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Vendas de PCs caíram 1,1% no primeiro trimestre, diz Gartner

As vendas de PCs no mundo caíram no primeiro trimestre de 2011, após seis trimestres seguidos de crescimento. Segundo pesquisa do Gartner, foram comercializadas 84,3 milhões de unidades, volume 1,1% inferior ao alcançado em igual período do ano passado. Os números ficaram abaixo do estimado pelo Gartner, que previa aumento de 3%.

"A fraca demanda por PCs de consumo foi o maior inibidor do crescimento", disse a analista principal do Gartner, Mikako Kitagawa. "Os preços baixos para PCs de consumo, que há muito tempo estimularam o crescimento, não atraiu mais compradores. Em vez disso, os consumidores voltaram suas atenções aos tablets e por outros produtos eletrônicos. Com o lançamento da iPad 2, em fevereiro, mais consumidores passsaram a querer mudar suas compras para um dispositivo alternativo, ou simplesmente decidiram esperar a compra do próximo PC. Estamos investigando se essa tendência terá efeito no longo prazo sobre o mercado de PCs."

O crescimento do segmento de PC profissional foi um ponto positivo para o mercado mundial. Sem a expansão do segmento profissional, o mercado de PCs poderia ter experimentado uma das piores quedas em sua história recente.

O mercado de PCs na América Latina cresceu 5,4 % no primeiro trimestre de 2011, e as vendas somaram 8,1 milhões de unidades. O Brasil foi responsável por mais de 40% do mercado latino-americano.

Nos EUA, as vendas de PCs somaram 16,1 milhões de unidades no primeiro trimestre de 2011, queda de 6,1% em relação aos três primeiros meses de 2010. "Como acontece com o mercado mundial, o mercado de PCs nos EUA foi influenciado pelo hype em torno dos tablets. Este foi o terceiro trimestre consecutivo de queda na venda de PC nos EUA", disse a Kitagawa. "Nos EUA, o mercado de PCs profissionais mostrou crescimento constante em todos os sectores. No entanto, o setor público apresentou mais do que a fraqueza sazonal normal devido a questões orçamentais."

"O mercado de PCs na região EMEA [Europa, Oriente Médio e África] não apresentou declínio desde o terceiro trimestre de 2009, quando o mercado caiu 8,9 %", disse o diretor de pesquisas do Gartner, Ranjit Atwal. "O excesso de estoque acumulado no final do quarto trimestre de 2010 foi reduzida lentamente, especialmente porque alguns dos produtos entraram no mercado em março. A sazonalidade também foi mais fraca do que o esperado, indicando que a tendência de queda vista no final de 2010 continuou no primeiro trimestre de 2011. " A Europa Ocidental continuou a a apresentar maior fraqueza na região EMEA, como os consumidores continuam a esperar se vão gastar com PC ou com outros dispositivos como tablets, principalmente após o lançamento do iPad2. No Oriente Médio ena África o desempenho foi um pouco mais fraco do que o esperado como.

Na Ásia / Pacífico, as vendas de PCs ultrapassaram 28,2 milhões de unidades no primeiro trimestre de 2011, um aumento de 4,1% em relação ao primeiro trimestre de 2010. As compras de PCs por parte dos consumidores mantiveram-se fracas, especialmente na China e em Taiwan. Os PCs não estavam no topo da lista de compra dos consumidores durante o feriado do Ano Novo Chinês. Na Índia, os consumidores estavam distraídos pela Copa Mundial de Críquete. Preferiram, também para atualizar ou comprar novos televisores ou outros eletrônicos domésticos.

As vendas Japão caíram 13,1% no primeiro trimestre de 2011, com vendas chegando a 4 milhões de unidades. O terremoto e o tsunami de 11 de março fizeram reduziras vendas de PCs, e os analistas do Gartner estão ainda investigando a dimensão do impacto sobre o mercado no primeiro trimestre. No mercado de PCs foi mais evidente, já que a segunda quinzena de março é o período mais movimentado do ano de aquisição.

Fabricantes

O desempenho da HP ficou abaixo da média mundial, mas a empresa manteve a primeira colocação entre os maiores do setor no mundo, com uma participação de 17,6 % das vendas mundiais de computadores no primeiro trimestre de 2011. A líder foi impactada pela demanda fraca dos consumidores de PC. Segundo o Gartner, a Acer, segunda maior fornecedora, ? continua a enfrentar desafios dos impactos dos tablets sobre o mercado de netbooks?. As vendas da empresa recuaram 12,2%, o maior recuo entre cinco maiores fabricantes.

Outra que apresentou queda nas vendas de PCs foi a Dell, cujo volume comercializado recuou 2,2%. Foi a primeira vez que isso ocorreu em seis trimestres. O desempenho da empresa, que detém uma participação de 11,9% e ocupa o terceiro lugar no ranking global, ficou aquém nos EUA, EMEA e América Latina, com expansão mais forte apenas na região Ásia / Pacífico.

Entre cinco maiores fabricantes, a Lenovo, quarta maior do mundo, registou o maior crescimento (16,6 %). A empresa continuou com o preço de seus produtos muito competitivos em setores de consumo e profissional. Apresentou forte expansão em todas as regiões. Já a Toshiba, quinta maior fabricante de PCs do mundo, conseguiu aumento de 5,3% nas vendas.

por Daniel Paulino · 0

Certificações ampliam competitividade de data centers

A expansão no número de data centers comerciais no Brasil faz crescer também a busca por certificações, que garantem que a infraestrutura seguiu uma série de normas e padrões, obtendo qualidade internacional. O enquadramento aos padrões mínimos garante diferenciais e um mercado mais amplo, em que exigentes empresas multinacionais possuem importante papel como clientes.

A certificação não atesta somente que o data center está alinhado aos padrões, garante também uma série de benefícios, pois estão baseadas em normas que transcendem muito a antiga ideia de disponibilidade e segurança. Há alguns anos, e ainda hoje em alguns casos, há forte preocupação com redundância de recursos de processamento, elétricos e de climatização. O que ficava de lado era a preocupação com normatização em outros aspectos, incluindo a manutenção de profissionais treinados e comprometidos para lidar com qualquer tipo de ocorrência.

O gerente de certificações da TÜV Rheinland, Arnaldo Barbulio Filho, aponta três benefícios centrais no processo de certificação: começa pela parte de engenharia, passa pela construção da estrutura e termina na documentação, que terá um caráter completo, atualizado, pronto para consultas e embasamentos de alterações no futuro. ?Muitas vezes, as áreas de engenharia e de execução de um data center mostram-se despreparadas para as exigências que um empreendimento de porte exige. A importância do acompanhamento por um órgão certificador começa aí, pois muitos sequer conhecem detalhes das normas?, avalia Arnaldo.

Usado pela TÜV e pelo instituto Uptime Institute na certificação de data centers, a norma TIA-942 é um padrão consagrado na América do Norte, que por força regional também é a mais adotada e conhecida no Brasil. Ela abrange arquitetura de rede, projeto elétrico, armazenamento, backup e arquivamento de dados, redundância, gestão de banco de dados, distribuição de conteúdo, regras ambientais, gestão de energia, entre outros pontos fundamentais para garantir níveis de serviço.

As certificações vão do Tier I ao Tier IV (do mais simples ao mais complexo), com diferentes garantias em relação à disponibilidade e à redundância de componentes. No Brasil, a mais popular é o Tier III, com garantia de 99,982% de disponibilidade, entre outros requisitos. A certificação ganhou destaque no mercado depois que alguns data centers comerciais anunciaram sua obtenção, por meio do Uptime Institute.

Nenhum data center brasileiro obteve o Tier IV, nível máximo no Brasil. E, segundo Barbulio, a explicação é simples: esse nível exige que a infraestrutura seja abastecida de energia por mais de uma empresa ou concessionária, com circuitos diferentes. Como no Brasil não existem localidades com mais de um circuito de eletricidade, esse nível de certificação torna-se inviável.

De olho em um mercado que deve exigir cada vez mais certificações, as principais companhias da área procuram avançar no mercado. O Uptime Institute inaugurou, em janeiro, uma comunidade no Brasil para observar o mercado local e criar programas de qualificação. Em passagem pelo País, o presidente da Uptime, Martin McCarthy, se disse impressionado com o estágio do mercado e a competitividade que se desenha entre as empresas de data center no Brasil. ?Criamos o instituto por verificar enormes oportunidades no Brasil e no restante da América Latina.?

O conceito de computação em nuvem, segundo McCarthy, é um dos protagonistas da impulsão do mercado de data centers e a primeira vez que um conceito sai do lado do consumidor para se tornar importante no mercado corporativo. ?E nessa nova fase, as entidades certificadoras terão papel fundamental?, avalia.

 A TÜV, que atua há algum tempo no Brasil com certificação de diversas atividades e, recentemente, estruturou seu processo de certificação de data centers, também está de olho em um mercado explosivo. Mas, segundo Barbulio, é uma tendência ainda em seu início e as certificações precisam se consolidar no mercado. ?É um problema que acontece com todo o tipo de certificação, mas da mesma forma que isso já está consolidado nos EUA e na Europa, o mercado brasileiro logo perceberá a importância de ser certificado?, conclui.

por Daniel Paulino · 0

Brasil tem 85 milhões de computadores, 4 a cada 9 habitantes

A 22º pesquisa Anual da Fundação Getúlio Vargas ? Escola de Administração de empresas de São Paulo (FGV) identificou que o Brasil tem 85 milhões de computador em uso, ou quatro computadores para cada nove habitantes. Os números referem-se à base ativa, que inclui mercado consumidor e corporativo. Pela pesquisa, 3,4% dos computadores de todo o mundo estão no Brasil.
Considerando somente as empresas, o custo anual por teclado nas empresas atingiu 20 mil dólares, valor que engloba todos os investimentos em tecnologia das empresas dividido pelo número de equipamentos.
Quanto aos investimentos em TI, as empresas gastaram 6,7% do seu faturamento líquido na área em 2010. O valor dobrou nos últimos 14 anos, com taxa média de crescimento ao ano de 8% desde 1990, quando a pesquisa foi realizada pela primeira vez. O professor titular de tecnologia da FGV e responsável pelo estudo, Fernando Meirelles, não faz projeções para os próximos anos, mas afirma que o crescimento desse número depende intimamente do bom desempenho da economia.
O mercado de sistemas operacionais segue sem grande variação em relação a anos anteriores. Nos computadores clientes, o Windows tem 97% do mercado. No de servidores, o Windows tem 67%, o Linux tem 20% e o Unix, 12%. ?O sistema Linux teve grande escalada na penetração no mercado de servidores, mas está estacionado desde 2007. O Windows também apresenta estabilidade no mercado?, afirma Meireles.
Apesar de a Microsoft ter mantido uma posição privilegiada, Meirelles acredita que os próximos estudos devem apresentar uma ruptura no mercado de sistemas operacionais. ?A missão da companhia, de manter o domínio de software em todas as áreas do mercado, é impossível. Assim como é impossível se eternizar na condição de padrão de interface.?

Outros números
A Microsoft também mostra manutenção do domínio no mercado de suítes de produtividade, com 92% de penetração de seu Office. As distribuições gratuitas de Office e outras variantes, como o Google Docs, ocupam 7% do mercado.

No mercado de correio eletrônico, a Microsoft tem 73% de participação, posição que não variou em relação a anos anteriores, o Lotus tem 14% do mercado, sistemas baseados em Linux têm 5% e o Gmail, que pela primeira vez aparece fora da categoria ?Outros?, atingiu 5%, em uma forte tendência de crescimento.

por Daniel Paulino · 0

Você sabe mesmo o que são Vendas Consultivas?

Nos nossos trabalhos de treinamento e consultoria, constantemente nos deparamos com empresas usando indevidamente determinada terminologia para demonstrar sua forma de atuação no mercado. Na área de vendas está se tornando cada vez mais comum ouvir os gestores dizerem que suas equipes praticam a venda consultiva, quando na verdade o que esses vendedores continuam a fazer é a velha venda baseada em análise de necessidades ou então, o que é um pouco pior, ainda praticam a venda baseada no conhecido modelo Estímulo X Resposta.
Visando evitar que você seja pego usando indevidamente uma terminologia – e, obviamente, preocupados em evitar que alguns façam isso por má fé e não por ignorância – nos propomos neste artigo a conceituar o que efetivamente é a venda consultiva.
Para facilitar o nosso trabalho – e a sua compreensão – analisemos como vem evoluindo o raciocínio e a prática comercial nos últimos anos. 

1.      A Venda Estímulo X Resposta
Como já tivemos a oportunidade de discutir em artigos anteriores, até um passado mais ou menos recente o mercado vivia uma situação em que a oferta era menor do que a demanda. Neste tipo de situação, a venda acontece sem grandes esforços por parte de quem detém a oferta, uma vez que existe um grande número de pessoas interessadas em comprar seus produtos e serviços.
Neste tipo de mercado, se o vendedor diz as coisas certas (estímulos), o comprador responde com atitudes de compra (respostas). Questões relacionadas à dificuldade de aceitação, ceticismo, indiferença e mesmo objeções raramente interferem no processo. Neste tipo de venda, a ênfase dá-se integralmente no produto e não nas necessidades do cliente. Comumente os vendedores deste tipo de empresa são chamados de tiradores de pedidos, uma vez que sua aplicação dá-se, normalmente, em torno de produtos simples, que apresentem ciclos de vendas curtos e para os quais a quantidade é mais importante do que a qualidade.
Um mercado que geralmente apresenta condições para esse tipo de abordagem é o de commodities agrícolas. 

2.      A Venda por Análise de Necessidades
Na medida em que o consumidor passa a se deparar com um número maior de opções para satisfazer suas necessidades e desejos, é natural que passe a exigir de seus fornecedores uma atenção maior às suas demandas. Neste tipo de mercado, é comum que as organizações já tenham compreendido que não basta oferecer produtos e serviços ao mercado para que a demanda se materialize (lembre-se de que já houve uma escola econômica que defendia a idéia de que a oferta gera sua própria demanda).
Nessas empresas já existe preocupação com o mercado e com o cliente. A prática da venda por análise de necessidades pressupõe que os clientes preferirão as ofertas mais bem concebidas em torno da sua necessidade ou desejo. Dessa forma, as empresas praticantes da venda por análise de necessidades preparam-se para atender as demandas do mercado melhor do que a concorrência. Essa preparação normalmente se dá através de investimentos significativos numa área técnica capaz de produzir soluções para “qualquer” necessidade que o cliente apresente. Um pressuposto é que o cliente não se incomodará de pagar mais caro se a solução de fato lhe aprouver.
É fácil perceber que essa é uma forma passiva de lidar com o cliente. Nos preparamos e ficamos esperando que ele venha e nos conte o que quer. Depois de tê-lo ouvido é que vamos nos mobilizar para tentar oferecer uma solução ANTES da concorrência (uma vez que é óbvio que ele não se limita  a contar seu problema só para nós); ou então MELHOR que a concorrência (uma vez que o sol nasceu para todos e nossos concorrentes não vão ficar parados esperando que nós nos mexamos) ou MAIS BARATA que a concorrência (o que nos empurra para programas de Cost Down).
Esta prática traz como vantagens o fato de focalizar o comprador e não o produto, implicando  maior participação do cliente. Contudo, exige mais tempo para o fechamento da venda e vendedores mais competentes, com bons conhecimentos sobre o produto e como ele pode satisfazer as necessidades do cliente. 

 3.      Venda Consultiva
A venda consultiva, por sua vez, representa uma evolução lógica da abordagem de análise de necessidades. Agora, o vendedor assume uma postura ativa na relação comercial. Não basta analisar as necessidades do cliente, porque este, muitas vezes, pode não saber exatamente qual a melhor solução para seu problema. Este papel cabe ao vendedor, que deve conhecer a empresa e o mercado em que atua o cliente tão bem, ou melhor do que ele. Deve questionar as necessidades apresentadas e ajudar o cliente a identificar aquelas que ainda estão ocultas.
As empresas que atuam com base na venda consultiva não vendem soluções que sejam simplesmente melhores que as ofertas dos concorrentes. Vendem A SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS atuais e futuros do cliente. Ao vendedor é exigido que seja altamente qualificado, tenha grandes conhecimentos gerais e de produto, capacidade de dialogar e questionar o cliente em busca das reais necessidades e pleno conhecimento da situação do cliente. Ao mostrar-se como parceiro do cliente, o vendedor desenvolve com o cliente uma relação de grande confiança e, principalmente, duradoura. Esta abordagem é realmente focada no comprador, visando construir um relacionamento efetivo e duradouro, de modo que o cliente perceba o quanto a empresa é comprometida com seu sucesso. O objetivo é fidelizar o cliente, que sempre terá a empresa – e o vendedor – como primeira opção de compra. Se você, leitor, quiser saber qual o estágio em que se encontra sua organização, entre em contato conosco. Teremos prazer em lhe enviar um questionário para ser preenchido pela área comercial de sua empresa. Baseados em suas respostas, enviaremos um diagnóstico da sua situação atual e uma proposta de eventuais ações de T&D que poderão otimizar a performance da sua equipe.

Obs. : Material do programa Vendas Consultivas, Negociação e Vendas Consultivas.

João Baptista Vilhena,
Consultor do MVC - Instituto MVC

Este artigo é parte integrante do www.guiarh.com.br .

por Daniel Paulino · 0

Profissão Professor

Cláudio Tomanini, da FGV, afirma que o mercado e a nova geração de estudantes requerem um novo perfil profissional.

Por Rômulo Martins



O giz e o quadro-negro devem deixar de fazer parte da vida dos professores de uma vez por todas. Pelo menos na visão de Cláudio Tomanini, professor de MBA da Fundação Getúlio Vargas, especialista em marketing e vendas e autor do livro “Na trilha do sucesso”, da editora Gente.

Segundo Tomanini, o professor do futuro deve dominar as tecnologias e utilizá-las a seu favor em sala de aula ou onde quer que trabalhe. E mais: o especialista em marketing acredita que o bom professor deva atuar no mundo corporativo. Conhecendo as reais necessidades do mercado de trabalho, diz ele, o professor tem condições de transferir as experiências práticas a seus alunos.

Utopia ou não, o fato é que, para Tomanini, o mercado e a nova geração de estudantes demandam um novo perfil de professor - desde a educação infantil até a acadêmica. Ele falou aoEmpregos.com.br. Assista.


Se interessou pela profissão? Faça uma busca de vagas!
Olá, eu fui convidado para conversar com você, com você que está aí começando sua carreira, com algumas dúvidas, com alguns caminhos já escolhidos... e, a princípio, o convite que me fizeram, foi para falar com você sobre a profissão professor.
Mas já que a câmera está ligada e eu estou falando com você, eu vou falar com vocês de uma forma diferente. Não sobre a profissão professor, até porque professor não é profissão é atividade, você sabe disso.
Talvez você cobre dos seus professores hoje, lá na faculdade, que eles sejam profissionais de renome no mercado, que atuem no mercado, e não simplesmente deem aula. Até porque a gente sabe o seguinte: as mudanças de mercado, seja lá qual for a área que você atue, é muito muito grande.

Responsabilidades 
E aí falando sobre a atividade de professor, porque alguns aqui querem dar aula, bacana. Por que você quer dar aula? Por que é bacana, dá status? Ou por que você tem uma competência, em que perto da média você é superior, e sabe que pode orientar outras pessoas, formando pessoas melhores? Se for isso bacana. Se você quiser dar aula só porque acha legal para. Você tem de ter uma competência que se sobressaia à maioria.

Mas não é só isso. Você vai ter de se atualizar constantemente, vai ter de ser um pesquisador, vai ter de preparar aula, ensaiar no espelho, saber conviver com a diversidade...
porque aluno é folgado, você não tem ideia de como é que é, você fala para ele: “leia um livro de duzentas páginas”, ele fala: “é muito”. Se a sua aula não é show, ele não quer. Ele se esquece de pesquisar você na internet para saber se você é habilitado para falar daquilo, e acaba privilegiando o cara que solta ele mais cedo, só que ele está pagando pelo todo. Entenda uma coisa: ou você aprende na vida com amor ou pela dor.
Para dar aula você vai ter de ter um talento para mostrar que aquele conhecimento que você vai passar... você é melhor do que todos que estão lá dentro. E vai ter de ter a humildade de saber explicar, mesmo que aquilo seja óbvio para você.

Salário
Entenda uma coisa: a profissão de professor é boa? É, não é ruim. Quanto pode ganhar um professor? Hoje em torno de R$ 30 a hora. Quer dizer que se ele der dez horas vai ganhar R$ 300 por dia? Sim, cabe saber o que para você é um bom salário... vai depender do seu sonho, do seu objetivo de vida.

Um professor hoje de pós-graduação, de MBA, ganha entre R$ 150 a R$ 350 a hora, dependendo da instituição. A hora? É, a hora. Quer dizer que se ele der dez horas vai ganhar R$ 3,5 mil, é.

Mercado de trabalho
Vamos ver se faltou mais alguma coisa. Como é que eu avalio o mercado de trabalho para a área de educação? Gente, não para de crescer. Em 1990, Peter Drucker (considerado o pai da administração moderna) falou o seguinte: que o segmento que mais cresceria no mundo seria o de educação. O segundo seria o de saúde. E isso é verdade.

A gente sempre pensa que ser professor nos limita a dar aula em escolas. Não é verdade. Hoje as empresas, a que você trabalha, contratam lá pela área de recursos humanos empresas para fazer treinamento. E você pode se preparar para isso. Aliás, é um bom caminho para começar, dar treinamento em empresas. Sobre atendimento, gestão, português, matemática, finanças...
As empresas contratam constantemente. Aliás, pode ter uma oportunidade aí na sua empresa, de informações que você teve lá na faculdade que você pode, junto com o seu gestor, falar o seguinte: “olha, aprendi uma coisa e gostaria de multiplicar isso com a equipe, que eu acho que é produtivo.”

Segredo para ser bem-sucedido
Sabe qual é? É acreditar piamente que você pode. E ser o melhor naquilo que vai fazer. E pensar a longo prazo, fazendo no curto prazo. Pensa nisso, sucesso sempre, quero te ver. Na tua próxima aula me chama para ser seu aluno. Um abraço, tchau tchau.

   Saiba mais sobre outras profissões:

por Daniel Paulino · 0

Profissões do Futuro


Especialistas apontam quais são as áreas promissoras da atualidade e dos próximos anos.

Por Rômulo Martins
Fonte:Empregos.com.br

Enquanto algumas profissões chamam pouca ou nenhuma atenção no mercado de trabalho outras ganham força e status e demandam grande número de profissionais qualificados. É o caso de atividades ligadas à indústria petrolífera e de gás. ?A procura por profissionais nessa área está relacionada à descoberta do pré-sal?, aponta o consultor de carreiras Nelson Fender.
Outra área em alta é a de engenharia civil, que hoje lida com a escassez de mão de obra qualificada. Pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas aponta que, apesar do aumento da escolaridade e dos salários, apenas 17,8% dos ocupados na construção frequentaram curso de educação profissional. 
?A formação tecnológica na área de engenharia civil é bem vista no mercado. Algumas empresas até patrocinam o curso tamanha a escassez de mão de obra na área?, afirma o consultor Fernando Montero da Costa, diretor de operações da Human Brasil.  
A demanda por profissionais na área da construção está sendo puxada pelo boom econômico e pela Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas Rio 2016. Turismo e hotelaria são outros campos aquecidos pelos eventos esportivos de nível mundial a serem realizados no Brasil. ?Turismo é uma área interessante com poucos profissionais qualificados?, diz Costa. 
No entanto, mesmo que essas atividades sejam uma promessa no mercado de trabalho, Fender alerta que a pessoa não deve se pautar apenas por este item na escolha da carreira. ?São três os pilares que sustentam a escolha: o autoconhecimento, como o mercado vê a atividade e os interesses e aptidões individuais para seguir a profissão.?
Outras áreas
Segundo Nelson Fender, a área de tecnologia da informação continua em destaque, já que todo procedimento empresarial depende da tecnologia. Entra aqui todas as atividades providas dos recursos da computação, como a programação web. ?O mercado paulista está apurado nesse campo. As empresas do ramo tendem a investir em outros Estados.?
Atividades ligadas ao público idoso, de acordo com Fender, também são promissoras, uma vez que a população idosa no Brasil vem aumentando. Entre elas, a de gerontologista (profissional que estuda os fenômenos do envelhecimento humano), home care (profissional da saúde que trata o paciente nas residências) e cuidador de idosos.
Na lista das profissões em alta estão atividades na área de entretenimento. ?A tecnologia entra para facilitar a vida das pessoas, que acabam tendo mais tempo para se divertir. Além disso, a renda do brasileiro aumentou e o país está crescendo?, afirma o consultor Nelson Fender.
Claudio Queiroz, consultor empresarial e autor de ?As competências das pessoas? (DVS Editora), considera promissoras todas as profissões que não podem ser substituídas pela máquina. ?É extremamente importante que a pessoa faça uma pesquisa criteriosa sobre a relação da profissão com o talento individual. Se destacará quem usar seu talento na profissão escolhida.?
Área técnica
Segundo o consultor Fernando Montero da Costa, faltam especialistas no mercado. O consultor afirma que os cursos de tecnologia costumam proporcionar boas oportunidades de carreira. ?São cursos de curta duração e uma certeza de recolocação no mercado.? Além das áreas já mencionadas, Costa destaca como prósperos os segmentos de engenharia de produção, mecatrônica e robótica.

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por Daniel Paulino · 0

Saiba reconhecer uma boa oportunidade

Talvez você tenha sido convidado para uma reunião de negócios, ou então ouviu falar de uma oportunidade que dá muito dinheiro, mas não sabe exatamente do que se trata.

Quem sabe um amigo ou parente esteja envolvido com isso, ou o vizinho tenha colado adesivos no carro, ou puseram um folheto por baixo da sua porta, enfim, não sei de qual forma, mas é provável que as redes de distribuição já estejam muito próximas de você.

Os empreendimentos de base domiciliar são uma tendência mundial que não pára de crescer, pois ocupam a enorme lacuna deixada pelo desemprego, oferecendo às pessoas comuns uma possibilidade real de terem o seu próprio negócio.

É um sistema muito inteligente, que pega carona em alguns princípios vencedores do franchising: redução dos riscos pela economia de escala, capacitação, marketing e assessoria especializada, em um padrão duplicável de sucesso.

É como se fosse uma franquia pessoal, em que o empreendedor não precisa investir em ponto de venda, contabilidade e funcionários. Basta adquirir alguns materiais de apoio e treinamento para iniciar o seu próprio negócio comercial.

Da mesma forma que no varejo, franchising e em todos os canais de distribuição existentes, vários intermediários são remunerados no caminho entre a fábrica e o cliente final. A diferença é que, nos sistemas de vendas diretas e marketing de rede, alguns desses intermediários são pessoas físicas.

Como resultado, forma-se uma rede capilarizada de distribuição, capaz de levar esses produtos para as localidades mais remotas do País.

COMO FUNCIONA ESTE NEGÓCIO?
Cada empresa tem a sua própria regra, mas é comum que o interessado tenha que adquirir um kit de negócios (folhetos, manuais, termo de adesão e outros itens promocionais) e alguns produtos para iniciar o seu próprio negócio. Nas principais empresas, esse investimento costuma variar entre R$ 30 e R$ 300 para quem deseja começar como vendedor/promotor, e R$ 300 a R$ 3.000 para quem deseja começar como empreendedor (inclui pequenos estoques e treinamentos especiais de liderança).

Nos dois casos, o interessado torna-se distribuidor independente, tendo o direito de adquirir os produtos da empresa em condições especiais para auto-consumo ou revenda em sua região. Normalmente, se pratica um desconto de 30% a 50% para os distribuidores, e isso permite um lucro bem interessante sobre as próprias vendas.

Entretanto, assim como na franquia ou em qualquer outro negócio, o sucesso de um empreendedor está diretamente ligado a sua habilidade de atrair e manter clientes para seus produtos e serviços. Ou seja, o simples fato de adquirir o kit de negócios, estoque ou treinamento não garante sucesso a ninguém.

Se você abrir uma padaria, consultório odontológico, escritório de advocacia, terá que investir algum tempo e dinheiro em marketing. Caso contrário, é provável que logo tenha que fechar as portas. Nas vendas diretas e marketing de rede, não poderia ser diferente. Apesar da maioria dos envolvidos acreditarem que o sucesso cairá do céu, a realidade se mostra implacável. Muitos se deixam levar pelo canto da sereia e não fazem o trabalho que deve ser feito. Como conseqüência, a seleção natural acontece.

Infelizmente, alguns empreendedores mal-intencionados promovem esse tipo de oportunidade como se fosse mais fácil do que realmente é. Por terem uma visão limitada ou distorcida, eles se aproveitam da inexperiência alheia para fazerem seus distribuidores acreditarem em projeções ilusórias, gerando falsas expectativas e a conseqüente frustração. Dessa maneira, conseguem arregimentar grandes equipes em um curto espaço de tempo, ganham dinheiro e depois assistem a própria derrocada.

Em contrapartida, aqueles que realmente compreendem a essência deste negócio, são capazes de gerar resultados surpreendentes, ajudando outras pessoas a melhorarem suas condições de vida. Há cada vez mais exemplos de brasileiros que estavam desempregados, sem perspectivas, e considerados incapazes de competir no mercado de trabalho tradicional, que hoje conseguem se destacar em suas empresas.

O que dizer de um ex-motorista de ônibus, que hoje tem ganhos superiores a R$ 10.000 por mês? E um ex-empresário quebrado, que pagou suas dívidas de US$ 100.000 em um ano e agora tem ganhos superiores a R$ 50.000 por mês? Ou então, os milhares de aposentados, ex-viciados, engenheiros, donas de casa, caminhoneiros, médicos, advogados, ex-detentos, economistas, professores, estudantes que recebem rendimentos acima de R$ 3.000 por mês, por liderarem suas próprias equipes de distribuição?

Não é fácil, mas é possível. Ao longo desses dez anos, assistindo a transformação acontecer na vida de tantas pessoas, me apaixonei completamente por esse sistema.

Eu poderia contar inúmeras histórias de sucesso, mas depois de conhecer o que se passa nos Estados Unidos, Japão e Europa, fica difícil comparar. Parece que os brasileiros não entenderam direito como funciona e, mesmo aqueles que têm resultados, ainda não sabem extrair o que há de melhor nesta oportunidade.

OS DESAFIOS DO MERCADO BRASILEIRO
Depois de editar o único jornal especializado no assunto entre os anos de 1996 e 1999, tive a oportunidade de interagir com líderes e executivos das principais empresas. Muitos foram meus assinantes e até hoje mantêm comigo ótimas relações.

Pela posição privilegiada que ocupava, assisti de perto o surgimento de novas empresas, que alcançaram números fabulosos e depois fracassaram. Também vi redes inteiras desmoronarem dentro de empresas sérias, ao mesmo tempo em que estudava o que acontecia lá fora, nos mercados mais desenvolvidos. Virei escritor, consultor e treinador, e atualmente participo da ABEVD – Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas, na condição de sócio-fornecedor, como Presidente da Chance Network.

Hoje, posso afirmar que conheço pessoas que estão ganhando bem, por formarem equipes de distribuição a partir de suas próprias residências. Entretanto, sei que nem todas conseguirão manter o mesmo nível de ganhos nos próximos anos, porque estão cometendo erros de marketing que não conseguem ver. Alguns líderes estão recebendo pequenas fortunas, desfilam em carros importados e posam de bem-sucedidos, mas não conseguem construir algo realmente sólido e sustentável. Ou seja, estão reconstruindo seus grupos há alguns anos e pensam que o negócio funciona assim mesmo.

Da mesma forma, vejo algumas das melhores empresas sendo comandadas por executivos inexperientes, que cometem erros de gestão, principalmente no que se refere à preservação do capital humano e relações que mantêm com suas lideranças. Infelizmente, isso vem acontecendo com muita freqüência aqui no Brasil.

Em meio a tudo isso, recebo muitas mensagens de pessoas buscando informações sobre “empresas sérias” ou dicas para identificar as “melhores oportunidades”, como se fosse uma receita de bolo igual para todos. É uma pena, mas não existe isso.

Eu poderia citar meia-dúzia de oportunidades que estão vivendo bons momentos no Brasil, mas jamais garantir o êxito delas a longo prazo. Querer que eu aponte a melhor oportunidade do mercado, é o mesmo que esperar que o banco preveja as ações que mais irão crescer nos próximos dois anos. É simplesmente impossível!

COMO IDENTIFICAR UMA BOA OPORTUNIDADE PARA VOCÊ ?
Abaixo, apresento alguns indicativos que eu uso pessoalmente, para separar o joio do trigo. Após todos esses anos, descobri que, para identificar uma boa oportunidade neste mercado, é necessário analisar os seguintes aspectos:
  
1 – A empresa tem uma linha de produtos de qualidade realmente diferenciada, com preços compatíveis, em um mercado promissor? Ou seja, produtos que o cliente final vai desejar adquirir após uma demonstração impactante e verdadeira (e que deixará o cliente satisfeito a longo prazo)?

2 – A empresa tem uma missão clara, digna e capaz de inspirar suas equipes? Seus fundadores e principais executivos devem estar comprometidos com esses valores, que não podem ser apenas o lucro financeiro. Qualquer empresa deve promover algum bem considerável nas comunidades em que atua para ser sustentável.

3 – A empresa oferece um plano de oportunidades reais, que permita a todas as pessoas comprometidas ganharem dinheiro rapidamente, com as próprias vendas ou em pequenas equipes? Isso é o que sustenta as grandes redes (bônus e segurança) a longo prazo.

4 – A empresa oferece um sistema de treinamento que realmente forme e oriente os líderes a apoiarem suas equipes? Marketing de Rede não é apenas um processo de empilhar muitos contratos e esperar que a recompensa caia do céu, como uma dádiva.

5 – A empresa está legalizada e recolhe seus impostos? Possui capital e estrutura necessária para suportar a rápida expansão que a combinação dos fatores anteriores pode resultar?

Se você pedir para qualquer ex-distribuidor que tenha se desiludido com esse sistema, refletir sobre a oportunidade que conheceu, perceberá que um ou mais desses quesitos falharam.

As empresas que mais se aproximam da perfeição são as gigantes internacionais, pois elas certamente conseguiram preencher todos esses quesitos em seu mercado original. Entretanto, quando vêm para o Brasil, é preciso analisar se os executivos locais são capazes de reproduzir o mesmo padrão por aqui. Normalmente, eles falham na condução dos quesitos 2 e 4, por quererem reduzir custos e não entenderem a importância do que estão fazendo (ou deixando de fazer). Isso sem contar nas diferenças culturais e econômicas que precisam ser adaptadas.

No que se refere ao quesito 5, é importante ressaltar que as empresas brasileiras e filiais das gigantes internacionais competem de igual para igual. Por mais que se traga experiências e recursos de fora, ninguém investe por muito tempo aqui sem obter resultados. Portanto, o sucesso internacional não garante o sucesso local de ninguém. E vice-versa.

QUE RISCOS VOCÊ ESTÁ DISPOSTO A CORRER?
Da mesma forma que se deve analisar o perfil de um investidor para saber o risco que ele está disposto a correr no mercado financeiro, é preciso analisar os riscos que o empreendedor está disposto a correr quando inicia em um negócio de vendas diretas e marketing de rede.

Por exemplo: se uma grande empresa internacional está entrando no mercado brasileiro, significa que você terá produtos de qualidade reconhecida, credibilidade internacional etc. Além disso, se ela emplacar por aqui, você terá uma estrutura forte para levar seus negócios para o exterior. Entretanto, o sucesso dela no mercado local ainda é uma incógnita. Será que ela vai se adaptar a nossa cultura? Será que os preços serão bons para o nosso mercado? É mais arriscado do que entrar em uma empresa já estabilizada e com resultados para apresentar aqui no Brasil.

Uma nova empresa nacional também representa grandes riscos. Por mais capitalizada que ela esteja, ninguém sabe se o modelo de negócios dela irá funcionar. Será que os executivos estão preparados para administrá-la? Será que os clientes vão gostar dos produtos? Será que ela vai saber conduzir o próprio crescimento? Só o tempo irá dizer. Entretanto, se ela realmente der certo, você poderá ser um pioneiro e surfar na crista da onda!

Qual o seu perfil? Prefere ser pioneiro e assumir riscos, ou gostaria de aderir a um sistema que já tem um histórico de sucesso para apresentar aqui no Brasil? Se escolher a opção mais conservadora, pode ser que não encontre a mesma velocidade de expansão, e talvez a marca já seja conhecida pelos seus contatos, mas terá uma estrutura melhor para trabalhar. Enfim, só você sabe o risco que está disposto a correr.

VOCÊ ADMIRA SEUS LÍDERES?
Para completar, não basta ter uma empresa com todos esses quesitos, se a o seu líder for incompetente, anti-ético, interesseiro, imaturo...

Infelizmente, a maioria dos líderes brasileiros não têm a menor idéia sobre a arte de liderar. 99,9% dos líderes brasileiros pensam demais no próprio sucesso e não percebem que este é um negócio coletivo. Não adianta crescer e deixar todos os seus distribuidores “pastando”, pois algum dia eles vão acordar e pular fora.

A única forma de construir uma real liberdade financeira é formar novos líderes em sua organização, se desenvolvendo como seres humanos melhores e ganhando cada vez mais dinheiro. Caso contrário, a rede despenca. Por isso, posso afirmar que a maravilha do Marketing de Rede ainda não foi compreendida no Brasil.

Depois de todo o intercâmbio internacional que fiz com grandes mestres como John Milton Fogg, Randy Gage, Richard Poe e John Kalench, percebo o quanto os líderes brasileiros são despreparados. Ainda não entenderam nada sobre este negócio.

Quer um exemplo simples? A maioria dos ex-distribuidores brasileiros desistiram porque foram pressionados demais. Muitos tiveram que comprometer seus laços familiares e sociais, dedicando todo o tempo livre (noites, finais de semana etc) ao Marketing de Rede, como se isso fosse um requisito básico para o sucesso neste negócio. Obviamente, isso gera desgaste, frustração e desistências em massa.

Talvez não seja por mal, mas a verdade é que, quanto mais fanático, chato e insensível você se torna, pior líder você é. Por que? Ao invés de atrair e manter pessoas ao seu lado, você as afasta. Quem quer estar com um líder “xarope” que abandona a família para viver em função do trabalho? Quando as pessoas vêem o Diamante ou Presidente trabalhando feito um doido, elas pensam: “não é isso que eu quero para o meu futuro”.

Dá para entender porque as redes desses “líderes” têm que ser reconstruídas sempre??? Ninguém agüenta ficar muito tempo ao lado deles. As pessoas não querem um novo patrão!

Agora imagine algo diferente. Oferecer uma oportunidade real, em que as pessoas dedicam de 8 a 10 horas semanais, sem essa correria desenfreada e todas as pressões que os outros fazem por aí. Um projeto de dois a cinco anos, realmente flexível, em que você não precisa faltar ao aniversário da sua filha para provar que está comprometido. Você desistiria? Será que os outros desistiriam? Provavelmente a sua rede cresceria de forma mais lenta, mas a retenção seria absurdamente maior, pois a sua imagem não seria a de um chato, e sim de um grande amigo, companheiro e professor. Isso é Marketing de Rede!

Para liderar uma grande organização sólida e fiel, você deve conquistar a admiração das pessoas, e não o repúdio. Este é um negócio de relações humanas, e não de dinheiro pelo dinheiro. Percebe as diferenças?

Um verdadeiro líder jamais faria Marketing de Rede para ficar rico. Ele quer ser feliz, ao lado da esposa e dos filhos. Quer ter um trabalho flexível, que lhe permita dedicar algumas horas semanais para estudar violão e se encontrar com os amigos.

O verdadeiro líder quer ter um bom carro e uma boa casa, mas não está preocupado que seja o carro mais caro do mundo. Ele quer é ter paz de espírito e se sentir bem perante as outras pessoas. Quer que a sua rede admire o seu exemplo, por ser alguém que realmente as ajuda a alcançarem o que desejam... e assim elas nunca mais vão se afastar dele.

Por isso, tão importante quanto a empresa, são as lideranças. Pense nisso.
Por Sergio Buaiz

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Diferenças entre consultoria de recolocação profissional, outplacement e headhunting



No amplo mercado de serviços em recursos humanos é bastante freqüente a existência de empresas que se propõem a oferecer assessoria com o objetivo de auxiliar profissionais, executivos ou não, na busca de uma recolocação no competitivo mercado de trabalho. Volta e meia, pela internet ou através da mídia em geral, vemos o surgimento de novas empresas oferecendo esses serviços. Porém, não obstante os já numerosos alertas publicados pela imprensa em geral, escrita e falada, muitas pessoas, movidas pela inocência e, principalmente, pelo desespero de conseguir um emprego de forma fácil e rápida, acabam ludibriadas por pseudo-consultores que se aproveitam dos sonhos e da fragilidade de pessoas de bem para vender-lhes aquilo que jamais irão entregar. Antes de tudo, é preciso que se diga que o mercado de recolocação profissional (pessoa-física) ou Outplacement - como é conhecido quando oferecido no modelo empresarial/corporativo - é uma atividade lícita, complexa e muito necessária, possuindo grande demanda de serviços, justamente porque cada vez mais pessoas necessitam de apoio e orientação especializados para que possam enfrentar, com diferenciação, os processos de seleção das empresas - esses cada vez mais exigentes. Contudo, o simples exercício da atividade, exige a atuação de Consultores com “C” maiúsculo, munidos da experiência e competência necessárias para que possam, de fato, ajudar quem necessita de orientação. Portanto, em se tratando de atividade lícita e necessária, estamos falando, na verdade, de um problema ético, ou seja: pessoas irresponsáveis trabalhando em empresas duvidosas, cuja missão parece ser uma só: enganar as pessoas. Isso é um caso de polícia e precisa acabar. Na condição de Consultor de Outplacement, a única maneira que vejo para contribuir para o fim desse tipo de “crime”, é procurar esclarecer e divulgar as boas-práticas da atividade, alertando e conscientizando um maior número de pessoas para que, caso encontrem alguma empresa desonesta pela frente, sejam capazes de identificar e separar o joio do trigo, evitando desgastes desnecessários, pois já bastam as preocupações normais de quem busca uma recolocação. A seguir, apresento alguns conceitos, práticas e reflexões gerais com esse objetivo. Com isso, creio, só será enganado quem realmente quiser.

Diferenças entre Consultoria de Recolocação Profissional, Outplacement e Headhunting

Recolocação profissional é uma denominação que, em geral, caracteriza a atividade de consultoria que objetiva oferecer apoio e orientação para facilitar o processo de recolocação profissional no mercado de trabalho. Como pessoa-física, você contrata esses serviços e arca totalmente com os seus custos, estando empregado ou não. Já a consultoria de outplacement, indica que a empresa que demite o profissional deseja auxiliá-lo em sua busca de uma nova recolocação. Para tanto, a empresa demissora contrata os serviços de uma consultoria e, nesse caso, os custos são todos da empresa, você não paga nada. Em ambos os casos, cuidado. Escolha bem a empresa que irá ajudá-lo. O headhunter – também conhecido como caça-talentos – é um consultor cujo trabalho se resume em recrutar e selecionar, no mercado, profissionais para uma determinada empresa que contratou os seus serviços, segundo um conjunto de características – perfil do cargo – determinado pela organização contratante. É o outro lado da mesa. Nesse caso, um headhunter poderá perfeitamente buscar o profissional que necessita em alguma empresa de recolocação ou outplacement. 

Em que consistem os serviços de recolocação profissional e/ou outplacement? 

 Em geral, para ambos os casos, as boas consultorias devem oferecer apoio e orientação de bom nível em duas frentes: análise e revisão da carreira profissional (coaching) e auxílio no planejamento das estratégias para a melhor divulgação no mercado. Obviamente, que outras práticas também são muito necessárias, como elaboração de um material curricular diferenciado, orientação para participação em processos de seleção e um acompanhamento “de perto”, através de um trabalho individual, que mostre interesse e empatia pelo cliente. 

Qual o perfil de um bom Consultor de Outplacement ou Recolocação Profissional? 

Ele deve ser alguém com experiência anterior de trabalho com pessoas; alguém oriundo da área de recursos humanos, por exemplo, que conheça carreira profissional em diversos níveis, sobretudo carreira executiva, e esteja habituado a realização de atividades envolvendo aconselhamento de pessoas. Formação superior e cursos de aperfeiçoamento na área são imprescindíveis, além de excelente nível cultural.

Como saber se uma empresa é lícita e confiável?

Hoje em dia, uma simples consulta na internet pode ajudar a esclarecer o problema. Digite o nome da empresa num site de busca e leia tudo o que já foi publicado sobre ela. Consultar antigos e atuais clientes também é uma boa prática, além dos órgãos de defesa do consumidor, para ver se não existem muitas reclamações sobre a empresa. Ah, não se esqueça: o seu feeling também é muito importante nessas horas. Não o despreze. Além disso, fique sempre atento para alguns sintomas de empresas e consultores pouco confiáveis. Aqui vão alguns: · Desconfie daquelas empresas que exigem a cobrança de uma taxa para que você participe de processos de seleção enquanto candidato. Lembre-se daquilo que dissemos acima: empresas de seleção (headhunting) apenas são remuneradas por outras empresas que contrataram os seus serviços. Nesse caso, o “consultor” com “c” minúsculo, deve estar querendo cobrar nas duas pontas, o que não é ético. · Fuja daqueles consultores que prometem tudo rapidamente, bastando assinar um contrato para que você obtenha a vaga ou a possibilidade de participar de alguma entrevista naquela empresa dos seus sonhos, com salário de marajá. Não assine nada na hora. Volte para casa, faça as consultas necessárias. Reflita. Não tenha pressa. · Saiba que nenhuma empresa de recolocação tem o poder de abrir vagas em outras empresas, nem indicá-lo de forma diferenciada para que “somente você” seja o escolhido. Cuidado com promessas de entrevistas e a certeza de que “você será recolocado rapidamente, fique tranqüilo”. O mercado não está fácil para ninguém. Não entre nessa. · Pergunte tudo sobre a empresa e sobre os consultores que irão atendê-lo. Experiência na área, formação, cursos de desenvolvimento etc. · Faça tudo isso e prepare-se para um trabalho duro, pois outra característica de uma boa empresa de recolocação é justamente fazer com que seu cliente seja o grande mentor do seu próprio sucesso, trabalhando com foco, seriedade e determinação. 

Gilberto de Moraes Psicólogo organizacional e Pós-Graduado - MBA - em Gestão Estratégica de Recursos Humanos. Consultor sênior de Recursos Humanos e "Executive Coaching", Treinamento, Desenvolvimento e Avaliação de executivos e profissionais. Diretor-responsável pelas áreas de Outplacement/Recolocação Profissional e Aconselhamento de Carreiras – Coaching, da Facioli Consultoria www.facioliconsultoria.com.br

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Crescimento dos smartphones anima mercado no 1º trimestre

A forte demanda por smartphones estimulou ainda o volume do mercado geral de celulares no primeiro trimestre de 2011, e fez da Apple, fabricante do iPhone, um dos vencedores no mercado, informaram grupos de pesquisa nesta sexta-feira (29).
A IDC estimou em 20% o crescimento do mercado no primeiro trimestre, com a ajuda de fortes ganhos de fabricantes menores mas redução nas participações dos três líderes: Nokia, Samsung e LG.
As vendas do iPhone mais que dobraram ante as do período em 2010, com a ajuda das fortes vendas da Verizon Wireless e de novas operadoras em outros mercados. A participação de mercado da empresa subiu a 5%.
"O iPhone uma vez mais vendeu particularmente bem nas regiões economicamente desenvolvidas do planeta, como América do Norte e Europa", afirmou a IDC.
A Apple agora está se aproximando da LG, que detinha 6,6% do mercado no primeiro trimestre. A participação da Nokia caiu a 29%, ante 25% no período em 2010, segundo a IDC.
A Strategy Analytics estimou os embarques de celulares como 17% superiores aos do primeiro trimestre de 2010, devido à demanda por smartphones nas regiões maduras e a modelos cada vez mais populares com múltiplos chips nos mercados emergentes.
"O primeiro trimestre de 2011 foi marcado por perturbações na cadeia de suprimento relacionadas à tragédia do terremoto no Japão e pela falta continuada de alguns componentes, tais como telas de toque, chips de memória e câmeras", disse Neil Mawston, analista da Strategy Analytics.
Mawston disse que a escassez de componentes pode continuar por ao menos os próximos seis a nove meses, restringindo volumes ou elevando os preços dos insumos, mas que os desafios operacionais causados por isso continuariam a ser pouco relevantes para a maioria dos fabricantes.

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Número de alunos de curso à distância cresce 62%

“Os 2,4 milhões de matriculados, em 2006, passaram para 6,4 milhões, em 2009, segundo Inep”

Com a internet as distâncias diminuíram. E, na mesma proporção que as informações passaram a circular com grande velocidade, o tempo passou a ser um dos bens mais escassos para o homem. Neste contexto, o aprendizado e o aperfeiçoamento profissional passaram a ter prioridade, ampliando o mercado para a educação à distância — cuja lembrança mais antiga para os brasileiros são os cursos do Instituto Universal, feito pelo correio, criados em 1930. Hoje essa modalidade se aplica tanto na formação acadêmica, com cursos formais sequênciados desde a eduação básica até a graduação e pós-graduação, licenciados pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), quanto a cursos de treinamento e aperfeiçoamento profissional, nos chamados cursos livres.

Para se ter uma ideia deste mercado, em 2009 eram 6,4 milhões de alunos matriculados em cursos livres online e sequenciados no Brasil. Eram 2,4 milhões em 2006 — avanço de 62,5%. O número de instituições de ensino passou de 25, com a oferta de 46 cursos, em 2002, para 115, com a oferta de 647 cursos, em 2008, conforme os útimos dados do Instituto Nacional de Ensino e Pesquisa (Inep) sobre o assunto.

Segundo o ex-ministro da Educação, Carlos Alberto Chiarelli, atual presidente da Associação da Cadeia Produtiva de Educação à Distância, os últimos dados apontam para a movimentação de algo próximo a R$ 3 bilhões por ano.

O ex-ministro lembra que apenas nos cursos superiores à distância há no Brasil atualmente 690 mil alunos. “Mas este número está estável há um bom tempo”, ressalta. “O crescimento deste mercado está diretamente associado com o avanço da tecnologia”, comenta Chiarelli. Ele ressalta que é esse avanço tecnológico, por exemplo, associado a questão do tempo, que torna cada vez mais interessantes para as empresas atuarem com tutoriais (cursos) de ensino à distância para o treinamento de pessoal.

A empresa curitibana Digital SK, que desenvolve soluções completas, abertas e integradas de e-learning para projetos de educação corporativa e acadêmica, retrata bem esse mercado corporativo. Entre os clientes do grupo está a Electrolux. “Eles estão com um novo produto e querem uniformizar o discurso dos seus vendedores para vender este produto no mercado. Por isso, montamos um curso de treinamento voltado para a empresa”, conta José Eduardo Matte, diretor de negócios da empresa.

Ele revela que este tipo de solução em forma de vídeo-aulas, chamadas de pílulas, tem 20 minutos e custam entre R$ 1.700 a R$ 6.800. A diferença de preços, segundo Matte, está associada ao número de recursos de mídia necessários para tornar a aula mais interessante.

A Digital SK, apenas no primeiro semestre de ano, registrou elevação de 70% no volume de vendas no primeiro semestre deste ano, além de 120% de aumento de projetos para clientes recorrentes. O motivo foi o aquecimento do mercado pela demanda reprimida no ano passado, em função da crise econômica, além de investimentos e esforços diretos da empresa.

Fonte: Impresa ESAB

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Conheça o Web Designer - Profissão ou Hobby?

“As páginas não seriam tão bonitas, ergonômicas e funcionais se não houvesse a influência de pessoas que estudaram meios para fazer da internet algo além de hiperlinks e botões. Conheça o webdesigner!”

Se voltarmos dez anos no tempo só para analisarmos como um site de internet se parecia, encontraríamos algo bastante rudimentar em comparação ao que temos hoje. Interfaces constituídas por frames, hiperlinks mantidos em azul, botões e gifs animados - que atualmente renderiam motivos para não voltar mais àquela página. Entretanto, resumir a atuação do webdesigner a apenas deixar interfaces bonitas e saber trabalhar com softwares gráficos é eliminar uma série de estudos (indispensáveis) na formação de um bom profissional.

Entretanto, antes de chegarmos ao webdesign propriamente dito, é preciso saber que esta profissão é um dos braços do design aprendido nas faculdades. Por isso, é importante ter em mente que ser um bom designer pouco tem a ver com saber aplicar filtros de Photoshop com maestria, tampouco criar formas e layouts a esmo. Se você deseja trabalhar como webdesigner, precisa saber que a faculdade envolve três grandes áreas: o design gráfico, design de produto e design de moda.

O QUE É O WEBDESIGN?



Dessa maneira, pode-se encaixar o webdesign dentro do design gráfico, uma vez que trabalha com a criação de projetos e desenvolvimento de interfaces gráficas de acordo com um briefing passado pelo cliente. De maneira geral, o webdesigner deve estar preparado para criar projetos, layouts, banners e até mesmo alguns scripts e ajustes na estrutura do produto web no qual ele estiver trabalhando.

O trabalho do webdesigner não se resume a criar apenas as interfaces. Muitos deles podem desenvolver aplicações web, afinal, muito do webdesign passa por linguagens de marcação e programação. Entretanto, é importante não confundir as atribuições desses profissionais com as dos desenvolvedores web. Os webdesigners têm como maior preocupação desenvolver uma interface sólida que garanta o perfeito entendimento do conteúdo e a qualidade de navegação. Os focos são bastante diferenciados, porém nada impede ambos de acumularem as funções.

QUAIS PROGRAMAS ELES USAM?


Para ser um bom webdesigner você precisa saber linguagens de marcação como HTML, XML, XHTML, linguagens de folhas de estilo (CSS, XSL), assim como algumas formas de script como JavaScript, PHP e ASP. Não é necessário saber as essências dessas linguagens, porém é bom tê-las bem trabalhadas para casos em que o projeto envolva fazer alterações estruturais em templates e outros usos. Já que haverá a necessidade de saber usar PHP e ASP, é importante saber como trabalhar com bancos de dados MySQL e PostgreSQL.

Em termos de software, o webdesigner irá utilizar técnicas do design aplicadas em softwares como o Adobe Photoshop, Illustrator e Fireworks para gerar imagens; Adobe Dreamweaver para trabalhar com CSS e linguagens de marcação; e Corel Draw para trabalhar com imagens em vetor. Esses programas oferecem precisão e facilidade para a compreensão de ferramentas, filtros e controles que garantem um bom aproveitamento da técnica aprendida na faculdade. Contudo, existem alternativas gratuitas aos editores de imagem, como por exemplo o GIMP. Alguns sites exigem animações interativas; para isso, o Adobe Flash é uma das ferramentas chave!



Entretanto, ao contrário do que algumas pessoas podem pensar, o webdesigner é um dos profissionais que mais precisa estar atualizado. O mercado de trabalho para estes especialistas é abrangente e requer estudo das teorias de cores, formas, além de noções de fotografia, história da arte e até mesmo marketing. Afinal é preciso conhecer muito bem o público que irá acessar aquele site ou aplicativo para poder adequar o design para as características que agrada a eles.

ÁREAS DE ATUAÇÃO



As áreas de atuação são bastante variadas. Basta que a empresa possua um setor de web para que esse profissional seja requisitado. Além disso, o webdesigner pode atuar como profissional autônomo ou freelancer, de modo que seus projetos serão independentes de uma empresa, porém dependem da vontade dos clientes. Dessa forma, o projeto de webdesign passa pelas seguintes etapas:
  • Análise de contexto;
  • Propósito;
  • Análise de público;
  • Adequação ao conteúdo;
  • Compatibilidade e restrições (navegadores, fontes etc).

Todos esses pontos estão interligados de uma maneira bastante forte. Inicialmente é fundamental levantar todas as informações inerentes ao público-alvo e as diretrizes de comunicação que melhor o atendem. Em seguida é definida a estrutura do site e as tecnologias que serão empregadas para viabilizar o desenvolvimento do projeto. Um dos aspectos a ser considerado é que, por ser uma mídia em constante mudança, a web exige especial atenção no que se refere a resolução, navegadores e padrões de linguagem.

Segue-se então a etapa de criação da interface, montagem dos HTMLs, folhas de estilo e demais recursos, seguida pela fase da implementação do projeto e execução de testes. Assim, se você quer ser webdesigner, deve saber que é preciso trabalhar com um resumo daquilo que o projeto deverá conter. A partir daí, é preciso fazer uma série de análises, testes e estudos a respeito das cores utilizadas, fontes, formas e vários outros aspectos.



Essa dedicação se faz bastante necessária nos últimos tempos, afinal as convergências tecnológicas vêm exigindo uma flexibilidade tanto das linguagens de programação, quanto da interface que acompanha este sistema. Por isso, depois de ter analisado o mercado e observado que as palavras de ordem são flexibilidade, disposição e conhecimento é possível fazer quase qualquer tipo de trabalho para o qual você seja designado. De nada adianta pensar em plataformas e não aplicar formas de torná-las integradas e participativas.

COMO ESTÁ O MERCADO DE TRABALHO?



Atualmente, o webdesigner deve saber atuar em meios bastante variados, afinal em pouco tempo a internet deixará de ser exclusividade de computadores. A entrada de smartphones no mercado fez com que o usuário tenha a web próxima a ele não importa onde esteja. Dessa mesma forma, o webdesigner deverá ser um profissional pronto para aprender novas linguagens e absorver novas tendências. Do contrário, o estilo e as criações ficam obsoletos, afastando este profissional do mercado. Por isso, a adaptação às várias mídias é praticamente a nova lei aos webdesigners.

Em termos de rotina de trabalho, a demanda depende bastante do lugar em que o webdesigner trabalha. Porém, o mercado tem sido ameaçado pelo que os designers chamam de “sobrinhos”. Esses “sobrinhos” nada mais são do que um usuário que até possui alguns conhecimentos de utilização de software e que começam a fazer sites para amigos e familiares. Mais tarde eles passam a fazer parte de uma parcela “não especializada”, que consegue roubar clientes dos designers profissionais por oferecerem um preço menor.



Contudo, a prática dos amadores fica em um nível em que o cliente também não exige um produto exatamente profissional. Mas ainda assim os “sobrinhos” são concorrentes. Porém, quando se trata de empregos em agências multidisciplinares - que abordam a comunicação de uma maneira completa com especialistas em web, rádio, televisão, redação e marketing - os webdesigners têm um bom momento para conseguir um lugar ao sol.

A média nacional de salários pagos a webdesigners fica em torno de R$ 1.100,00 para um webdesigner pleno. Os valores pagos a um profissional nível “master" pode chegar a R$ 1.417,00, de acordo com o Banco Nacional de Empregos. Contudo, dependendo do projeto a ser realizado, o profissional pode chegar a receber mais que o dobro desses valores, caso o cliente peça interfaces elaboradas e vários recursos. Por isso, sempre existe a alternativa de trabalhar de maneira independente, com projetos isolados.

Se você deseja se tornar um webdesigner, já tem algumas dicas de como atuar no mercado e, principalmente, a informação de que não basta apenas saber como operar os softwares. É preciso ter muito estudo e basear-se em fundamentos como cores, texturas, ponto e linha, coisa que os “sobrinhos” normalmente não têm. Por isso, se você quer se tornar um webdesigner, é importante ter a formação exigida.

Referências: Baixaki

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O profissional de Rede Sociais

Autor: Caio Lauer

Atualmente, empresas dos mais variados segmentos estão presentes nas redes sociais. Mas, o que muitos não sabem, é que para administrar estes perfis em sites como Facebook e Twitter, existe um profissional dedicado exclusivamente à esta atividade: o analista de mídias sociais. Esta profissão vem ganhando bastante espaço no mercado, mas ainda existe inexperiência nesta atividade. A intenção é humanizar a relação da organização com as pessoas e o analista é quem faz a ponte entre a empresa e o consumidor/cliente. Este profissional deve redigir bem e ser bom em relacionamento pessoal. “Uma formação superior em comunicação (Publicidade ou Jornalismo) ajuda para compreensão de hábitos de uso e consumo das mídias sociais por diferentes perfis de público. Também ajuda para aplicação de pensamento estratégico por meio de ferramentas de comunicação e marketing”, explica Andrei Scheiner, coordenador do curso de Comunicação Social do Centro Universitário Plínio Leite (Unipli). As empresas utilizam as redes sociais a fim de promover campanhas e criar um canal de relacionamento com seu público. As atividades rotineiras do profissional são baseadas em divulgar informações que vão atrair pessoas em determinados assuntos. Após esta ação, o importante é reter os usuários nas páginas, então o analista deve sempre publicar conteúdo relevante para que estas pessoas continuem acompanhando o canal da empresa. A terceira etapa do processo é criar o chamado vínculo com os consumidores, com ações que humanizem a marca. “Temos clientes governamentais que criam páginas nas redes com a intenção de prestar serviço para o cidadão. Trabalhamos com uma página de Twitter que funcionou como uma ouvidoria. Reunimos as reclamações e encaminhamos às secretarias competentes”, conta Marcelo Ottoni, diretor de criação da Talk Interative, empresa de estratégias digitais. Formação A primeira dificuldade no mercado é que as instituições de ensino ainda não oferecem cursos consolidados neste segmento. Hoje, já existe nas grades curriculares de faculdades, disciplinas relacionadas às mídias sociais, mas nada muito especializado. A tendência é que os profissionais busquem no próprio mercado de trabalho esta capacitação. “Eles precisam dedicar um precioso tempo a estes canais. E logicamente, entender bastante do negócio em que atua. As redes são oportunidades também, além de interação, de gerar negócios. Já vimos cases de grandes empresas, como uma grande construtora que vendeu um imóvel pelo Twitter, por exemplo”, diz Carolina Stilhano, gerente de Comunicação da Catho Online. Hoje, há uma certa banalização da profissão por muitos gostarem de redes sociais, como usuários, e acharem que podem trabalhar neste ramo. Este é um problema que acompanha o mercado digital. Assim como a criação de sites, no início da internet, era feita de forma semi-amadora, no cenário das redes sociais acontece da mesma forma. “É fácil criar um perfil pessoal em um site de relacionamento. O difícil é pensar em uma estratégia, definir uma atuação, olhar para a necessidade da empresa e, a partir daí, fazer um planejamento estratégico de como este veículo atenderá a demanda”, explicaMarcelo Ottoni. As empresas, ao criarem perfis em canais com Facebook e Twitter, devem ter a consciência que abriram uma porta de comunicação com o mercado consumidor.

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