gratuitas aos editores de imagem, como por exemplo o GIMP. Alguns sites exigem animações interativas; para isso, o Adobe Flash é uma das ferramentas chave!

Entretanto, ao contrário do que algumas pessoas podem pensar, o webdesigner é um dos profissionais que mais precisa estar atualizado. O mercado de trabalho para estes especialistas é abrangente e requer estudo das teorias de cores, formas, além de noções de fotografia, história da arte e até mesmo marketing. Afinal é preciso conhecer muito bem o público que irá acessar aquele site ou aplicativo para poder adequar o design para as características que agrada a eles.
ÁREAS DE ATUAÇÃO

As áreas de atuação são bastante variadas. Basta que a empresa possua um setor de web para que esse profissional seja requisitado. Além disso, o webdesigner pode atuar como profissional autônomo ou freelancer, de modo que seus projetos serão independentes de uma empresa, porém dependem da vontade dos clientes. Dessa forma, o projeto de webdesign passa pelas seguintes etapas:
- Análise de contexto;
- Propósito;
- Análise de público;
- Adequação ao conteúdo;
- Compatibilidade e restrições (navegadores, fontes etc).
Todos esses pontos estão interligados de uma maneira bastante forte. Inicialmente é fundamental levantar todas as informações inerentes ao público-alvo e as diretrizes de comunicação que melhor o atendem. Em seguida é definida a estrutura do site e as tecnologias que serão empregadas para viabilizar o desenvolvimento do projeto. Um dos aspectos a ser considerado é que, por ser uma mídia em constante mudança, a web exige especial atenção no que se refere a resolução, navegadores e padrões de linguagem.
Segue-se então a etapa de criação da interface, montagem dos HTMLs, folhas de estilo e demais recursos, seguida pela fase da implementação do projeto e execução de testes. Assim, se você quer ser webdesigner, deve saber que é preciso trabalhar com um resumo daquilo que o projeto deverá conter. A partir daí, é preciso fazer uma série de análises, testes e estudos a respeito das cores utilizadas, fontes, formas e vários outros aspectos.

Essa dedicação se faz bastante necessária nos últimos tempos, afinal as convergências tecnológicas vêm exigindo uma flexibilidade tanto das linguagens de programação, quanto da interface que acompanha este sistema. Por isso, depois de ter analisado o mercado e observado que as palavras de ordem são flexibilidade, disposição e conhecimento é possível fazer quase qualquer tipo de trabalho para o qual você seja designado. De nada adianta pensar em plataformas e não aplicar formas de torná-las integradas e participativas.
COMO ESTÁ O MERCADO DE TRABALHO?

Atualmente, o webdesigner deve saber atuar em meios bastante variados, afinal em pouco tempo a internet deixará de ser exclusividade de computadores. A entrada de smartphones no mercado fez com que o usuário tenha a web próxima a ele não importa onde esteja. Dessa mesma forma, o webdesigner deverá ser um profissional pronto para aprender novas linguagens e absorver novas tendências. Do contrário, o estilo e as criações ficam obsoletos, afastando este profissional do mercado. Por isso, a adaptação às várias mídias é praticamente a nova lei aos webdesigners.
Em termos de rotina de trabalho, a demanda depende bastante do lugar em que o webdesigner trabalha. Porém, o mercado tem sido ameaçado pelo que os designers chamam de “sobrinhos”. Esses “sobrinhos” nada mais são do que um usuário que até possui alguns conhecimentos de utilização de software e que começam a fazer sites para amigos e familiares. Mais tarde eles passam a fazer parte de uma parcela “não especializada”, que consegue roubar clientes dos designers profissionais por oferecerem um preço menor.

Contudo, a prática dos amadores fica em um nível em que o cliente também não exige um produto exatamente profissional. Mas ainda assim os “sobrinhos” são concorrentes. Porém, quando se trata de empregos em agências multidisciplinares - que abordam a comunicação de uma maneira completa com especialistas em web, rádio, televisão, redação e marketing - os webdesigners têm um bom momento para conseguir um lugar ao sol.
A média nacional de salários pagos a webdesigners fica em torno de R$ 1.100,00 para um webdesigner pleno. Os valores pagos a um profissional nível “master" pode chegar a R$ 1.417,00, de acordo com o Banco Nacional de Empregos. Contudo, dependendo do projeto a ser realizado, o profissional pode chegar a receber mais que o dobro desses valores, caso o cliente peça interfaces elaboradas e vários recursos. Por isso, sempre existe a alternativa de trabalhar de maneira independente, com projetos isolados.
Se você deseja se tornar um webdesigner, já tem algumas dicas de como atuar no mercado e, principalmente, a informação de que não basta apenas saber como operar os softwares. É preciso ter muito estudo e basear-se em fundamentos como cores, texturas, ponto e linha, coisa que os “sobrinhos” normalmente não têm. Por isso, se você quer se tornar um webdesigner, é importante ter a formação exigida.
Referências: Baixaki
por Daniel Paulino · 0
Podemos datar o início da história do Web Designer em 1965 quando, pela primeira vez, dois computadores falaram entre si. Foi no laboratório Lincoln do MIT (Massachusetts Institute of Technology) que as duas máquinas usaram a tecnologia de trocas de pacotes. Quem saberia a dimensão que essa invenção tomaria?
A velocidade mudou, o conceito de tempo mudou. Se antes 200 anos era pouco para uma mudança social através de criações tecnológicas, agora 5 meses são suficientes para termos um cenário completamente diferente no mundo. Foram apenas 26 anos após a invenção no MIT, citada acima, que Berners-Lee criou o primeiro site da World Wide Web, após ter criado sua linguagem HTML. Daí pra diante o mundo nunca mais seria o mesmo, e novas profissões seriam criadas, inclusive o designer de websites.
O Web Designer é responsável por unir a usabilidade com o planejamento de interface fazendo com que o usuário de determinado web site navegue com facilidade e compreensão do tema sugerido pelo site. A profissão é promissora, de acordo com o avanço da internet podemos observar que hoje em dia quase todo tipo de profissão e profissional necessita de um site, pois é o veículo de disseminação mais rápido e acessível.
A internet já é responsável por mais de 55% das transações comerciais, o que leva as empresas a contratarem cada vez mais o serviço especializado do Web Designer. Basta lembrarmos-nos de como eram os sites há pouco tempo atrás. Construídos por frames, hiperlinks apenas azuis e gifs animados. Não é preciso citar as diferenças, vejamos os infográficos e os softwares gráficos que auxiliam o web designer a deixar os layout tão criativos.
O web designer pode atuar tanto como freelancer, autônomo ou contratado por uma empresa. Isto depende da proposta e do objetivo do profissional. De qualquer forma o trabalho desenvolvido depende da necessidade de um cliente. Não basta criar uma bela página, é necessário passar por algumas etapas, como análise de contexto, objetivo, pesquisar o público alvo, fazer análise mercadológica e após um bom estudo sobre o produto e os clientes, então desenvolver o layout da forma mais coerente com o resultado.
A grande dificuldade que eles têm enfrentado é a dúvida sobre a regularização da profissão. Para algumas pessoas, o Web Designer é uma ramificação do Designer Gráfico, porém é justamente este rótulo que o Web Designer quer quebrar. Existem algumas faculdades que têm o curso de Web Designer reconhecido, porém, não existe ainda algum órgão como o CREA ou CRM que regulamenta o profissional, como, por exemplo, a diferença de quem faz um curso em escolas de design ou faculdade. Ambos podem exercer a mesma função e responsabilidades.
Mas ainda assim não há como diminuir a sua importância. Há uma batalha travada para garantir que esse reconhecimento aconteça, porém é uma profissão nova e ainda há muito o que se ganhar.
Fonte: ABRAWEB
por Daniel Paulino · 0
Todo documento escrito utiliza certos elementos de design para formatar seções de texto a fim de manter a mesma aparência, seguir um padrão. Por exemplo, um elemento de design Heading 1 é geralmente alguma fonte grande que identifica todas as principais divisões de tópicos de um capítulo, artigo ou página da web. Um elemento de design Heading 2 identifica todos os títulos dos subtópicos. A HTML inclui uma tag para praticamente todos os elementos de design comumente utilizados, incluindo tags de título (<H1>,<H2>...), lista (a tag <OL> para lista ordenada, a tag <UL> para lista não ordenada) e assim por diante.
No passado , a tag <H1> em quase todos os web sites parecia a mesma - texto preto era consideravelmente maior que o corpo do texto normal. Se você quisesse fazer seus próprios títulos diferenciados, tinha de formatar cada tag de título individualmente, utilizando tags <FONT> ou similares. Se mais tarde mudasse de idéias sobre a aparência desses títulos, tinha de voltar e mudar cada título individualmente. Ou seja: um processo lento e trabalhoso.
As folhas de estilo em cascata mudam tudo isso. Com uma folha de estilo, você pode fazer uma "declaração global", como "quero que todos os meus títulos <H1> sejam verdes". Você precisa dizer isso somente uma vez e cada título <H1> em seu site será verde. Se depois decidir que azul é uma cor melhor, não é preciso voltar e alterar cada tag <H1> para a cor azul. Em vez disso, basta alterar o estilo - a "regra" - para "quero que todos os meus títulos <H1> sejam azuis" e pronto!
Obviamente você não está limitado a títulos e nem a cor azul. É possível definir um estilo personalizado para cada elemento de design em seu web site, incluindo títulos, lista, tabelas e imagens, para citar só alguns. E, além de definir uma cor, você pode definir a fonte, o tamanho, o alinhamento, a espessura da borda, e assim por diante.
Cada estilo que você cria é definido como uma regra CSS. Cada regra deve utilizar a seguinte sintaxe:
Explicação desta sintaxe:
Elemento - descreve o elemento de design ao qual o estilo será aplicado. A mesma tag HTML mas sem os sinais de maior e menor. Essa parte da regra é às vezes chamadas de seletor.
Atributo - o aspecto específico do elemento que você quer usar como estilo. Deve ser um nome de atributo CSS válido, como o atributo font-size.
Valor - a configuração aplicada ao atributo. Deve ser uma configuração válida para o atributo em questão , como 20pt (20 pontos) para font-size.
Atributo:valor - a parte declaração da regra. Você pode atribuir múltiplas declarações se desejar separá-los com ponto-e-vírgula (;). Não coloque um ponto-e-vírgula depois da última declaração.
Agora é hora de exemplos. Eis uma regra CSS que especifica que todos os títulos de nível 1 (tags <H1>) sejam exibidos em uma fonte de 36 pontos:
Aqui está um exemplo de regra que diz que todos os títulos de nível 2 (tags <H2>) devem ter tamanho de 24 pontos e cor azul;
Você pode inserir quebras de linha e espaços em branco dentro da regra como quiser. Assim, é possível ver mais facilmente todas as declarações e certificar-se de que colocou todos os sinais de ponto-e-vírgula e colchetes nos lugares corretos. Por exemplo, aqui está uma regra que diz que os parágrafos aparecerão em fonte Times, 12 pontos, azul e recuados meia polegada a partir da margem esquerda da página:
Note como é fácil aplicar todas as declarações ao elemento parágrafo (P) e como cada declaração, exceto a última, é seguida pelo caracter de ponto-e-vírgula exigido.
No passado , a tag <H1> em quase todos os web sites parecia a mesma - texto preto era consideravelmente maior que o corpo do texto normal. Se você quisesse fazer seus próprios títulos diferenciados, tinha de formatar cada tag de título individualmente, utilizando tags <FONT> ou similares. Se mais tarde mudasse de idéias sobre a aparência desses títulos, tinha de voltar e mudar cada título individualmente. Ou seja: um processo lento e trabalhoso.
As folhas de estilo em cascata mudam tudo isso. Com uma folha de estilo, você pode fazer uma "declaração global", como "quero que todos os meus títulos <H1> sejam verdes". Você precisa dizer isso somente uma vez e cada título <H1> em seu site será verde. Se depois decidir que azul é uma cor melhor, não é preciso voltar e alterar cada tag <H1> para a cor azul. Em vez disso, basta alterar o estilo - a "regra" - para "quero que todos os meus títulos <H1> sejam azuis" e pronto!
Obviamente você não está limitado a títulos e nem a cor azul. É possível definir um estilo personalizado para cada elemento de design em seu web site, incluindo títulos, lista, tabelas e imagens, para citar só alguns. E, além de definir uma cor, você pode definir a fonte, o tamanho, o alinhamento, a espessura da borda, e assim por diante.
Cada estilo que você cria é definido como uma regra CSS. Cada regra deve utilizar a seguinte sintaxe:
elemento {atributo1: valor; atributo2: valor ...}Explicação desta sintaxe:
Elemento - descreve o elemento de design ao qual o estilo será aplicado. A mesma tag HTML mas sem os sinais de maior e menor. Essa parte da regra é às vezes chamadas de seletor.
Atributo - o aspecto específico do elemento que você quer usar como estilo. Deve ser um nome de atributo CSS válido, como o atributo font-size.
Valor - a configuração aplicada ao atributo. Deve ser uma configuração válida para o atributo em questão , como 20pt (20 pontos) para font-size.
Atributo:valor - a parte declaração da regra. Você pode atribuir múltiplas declarações se desejar separá-los com ponto-e-vírgula (;). Não coloque um ponto-e-vírgula depois da última declaração.
Agora é hora de exemplos. Eis uma regra CSS que especifica que todos os títulos de nível 1 (tags <H1>) sejam exibidos em uma fonte de 36 pontos:
H1 {font-size: 36pt}Aqui está um exemplo de regra que diz que todos os títulos de nível 2 (tags <H2>) devem ter tamanho de 24 pontos e cor azul;
H2 {font-size: 24pt; color: blue}Você pode inserir quebras de linha e espaços em branco dentro da regra como quiser. Assim, é possível ver mais facilmente todas as declarações e certificar-se de que colocou todos os sinais de ponto-e-vírgula e colchetes nos lugares corretos. Por exemplo, aqui está uma regra que diz que os parágrafos aparecerão em fonte Times, 12 pontos, azul e recuados meia polegada a partir da margem esquerda da página:
P {font-family: Times;
font-size: 12pt;
color: blue;
margin-left: 0.5in}Note como é fácil aplicar todas as declarações ao elemento parágrafo (P) e como cada declaração, exceto a última, é seguida pelo caracter de ponto-e-vírgula exigido.
por Daniel Paulino · 0
A arquitetura tradicional, voltada para a construção civil e já amplamente conhecida, é conceituada como a arte ou técnica de projetar e edificar ambientes habitados. Como atividade humana, ela existe desde que o homem passou a se abrigar das intempéries, e tem evoluído à medida em que ganhou importância o design do ambiente construído, buscando-se a organização de espaços físicos.
Nos tempos atuais, um novo tipo de arquitetura tem sido necessário, sobretudo em grandes organizações. Lidando com estruturas digitais de informação e software, ao invés de estruturas físicas de alvenaria, a Arquitetura de Informação consiste no design de ambientes informacionais compartilhados e resistentes à entropia, que vem a ser o estado de desordem natural de qualquer sistema, na ausência de uma força organizadora.
Muitos dos artigos publicados sobre esse tema apontam o design de interfaces ou a estruturação de sítios na Web, como o seu principal foco. Entretanto a interface é uma janela para a informação. Até mesmo a melhor interface só é tão boa quanto a informação por trás dela. O oposto também é valido: até a informação mais compreensivelmente formatada só será tão útil quanto a sua interface. Assim, embora mutuamente dependentes, essas disciplinas não são a mesma coisa, nem tampouco estão contidas integralmente uma na outra.
Não por acaso, a Arquitetura de Informações guarda muitas semelhanças com aquela sua ancestral. A principal delas é a característica de ser centrada no ser humano: como a informação só pode existir em "comunidades de sentido", a Arquitetura de Informações trata primeiramente de pessoas, buscando assegurar-lhes conforto e, somente depois, de tecnologia.
Com esse objetivo, faz-se necessário, por exemplo, o estabelecimento de padrões capazes de homogeneizar o significado de palavras, expressões e símbolos utilizados em todo o ciclo de produção das soluções de tecnologia da informação. Um vocabulário controlado contribui muito para minimizar as barreiras de entendimento, proporcionando um meio eficiente e confiável para a troca de informações.
Nas organizações situa-se no domínio dessa disciplina a responsabilidade por manter a "visão do todo", assim materializada no modelo arquitetural das informações corporativas voltadas ao atendimento das necessidades dos clientes, acionistas e sociedade, considerando o movimento do mercado e em conformidade com órgãos reguladores.
Referência: Wikipédia
Nos tempos atuais, um novo tipo de arquitetura tem sido necessário, sobretudo em grandes organizações. Lidando com estruturas digitais de informação e software, ao invés de estruturas físicas de alvenaria, a Arquitetura de Informação consiste no design de ambientes informacionais compartilhados e resistentes à entropia, que vem a ser o estado de desordem natural de qualquer sistema, na ausência de uma força organizadora.
Muitos dos artigos publicados sobre esse tema apontam o design de interfaces ou a estruturação de sítios na Web, como o seu principal foco. Entretanto a interface é uma janela para a informação. Até mesmo a melhor interface só é tão boa quanto a informação por trás dela. O oposto também é valido: até a informação mais compreensivelmente formatada só será tão útil quanto a sua interface. Assim, embora mutuamente dependentes, essas disciplinas não são a mesma coisa, nem tampouco estão contidas integralmente uma na outra.
Não por acaso, a Arquitetura de Informações guarda muitas semelhanças com aquela sua ancestral. A principal delas é a característica de ser centrada no ser humano: como a informação só pode existir em "comunidades de sentido", a Arquitetura de Informações trata primeiramente de pessoas, buscando assegurar-lhes conforto e, somente depois, de tecnologia.
Com esse objetivo, faz-se necessário, por exemplo, o estabelecimento de padrões capazes de homogeneizar o significado de palavras, expressões e símbolos utilizados em todo o ciclo de produção das soluções de tecnologia da informação. Um vocabulário controlado contribui muito para minimizar as barreiras de entendimento, proporcionando um meio eficiente e confiável para a troca de informações.
Nas organizações situa-se no domínio dessa disciplina a responsabilidade por manter a "visão do todo", assim materializada no modelo arquitetural das informações corporativas voltadas ao atendimento das necessidades dos clientes, acionistas e sociedade, considerando o movimento do mercado e em conformidade com órgãos reguladores.
Referência: Wikipédia
por Daniel Paulino · 0
Você já deve ter ouvido alguém, na sua sala de aula ou num barzinho, falar que gostaria muito de trabalhar com mídias sociais. Ou então, ouviu uma crítica, afirmando que criar estratégias e gerenciar ações em mídias sociais, qualquer um faz.
Antes de continuar, gostaria apenas de informar que esse artigo não é uma defesa das agências especializadas em redes sociais e de seus colaboradores. É apenas uma alerta para quem não conheça essa função, seus desafios e pré-requisitos para exercê-la. E, acima de tudo, traz dicas para quem quer se tornar um analista de mídias sociais e não apenas “qualquer um”. Eis algumas:
Planejamento e Estratégia
O analista deve pensar em fazer o produto ou serviço do cliente ser mais “humano”, criando interatividade, confiança, engajamento e consumo consciente do público-alvo. Lembre-se que o consumidor do passado é um ser em extinção.
O bom analista deve…
- Estudar diariamente os mecanismos que permitirão a interatividade com o cliente (saber as ferramentas de trás pra frente, adequando-as ao perfil do cliente e sua estratégia);
- Desenvolver soluções de cross-media para o atendimento em tempo real;
- Interpretar a campanha off line do cliente, levando-a para as mídias sociais;Ter soluções para eliminação de dúvidas ou críticas, com a promoção de produtos e serviços de maneira inteligente e coletiva (micronichos).
Comportamento e classe C
Em 2010, há a previsão de venda de 14 milhões de microcomputadores. A classe C chegará com força e milhares de jovens e adultos entenderão em pouco tempo que ter acesso à informação é ter o poder de decidir por si mesmo.
O analista precisa estar alerta para um novo ser pensante, entre donas de casa, estudantes e trabalhadores que agora vão interagir em busca ou de gente interessante ou de sua notoriedade.
Você, analista, vai ter que saber lidar com elogios, reclamações, sugestões e criticas, conhecendo profundamente a marca que representa com soluções para a gestão de cada tipo de abordagem.
Cadeia de valor do cliente
O que isso tem a ver, né? Analista que se preza sabe que mídias sociais não influenciam somente economias de escala com foco na oferta.
O foco se dá muito mais na economia de escala voltada para a demanda, que se baseará nas redes de relacionamento. Ele sabe que o foco também são os “veículos”, tais como smartphones, games, ipads, netbooks, TVs digitais, rádios digitais, que permitirão consumirmos coletivamente.
Um desafio nasce daí: ele tem que entender a cadeia de valor envolvida no desenvolvimento e um produto ou serviço para pensar a partir não do foco do cliente, mas para todo um grupo envolvido com ele. Traduzindo, para um shopping, temos as marcas âncora; para uma rádio, as gravadoras e cantores. Todos devem ser levados em consideração.
www.minharede.com.br
O bom analista já entende que o comportamento gerado nas mídias sociais está levando ao surgimento de redes sociais de marca. E, por conta disso, ele discutirá com o cliente maneiras de, com a rede, criar barreiras de entrada de concorrentes em seus nichos de atuação.
Em outras palavras, o papel como profissional de mídias sociais se dará na criação de soluções, independentemente do meio, que permitam que as marcas dominem seus segmentos de atuação, criando diferencial competitivo, atraindo micronichos para formar novas redes de interesse.
Como entro para o time de analistas?
Para quem estuda Jornalismo, Publicidade, Design, Programação, Gestão de TI, entre outras áreas, e acha que investir tempo na análise do comportamento de “tribos” é uma oportunidade de carreira, parabéns. Esses não serão “qualquer um”.
Gerir sua carreira é algo muito pessoal: o que deve imperar é o bom senso. Não fique se martirizando porque você se formou para algo que não existe mais. Quem disse que quando você estudava programação, design, jornalismo ou gestão de TI, tudo o que aprendeu seria para sempre?
O mercado – leia-se agências de mídias sociais – está procurando programadores, designers, antropólogos, pedagogos e gestores que saibam lidar com o comportamento da geração Y. Que faculdade forma gente hoje para líder com esse tipo de cliente? Algumas, com certeza. E os profissionais que saem delas, felizmente, já têm a percepção das mudanças pelas quais estamos passando.
Na corrida por vaga nesse novo mercado, se destacarão aqueles que investirem – e acreditarem – que as possibilidades de negócios e ações na internet são mais do que um modismo.
Fique alerta para as oportunidades, tais como a de analista de comportamento na web, uma área que está sendo bem explorada por antropólogos, sociólogos e economistas.
Se você é designer ou jornalista, eis outra dica a ser explorada: o design de interação é para gente com formação como a sua, que não pode esquecer na hora de montar um site que suas estratégias devem levar em consideração funcionalidades, focadas em uma experiência agradável de navegação do usuário.
Fez engenharia de computação ou publicidade? Quem sabe você não vai se realizar com o desenvolvimento de estratégias para SEO de um cliente. É estatístico? Para você, cuidar de métricas e indicadores – web analytics – fazendo a avaliação de dados para a tomada de decisões na Internet pode ser a sua praia. Já ouviu falar das soluções via geoposicionamento? Então que tal promover a interatividade via mobile?
Deixe de ser “qualquer um”! Depois de ler esse artigo, estude e planeje sua carreira para se tornar um analista de mídias sociais, de fato.
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Publicado originalmente no Webinsider
por Daniel Paulino · 0
Há dezenas de razões para você refazer seu site. Algumas óbvias e outras, nem tanto. Veja algumas razões:
1) A idade do seu site.
Se o seu site foi feito há mais de dois anos, com certeza ele corre um sério risco de parecer ultrapassado. Ou até mesmo porque você ou o web designer que criou o site está amadurecendo e conhecendo melhor a cada dia os visitantes de seu site. Talvez seja a hora de adequá-lo ao que você descobriu de novo. Muitos sites tem introdução em flash, por exemplo, isso está se tornando impraticável. O link pular introdução é um dos atalhos mais utilizados hoje principalmente para visitantes que precisam ir direto a uma informação específica do site.
Se o seu site parece um pouquinho velho, é hora de uma plástica.
2) Fique a frente da concorrência
Na internet é muito fácil encontrar a informação sobre sua empresa ou seus serviços, em apenas um clique você pode ter um novo visitante. O web designer não pode esperar a concorrência trazer novidades para então copiar e implementar no site. Ele precisa estar a frente. Os visitantes mudam de conceito a respeito da empresa a partir do site. Gaste um pouco de tempo analisando os sites da concorrência. Esta é uma das mais importantes tarefas antes de começar a refazer seu site. Se você notar que a concorrência está melhor que você, mãos ao mouse agora mesmo.
3) O design não reflete o que o seu visitante esperava.
Quando um visitante entra no seu site ele espera ver a identidade de sua empresa. Se o seu site parece profissional e cheio de conteúdo relevante que ajuda o visitante, ele vai achar que sua empresa tem as mesmas características.
Veja se seu site passa uma mensagem objetiva dos serviços que apresenta aos clientes. Peça para pessoas que não tenham ligação com o seu site analisarem seu trabalho. A partir daí você pode verificar se o seu site transmite o que precisa.
4) Atrair mais visitantes
Se a pessoa nunca ouviu falar no seu site, como espera que ela chegue até ele e conheça seu conteúdo, seus serviços ou sua empresa? Um novo site pode atrair mais visitantes.
Verifique se o objetivo de seu site está especificado corretamente nos mecanismos de busca. Reformule as palavras e faça com que os visitantes que um dia já passaram por seu site se deparem com um novo site onde os objetivos são mais claros e tudo o que o visitante precisa está mais fácil de encontrar.
5) Faça seu site mais fácil de usar, ajude os visitantes a encontrar o que precisa.
Navegação simples e portanto rápida. Nada de animações longas para apresentar seu serviço. Se quiser impressionar o visitante com seus conhecimentos sobre ferramentas de animação faça de forma sutil que não interfira na busca do visitante pela informação.
Outro detalhe - cuidado com os caminhos longos, ou seja, se o seu site faz o visitante navegar mais de duas páginas para encontrar o que precisa, ele tem problema. Poupe cliques de seu visitante. Reformule a estrutura veja se não há páginas que podem ser eliminadas ou mesmo conteúdos que possam estar na mesma página.
A navegação tem que ser leve. Mantenha um padrão visual nas páginas internas de cores, fontes e posicionamento dos objetos, para que os olhos do visitante não tenham impacto entre uma página e outra como se estivessem mudando de site, desta forma você torna a navegação mais agradável e o visitante passa mais tempo no seu site.
6) Comunicação mais eficiente e assuntos relevantes
Atenção: reformular um site não é apenas mudar o layout e reposicionar os assuntos nas páginas. Tenha em mente que melhorar o layout e a navegação pode atrair e segurar mais tempo o visitante em sua página mas para a reformulação ser eficiente o conteúdo precisa caminhar junto com estas mudanças. Pense bem, conteúdos são tão perecíveis quanto os layouts na internet.
Dicas:
Separe as informações. Deixe os links dos assuntos mais importantes na página principal. Use a lixeira. Jogue fora o que não é visitado e é irrelevante.
Se não é você quem cuida do que o visitante lê ou vê, converse com esta pessoa, sugira a partir dos relatórios de visitas por páginas o que está sendo pouco visitado e merece destaque ou o que pode ser eliminado.
Atenção especial para a página de contato. Poucas perguntas, se você tem um cadastro longo, verifique o que pode ser cortado. Respostas para perguntas do seu questionário que nunca foram utilizadas em sua empresa para melhorar ou para pesquisa. Esta pergunta deve ser retirada.
E atenção, teste sempre todos os links, pelo menos uma vez a cada 15 dias, navegue incansavelmente, teste a página de contato todos os dias. E antes de colocar no ar, faça o básico – teste seu site em diversas configurações de monitor e se possível em outros navegadores, detalhes que podem render um visitante ou muitos a mais.
Use também o bom senso - ouça sempre sugestões de outros profissionais para incrementar seu website.
Fonte: ABRAWEB
Fonte: ABRAWEB
por Daniel Paulino · 0
Como criar estratégias bem sucedidas, gerir crises e mensurar resultados nas redes sociais? Esses são alguns dos desafios para os profissionais de hoje frente às plataformas como o Twitter, Facebook e LinkedIn, que têm crescido vertiginosamente transformando o marketing e os negócios.
Para tratar do assunto, Martha Gabriel, referência em redes sociais no Brasil e vencedora de vários prêmios na categoria, estará em Sorocaba, pela primeira vez, no dia 3 de setembro, com o curso “Marketing em Redes Sociais”, promovido pela Penso Eventos.
Em oito horas de curso, Marta abordará as transformações causadas pelas mídias sociais nos negócios, apresentando os principais conceitos – como redes sociais, mídias sociais, capital social, social commerce, open innovation, estratégias, gestão de crises, marketing viral, tipos de plataformas – focando no planejamento de comunicação em Mídias Sociais.
Dirigido a profissionais de marketing, TI, RH e gestão, executivos, estudantes de MBA e demais interessados em atuar no ambiente das redes sociais, o curso será promovido das 8h às 12h e das 13h às 18h, no Grand Hotel Royal (Rua Dr. Álvaro Soares, 451 – Centro). As inscrições devem ser feitas no site: eventos.pensodesign.com.br. As vagas são limitadas. Mais informações: (15) 3318 7020.
Martha Gabriel
Engenheira, pós-graduada em Design Gráfico e em Marketing, mestre e doutoranda em Artes, Martha Gabriel é diretora de tecnologia da New Media Developers, professora universitária, artista premiada com trabalhos em exposições no Brasil e exterior e palestrante internacional nas áreas de internet, arte e marketing. Em sua carreira, conquistou várias premiações, como onze Prêmios iBest como desenvolvedores web e três prêmios em congressos nos Estados Unidos. No portfólio de clientes e cursos, constam grandes organizações, como Washington State University (USA), Institute for International Research, Locaweb, Banco Santander, SEBRAE, TOTVS, Editora Saraiva, Centro Universitário Belas Artes e USP-ECA. Colunista dos portais IDGNow! e Cidade Marketing, é também autora de três livros, sendo o mais recente "Marketing na Era Digital”, uma verdadeira expertise no assunto.
Serviço
Marketing em Redes Sociais – Martha Gabriel
Data: 03 de setembro - 8h às 12h e 13h às 18h
Local: Grand Hotel Royal (Rua Dr. Álvaro Soares, 451 – Centro)
Programação completa e inscrições: eventos.pensodesign.com.br
Descontos Exclusivos – Vagas limitadas
Mais informações: (15) 3318 7020
Marketing em Redes Sociais – Martha Gabriel
Data: 03 de setembro - 8h às 12h e 13h às 18h
Local: Grand Hotel Royal (Rua Dr. Álvaro Soares, 451 – Centro)
Programação completa e inscrições: eventos.pensodesign.com.br
Descontos Exclusivos – Vagas limitadas
Mais informações: (15) 3318 7020
por Daniel Paulino · 0
Para os iniciantes este post é excelente, não existe maneira melhor que aprender os básicos através de vídeo-tutoriais… E para quem já domina o Illustrator, nada melhor que aprofundar os seus conhecimentos, com este grupo de vídeos incríveis, que apresentam diversas técnicas diferentes. Vídeos em inglês, com grande qualidade de imagem para que possa aprender mais facilmente todas as técnicas. Torne-se um designer/ilustrador melhor!
25) Crow No!
por Daniel Paulino · 0
O que fazer para sua empresa obter o sucesso? No mundo dos negócios a primeira impressão é a que fica. E como diz um velho ditado popular; pelo simples fato que dificilmente teremos uma segunda chance de causar uma boa primeira impressão, precisamos usar todas as ações e ferramentas para causar esta primeira boa impressão.
As empresas que almejam bons resultados não devem se limitar ao tamanho do seu empreendimento, para isto tanto a missão como visão devem estar alinhadas a um caminho a se seguir, um sonho a se alcançar, e assim evitar o engessamento que deixam o público-alvo inseguro em confiar sua conta a uma empresa que no seu julgamento parece pequena demais, tendo em vista o primeiro contato, seja ele via website ou material promocional (cartão de visita), atualmente o mercado acredita que as empresas pequenas não alcançam suas expectativas e conseqüentemente desistem do negócio antes do primeiro contato. Nós da Equipe Acervo Publicitário acreditamos que compartilhar ferramentas para crescimento pessoal e profissional são atitudes que todos os seres humanos devem fazer, pois o reconhecimento deste compartilhar se dá em marcar a história de vida de pessoas através de informações relevantes.
1. Tenha um logotipo que mostre todo o seu potencial
A criação e o design de um logotipo, sem dúvida, é uma ação super valorizada e indispensável para uma empresa. É a “marca” sempre em evidência; algo que, “ao bater o olho”, o usuário já identifica de quem ou onde ela viu. Portanto, antes de mais nada, saber interpretar o que a empresa deseja passar através de um logotipo é crucial para o sucesso da mesma.
2. Crie um site atrativo e mostre profissionalismo
Faça o investimento que for necessário para mostrar "a cara" do seu site na rede, prezando sempre pelo profissionalismo, e assim passar credibilidade ao negócio, o que não é tão caro de se fazer hoje em dia, devido ao leque de empresas especializadas nesta área e se já tiver um bom relacionamento com clientes e parceiros, tente incorporar seus respectivos logotipos ou testemunhos falando bem da sua empresa/produto/serviço garantindo assim um bom apelo visual. Mencionar prêmios e reconhecimentos recebidos pela empresa, bem como o trabalho de serviço comunitário e iniciativas sustentáveis, também ajudarão a tornar o negócio muito atraente.
3. Contrate um SEO para otimizar seu site
A otimização de um site feita por um profissional SEO é considerado um investimento extremamente importante para posicionamento de marca, e uma marca que não está na rede simplesmente não existe, pois é notável o aumento de visitas, no trabalho de otimização de sites (SEO) um maior número de palavras-chave são trabalhadas e posicionadas para atender de forma eficaz os mecanismos de busca, ou seja, isto faz com que o site seja mais acessado por usuários e aumenta seu posicionamento na busca orgânica (gratuita); Conseqüentemente o aumento de vendas, uma vez que se tenha uma estratégia de ganho de visitantes e que esta estratégia funcione, os números de usuários que vêem seus produtos e/ou serviços tende a aumentar, possibilitando um maior número de vendas.
4. Instale o Google Analytics em seu site
O Google Analytics é uma ferramenta gratuita disponibilizada pela Google para fazer uma análise de determinados pontos chave do site, Para poder utilizar o serviço, basta que você possua uma conta ou e-mail Gmail (que também é gratuito), seu foco está em analisar sites de conteúdo empresarial, oferecendo recursos para medir a eficácia do marketing online que está sendo realizado no site, através de dados de tráfego, pois tem uma grande quantidade de relatórios, com várias métricas que você pode usar para tomar decisões sobre o futuro do seu site, campanha, ou negócio.
5. Monitore sua Marca e seus Concorrentes com o Google Alerts
O Google alerts é um serviço gratuito do Google para monitoramento de conteúdo. Para poder utilizar o serviço, basta que você possua uma conta ou e-mail Gmail (que também é gratuito). Daí, você pode cadastrar as palavras ou expressões que desejar. É uma ótima ferramenta não só para acompanhamento da sua marca, mas também para você saber o que andam falando sobre seus concorrentes. Outra grande dica é que você pode escolher palavras-chave referentes ao seu negócio e ficar acompanhando novos conteúdos relacionados.
6. Invista em Links Patrocinados (Google Adwords)
Com o Google AdWords, você pode criar e exibir anúncios de sua empresa com rapidez e facilidade. Você pode exibir os anúncios no Google e em rede de publicidade. Não importa o tamanho de seu orçamento, você pagará somente quando as pessoas clicarem em seus anúncios.
Os anúncios do Google AdWords são exibidos junto com os resultados de pesquisa quando um usuário faz uma pesquisa no Google usando uma de suas palavras-chave. Os anúncios são exibidos em "Links patrocinados" na coluna lateral de uma página de pesquisa e também podem aparecer em outras posições acima dos resultados de pesquisa gratuitos. Assim, você anuncia para um público-alvo que já tem interesse em sua empresa. Você também pode exibir seus anúncios em sites da Rede de Display na crescente Rede do Google. Além disso, você pode escolher os canais específicos da Rede de Display onde deseja que seu anúncio seja exibido ou permitir que a segmentação contextual associe suas palavras-chave ao conteúdo.
7. Invista nas mídias sociais
Agregar vídeos que mostrem a dinâmica da empresa é interessante para que o visitante crie proximidade com o negócio. Além disso, procure divulgar o link da sua página em redes sociais como Twitter, LinkedIn, Facebook e divulgue elas em sua assinatura de email.
Um aspecto realmente fascinante das mídias sociais é que, mesmo que você decida não investir em ações que utilize as redes sociais, sua marca provavelmente estará lá! São grandes as chances de seus consumidores estarem falando sobre seus produtos e serviços, comparando sua empresa com a concorrência, elogiando ou criticando sua empresa, mesmo que você não queira. Dependendo do caso, é plenamente possível ver consumidores insatisfeitos promovendo uma verdadeira cruzada contra sua empresa, uma vez que qualquer um hoje é capaz de produzir mídia espontânea, seja pelo Twitter, Facebook, Youtube e etc. Não seria inteligente deixar isso acontecer sem fazer nada.
Portanto, incluir as mídias sociais em seu planejamento de marketing desenvolvendo ações que permitam a sua empresa utilizar da melhor forma os recursos que ela é fundamental, ao menos para monitorar o que é dito nas redes sociais sobre sua empresa.
8. Crie planos de carreiras para seus colaboradores na rede LinkedIin
O Linkedin é uma das ferramentas essenciais que todo profissional que deseja alcançar o sucesso deve conhecer, o objetivo do Linkedin está ligado em cuidar de um item extremamente precioso: a nossa carreira e promover contatos profissionais, é uma rede de networking, que visa fortalecer parcerias entre clientes / empresas e colaboradores / empresas, além de poder expor potencialidades, como seus melhores Jobs, certificados e premiações, é uma ótima maneira também de “dar a cara pra bater na rede”, de um jeito profissional é claro. É possível desenvolver projetos para plano de carreiras para seus colaboradores, pois um dos focos principais desta ferramenta está neste sentido e sua importância se revela pela forte presença de grandes empresas e corporações e muitas delas inclusive recomendam que seus colaboradores criem seus perfis e se conectem uns aos outros.
9. Tenha um sistema de banco de dados
Além de proporcionar todos os dados necessários das pessoas que consomem e fornecem a sua empresa, ele também te oferece inúmeras ajudas, proporcionando a você todas as informações que precisar, o que vai economizar um bom tempo de trabalho. Fornecendo assim a essência da informação, sendo combustível para as ferramentas como BI (Business Intelligence), que segundo o site http://pt.wikipedia.org/wiki/business_intelligence, pode ser traduzido como inteligência de negócios. A partir desta ferramenta, é possível descobrir a importância dos sistemas de informações para suas tomadas de decisões, e começam a lincar estas ferramentas com estratégias para e-mail marketing consequêntemente alavancamento e expansão do negócio
10. Ações de E-mail Marketing
Através da possibilidade do visitante se cadastrar em seu site ou a extração dos contatos que estão no sistema de banco de dados da empresa o envio de email marketing será uma ferramenta importantíssima na geração de tráfego e, principalmente, do relacionamento com os clientes. Criar e enviar as newsletter (mala-direta) além de aumentar o tráfego no site, gerará receita.
11. Utilize um sistema Workflow
O Workflow é uma solução que permite sistematizar de forma consistente os processos ou fluxos de trabalho e informação de uma empresa, de forma a torná-los simples e transparentes aos vários intervenientes no processo. É uma solução que automatiza e traz agilidade aos processos corporativos. Flexível, adere-se a qualquer área de uma empresa que possua um fluxo de trabalho. É uma ferramenta web com interface totalmente intuitiva que possibilita o aumento da produtividade através do gerenciamento eletrônico de processos e documentos, suas vantagens:
- Rapidez na tomada de decisão
- Rastreabilidade dos processos
- Padronização do trabalho
- Disseminação do conhecimento
- Racionalização da burocracia
- Independência para a gestão
- Produtividade na rotina corporativa
- Visão estratégica dos processos
12. Invista em estagiários
Contratar estagiários é um bom investimento para a empresa. E isso não tem qualquer relação com mão-de-obra barata. Aliás, quem contrata estagiários pensando em ter alguém para fazer o trabalho pesado por pouco dinheiro está muito longe de ter a visão empreendedora que todo negócio precisa para ter sucesso. Na grande maioria dos casos – e desde que o estagiário selecionado esteja realmente interessado em investir em sua carreira –, incentivar o trabalho e colaborar para o crescimento profissional dos estudantes, pode significar a descoberta de um novo talento. Para a empresa, o investimento em um acadêmico traz a vantagem de poder moldar os funcionários de acordo com as necessidades e o perfil da companhia. Desde cedo, logo no início da formação profissional desse estudante, ele já aprende as condutas e os princípios da empresa e, se tiver a chance de continuar, já está com meio caminho andado para ter a identidade corporativa. Outra vantagem é que jovens acadêmicos convivem com profissionais experientes, o que cria e mantém um espírito de renovação. Isso proporciona um canal eficiente para o acompanhamento de avanços tecnológicos e conceituais e é um recurso eficaz de formação e aprimoramento de futuros profissionais. Além de ter um funcionário esforçado, interessado em aprender, as empresas que desenvolvem um programa de estágio são bem vistas perante o mercado, porque possibilitam a formação prática dos futuros profissionais. Essa boa imagem traz credibilidade e a admiração dos clientes em relação ao comprometimento social da empresa. Para os acadêmicos, os resultados de fazer um estágio em que se percebem bem recebidos e valorizados, as vantagens e benefícios são imensuráveis.
13. Invista em propaganda
Como o objetivo de toda empresa é vender seus produtos e serviços, quanto mais conhecida, melhor. E dificilmente se alcança este objetivo sem o uso de algum tipo de divulgação. Sem divulgação, a empresa simplesmente não aparece no mercado. E os consumidores em potencial apenas se transformarão em clientes depois de conhecerem o que a empresa tem efetivamente a oferecer. Fazer todos os seus materiais de boa aparência, e consistente, fará com que sua empresa pareça ser muito mais profissional e maior do que realmente ela é.
14. Exponha sua empresa em feiras
Participar de Feiras é uma oportunidade única de colocar a empresa e seus produtos em contato direto com um publico selecionado e interessado em fechar negócios. Fora de um ambiente convencional o cliente se desarma e fica mais fácil para a empresa detectar as necessidades a serem atendidas. Todas as ações são pensadas de forma a facilitar o contato entre quem tem o produto e quem necessita dele. Alem da perspectiva de conquistar novos clientes, as feiras proporcionam contatos com profissionais de todos os setores o que facilita futuras parcerias.
A utilização dos Coletores de Dados em feiras, já confirmou ser uma ferramenta de marketing direto pós evento das mais eficientes. Bem utilizada, poderá proporcionar aos seus clientes um banco de dados dos visitantes coletados no stand com rapidez e qualidade.
Poderá ainda proporcionar condições de o expositor efetuar pesquisas com os visitantes que entrarem em seu stand de forma a obter um melhor resultado em sua participação no evento.
Esta ferramenta auxilia o expositor a manter um contato pós evento com o visitante, seja através de email marketing, correio, telefone ou até mesmo envio de representantes.
É importante estar preparado para atender um número grande de visitantes de forma organizada e produtiva. Preparar produtos exclusivos e material promocional é investimento necessário para que a empresa permaneça na mente do consumidor após o encerramento do evento.
15. Alimente seu repertório de empreendedorismo com o blog Saia do Lugar
O Blog Saia do Lugar é escrito por jovens engenheiros, o blog tem uma linguagem simples e textos curtos. O objetivo deles é conseguir falar de carreira sem entrar nos “textos longos e filosóficos” que se encontra na web. Além de artigos rápidos, o blog traz uma categoria com slides e posts para quem quiser aprender sobre administração pela web. O blog tem ainda um perfil no Twitter o Empreendemia indicado ao prêmio Top of MindTwitter 2010, indicação anual das 100 personalidades mais criativas e relevantes da internet brasileira, sem somas de dúvida cada clique vale ouro, uma verdadeira aula de como ser um case de sucesso.
Sucesso a todos!
Equipe Acervo Publicitário
por Daniel Paulino · 0
Ainda não conheço o Bruno Ávila mas ele é gente fina, já acompanhei uma entrevista dele num programa que hoje não esta mais no ar chamado Na boca do povo aqui mesmo no Ceara e notei que o cara é o cara literalmente. Acompanhei e sempre acompanho seus artigos, cursos e demais. Tomando como referência o blog dele ai vai um artigo indipensável para todo aquele que vive do design.
O quê perguntar ao cliente antes de criar um logotipo? Será que basta perguntar qual o nome da empresa e pronto? Nada disso. Quem não brifa, se complica.
Brifa = briefing = jeito fresco de dizer entrevista, questionário, afim de coletar informações que irão ajudá-lo em determinada criação.
Quantas vezes você se pegou dizendo: “Pô, brincadeira! Tô com raiva do cliente! Mostrei três logotipos e ele não gostou de nenhum!!!” Ah, besteira, não fique com vergonha de um dia ter dito isso, já aconteceu comigo também em algum momento da minha vida. Quando isso acontece normalmente é por falha nessa entrevista com o cliente, que pode ter partido tanto de você, que fez perguntas insuficientes ou interpretou errado, ou do cliente que respondeu o briefing com má vontade ou respondeu o famoso “confio em sua criatividade”. Se o cliente vier com essa resposta, não fique vaidoso, fique com medo pois normalmente quando o cliente diz isso é porquê não consegue expressar o que pensa, colocando nas suas costas a difícil tarefa de captar suas vontades de forma telepática.
Navegando pela internet topei com esse post de Brian Hoff que fala justamente sobre isso. Resolvi adaptá-lo ao nosso cotidiano brasileiro e trazer para vocês. São 20 perguntas importantes, algumas essenciais, que irão ajudá-los a chegar bem próximo do que o cliente deseja para seu logotipo. Ao lado de cada pergunta comento o porquê de sua necessidade. Vamos a elas:
Conhecendo a empresa
1- Qual nome e elementos deverão compor o logo?
(para saber exatamente o nome que irá compor o logotipo e outros elementos que deverão entrar, como um símbolo que o cliente gosta, aquela caricatura que ele usa desde 1960 e por aí vai)
2- Como você descreveria seus produtos e serviços?
(antes de fazer um logotipo você precisa conhecer a empresa, entender sua dimensão e o que ela vende. Uma empresa de tecnologia exige uma sensação no logotipo completamente diferente de uma empresa de sabão em pó. Desde as cores até o tipo de fonte devem ser diferentes, para transmitir atmosferas diferentes)
3- Quais as metas a longo prazo de sua companhia?
(sabendo disso você começa a captar que sensação deverá ser transmitida no logotipo para que ajude a empresa a alcançar esses objetivos de longo prazo)
4- Por quê busca por um novo logotipo? Quais as sensações e mensagens que deverão ser passadas através desse novo logotipo?
(nessa pergunta você irá tirar do cliente o que ele tem na cabeça, o que ele espera de sua criação e suas expectativas)
5- Quem são seus principais concorrentes? Se eles possuem site, cite os links de suas respectivas páginas.
(analisando a concorrência você poderá entender qual o posicionamento do seu cliente frente à elas, o nível de qualidade das demais e o quanto você poderá ser melhor no quesito identidade visual)
6- Quais os diferenciais de seus concorrentes?
(sabendo os diferenciais dos concorrentes, de alguma forma você poderá evidenciar no logotipo do cliente o que há de diferente em relação as demais empresas)
7- Qual o perfil de seu público-alvo?
(existem opções de criação que atraem jovens, outros o público adulto, um os mais ricos, os que pensam assim e assado e por aí vai. O logotipo do Buballo é infantil, atrai a molecada e para isso fontes, cores e formam são feitas justamente para conquistar esse público. Já o logotipo da Vivara foi feito com fontes finas, separadas, para dar aquele ar de elegância para os mais endinheirados, acima dos 30 anos, que querem presentear suas lindas namoradas e fazer aquele charme.)
8- Possui algum slogan? Deseja que o slogan faça parte da composição do logotipo?
(se o cliente possui aquele lindo slogan do tipo “óticas mariz, lugar de gente feliz” pode ser que ele queira conservá-lo, colocando junto ao logotipo)
9- Tem em mente algum estilo ou algo que queira que esteja presente no logo?
(mais uma perguntinha marota para tentar tirar da cabeça do cliente tudo que ele espera de sua criação)
10- Possui alguma preferência de cor?
(se você criar propostas com as cores que o cliente mais gosta ou que espera para o logotipo, mais fácil chegará na aprovação)
11- Existe alguma cor que não gostaria que estivesse presente no logotipo?
(é, vai que ele não gosta de marrom, vermelho e violeta e você apresenta três propostas justamente utilizando essas cores?)
12- Quais são os adjetivos que melhor descreveriam seu logo?
(perguntinha para tentar compreender o que ele espera do logotipo)
13- Que mensagem e sensação deseja que as pessoas tenham ao ver o seu logo?
(mais uma pergunta que vai ajudar a clarear qualquer dúvida anterior referente ao que o cliente espera do logotipo)
14- Cite pelo menos 5 exemplos de logotipos de outras empresas, independente do mercado que atuam, que mais lhe agradam. Cite o que mais chamou a atenção em cada uma delas.
(pergunta importante pois de forma visual o cliente irá mostrar a você tudo aquilo que ele tem em mente mas que não consegue expressar em palavras. Observe atentamente cada logotipo e tente pegar a semelhança entre eles)
15- Como deseja que apareça a tipografia? Exemplo: script, itálica, light, negritada, manuscrita, informal, etc.
(pergunta também para saber qual sensação o cliente espera para o logotipo)
16- Onde usará seu logotipo? Exemplo: na web, em impressões, etc.
(dependendo do tipo de uso, você poderá criar versões próprias para esses usos)
17- E qual será o local principal onde o logotipo será usado? Se o uso principal for na web, geralmente utilizamos logos horizontais.
(na pergunta já explico o porquê dela ser feita. Principalmente se o cliente já tiver site, dependendo de como o site está construído, o logotipo deverá ter que seguir algum tipo de padrão)
18- Qual o tempo de entrega desejado?
(provavelmente a maioria irá dizer “para ontem” mas os mais sensatos poderão sugerir um tempo razoável. Se o cliente colocar “com urgência”, claro, cobre a mais por essa urgência)
19- Existe algum valor de investimento para esse projeto?
(essa pergunta será pouco respondida pois a maioria quer pagar barato e não quer revelar quanto pretende gastar. Mas em grandes empresas é comum dizerem o orçamento destinado para a criação, principalmente quando o cliente deseja o melhor serviço e qualidade. Com um orçamento maior é possível contratar outros profissionais e fazer um trabalho diferenciado, agregando novos serviços)
20- Deseja algum serviço especial para esse novo logotipo, como ilustrações, caricaturas ou manual de identidade visual?
(para finalizar uma oportunidade de vender outros serviços como manual de identidade visual e outras criações.)
Pois bem pessoal realmente essas são algumas das várias perguntas que devemos fazer antes de criarmos. E ai! O que acharam? Comentem!
O quê perguntar ao cliente antes de criar um logotipo? Será que basta perguntar qual o nome da empresa e pronto? Nada disso. Quem não brifa, se complica.
Brifa = briefing = jeito fresco de dizer entrevista, questionário, afim de coletar informações que irão ajudá-lo em determinada criação.
Quantas vezes você se pegou dizendo: “Pô, brincadeira! Tô com raiva do cliente! Mostrei três logotipos e ele não gostou de nenhum!!!” Ah, besteira, não fique com vergonha de um dia ter dito isso, já aconteceu comigo também em algum momento da minha vida. Quando isso acontece normalmente é por falha nessa entrevista com o cliente, que pode ter partido tanto de você, que fez perguntas insuficientes ou interpretou errado, ou do cliente que respondeu o briefing com má vontade ou respondeu o famoso “confio em sua criatividade”. Se o cliente vier com essa resposta, não fique vaidoso, fique com medo pois normalmente quando o cliente diz isso é porquê não consegue expressar o que pensa, colocando nas suas costas a difícil tarefa de captar suas vontades de forma telepática.
Navegando pela internet topei com esse post de Brian Hoff que fala justamente sobre isso. Resolvi adaptá-lo ao nosso cotidiano brasileiro e trazer para vocês. São 20 perguntas importantes, algumas essenciais, que irão ajudá-los a chegar bem próximo do que o cliente deseja para seu logotipo. Ao lado de cada pergunta comento o porquê de sua necessidade. Vamos a elas:
Conhecendo a empresa
1- Qual nome e elementos deverão compor o logo?
(para saber exatamente o nome que irá compor o logotipo e outros elementos que deverão entrar, como um símbolo que o cliente gosta, aquela caricatura que ele usa desde 1960 e por aí vai)
2- Como você descreveria seus produtos e serviços?
(antes de fazer um logotipo você precisa conhecer a empresa, entender sua dimensão e o que ela vende. Uma empresa de tecnologia exige uma sensação no logotipo completamente diferente de uma empresa de sabão em pó. Desde as cores até o tipo de fonte devem ser diferentes, para transmitir atmosferas diferentes)
3- Quais as metas a longo prazo de sua companhia?
(sabendo disso você começa a captar que sensação deverá ser transmitida no logotipo para que ajude a empresa a alcançar esses objetivos de longo prazo)
4- Por quê busca por um novo logotipo? Quais as sensações e mensagens que deverão ser passadas através desse novo logotipo?
(nessa pergunta você irá tirar do cliente o que ele tem na cabeça, o que ele espera de sua criação e suas expectativas)
5- Quem são seus principais concorrentes? Se eles possuem site, cite os links de suas respectivas páginas.
(analisando a concorrência você poderá entender qual o posicionamento do seu cliente frente à elas, o nível de qualidade das demais e o quanto você poderá ser melhor no quesito identidade visual)
6- Quais os diferenciais de seus concorrentes?
(sabendo os diferenciais dos concorrentes, de alguma forma você poderá evidenciar no logotipo do cliente o que há de diferente em relação as demais empresas)
7- Qual o perfil de seu público-alvo?
(existem opções de criação que atraem jovens, outros o público adulto, um os mais ricos, os que pensam assim e assado e por aí vai. O logotipo do Buballo é infantil, atrai a molecada e para isso fontes, cores e formam são feitas justamente para conquistar esse público. Já o logotipo da Vivara foi feito com fontes finas, separadas, para dar aquele ar de elegância para os mais endinheirados, acima dos 30 anos, que querem presentear suas lindas namoradas e fazer aquele charme.)
Sobre a criação
8- Possui algum slogan? Deseja que o slogan faça parte da composição do logotipo?
(se o cliente possui aquele lindo slogan do tipo “óticas mariz, lugar de gente feliz” pode ser que ele queira conservá-lo, colocando junto ao logotipo)
9- Tem em mente algum estilo ou algo que queira que esteja presente no logo?
(mais uma perguntinha marota para tentar tirar da cabeça do cliente tudo que ele espera de sua criação)
10- Possui alguma preferência de cor?
(se você criar propostas com as cores que o cliente mais gosta ou que espera para o logotipo, mais fácil chegará na aprovação)
11- Existe alguma cor que não gostaria que estivesse presente no logotipo?
(é, vai que ele não gosta de marrom, vermelho e violeta e você apresenta três propostas justamente utilizando essas cores?)
12- Quais são os adjetivos que melhor descreveriam seu logo?
(perguntinha para tentar compreender o que ele espera do logotipo)
13- Que mensagem e sensação deseja que as pessoas tenham ao ver o seu logo?
(mais uma pergunta que vai ajudar a clarear qualquer dúvida anterior referente ao que o cliente espera do logotipo)
14- Cite pelo menos 5 exemplos de logotipos de outras empresas, independente do mercado que atuam, que mais lhe agradam. Cite o que mais chamou a atenção em cada uma delas.
(pergunta importante pois de forma visual o cliente irá mostrar a você tudo aquilo que ele tem em mente mas que não consegue expressar em palavras. Observe atentamente cada logotipo e tente pegar a semelhança entre eles)
15- Como deseja que apareça a tipografia? Exemplo: script, itálica, light, negritada, manuscrita, informal, etc.
(pergunta também para saber qual sensação o cliente espera para o logotipo)
16- Onde usará seu logotipo? Exemplo: na web, em impressões, etc.
(dependendo do tipo de uso, você poderá criar versões próprias para esses usos)
17- E qual será o local principal onde o logotipo será usado? Se o uso principal for na web, geralmente utilizamos logos horizontais.
(na pergunta já explico o porquê dela ser feita. Principalmente se o cliente já tiver site, dependendo de como o site está construído, o logotipo deverá ter que seguir algum tipo de padrão)
18- Qual o tempo de entrega desejado?
(provavelmente a maioria irá dizer “para ontem” mas os mais sensatos poderão sugerir um tempo razoável. Se o cliente colocar “com urgência”, claro, cobre a mais por essa urgência)
19- Existe algum valor de investimento para esse projeto?
(essa pergunta será pouco respondida pois a maioria quer pagar barato e não quer revelar quanto pretende gastar. Mas em grandes empresas é comum dizerem o orçamento destinado para a criação, principalmente quando o cliente deseja o melhor serviço e qualidade. Com um orçamento maior é possível contratar outros profissionais e fazer um trabalho diferenciado, agregando novos serviços)
20- Deseja algum serviço especial para esse novo logotipo, como ilustrações, caricaturas ou manual de identidade visual?
(para finalizar uma oportunidade de vender outros serviços como manual de identidade visual e outras criações.)
Pois bem pessoal realmente essas são algumas das várias perguntas que devemos fazer antes de criarmos. E ai! O que acharam? Comentem!
Fonte de referência: Avante (Bruno Ávila)
por Daniel Paulino · 0
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