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Os 4 Ps do Marketing, por Daniel Portillo Serrano

O Marketing Mix, pode ser definido como a combinação de elementos variáveis que compõe as atividades de Marketing. O conceito se baseia nos estudos de Neil Borden que usou este termo, pela primeira vez em 1949. Borden afirma em sua obra que o termo lhe veio à cabeça ao ler os estudos de outro autor de sua época (James Culliton), que chamava os executivos de liquidificadores (mixers), já que a sua função era a de materializarem receitas, seja misturando os ingredientes, mudando suas quantidades ou inventando novos elementos. A partir de então a expressão Marketing Mix (mistura de Marketing) ou Composto de Marketing, como é conhecida no Brasil, passou a ser a teoria mais aceita para efetivar atividades de Marketing. Atualmente, o Marketing Mix é considerado como  base fundamental para o Marketing tático / operacional.



Jerome McCarthy, professor da Universidade de Michigan, aprimorou a Teoria de Borden e definiu os 4 grandes grupos de atividades que representariam os ingredientes do composto e os separou em:
1. Product;
2. Price;
3. Promotion;
4. Place.
Atualmente, o composto de Marketing é conhecido internacionalmente como “Os 4 Ps do Marketing”. Por esse motivo, diversos países trataram de traduzir para o  seu idioma, os 4 grupos,  em palavras  que mantivessem a grafia iniciada por “P”. Dessa forma, no Brasil as atividades passaram a ser: Produto, Preço, Promoção e Praça (ou Ponto-de-Venda).
Apesar das inúmeras tentativas de se incluírem mais P’s aos 4 originais, como por exemplo, Profit (lucro), People (pessoas), Public Relations (Relações Públicas), todas elas se mostraram infrutíferas, ficando claro que os 4 originais englobariam as demais. Dessa forma “Promotion” que em português pode induzir ao erro de ser entendido como Promoção de vendas, é o guarda chuva que engloba Propaganda, Relações Públicas, Trade, a própria Promoção de vendas e todas as demais atividades relacionadas.
Assim, os grandes nomes do Marketing, incluindo-se nessa relação Philip Kotler, a maior autoridade em Marketing da atualidade, ainda consideram a teoria original e mantém o composto de Marketing com “apenas” 4 Ps. Ele define o composto de Marketing como “o conjunto de ferramentas que a empresa usa para atingir seus objetivos de marketing no mercado alvo”.
Cada variável engloba uma série de atividades. As mais comuns em cada um dos quatro P’s são: 



Variável
Atividades
Produto
Diferentes tipos de Design
Características
Diferenciais com a concorrência
Marca
Especificações
Política de Garantia
Embalagem

Preço
Financiamentos
Condições de Pagamento
Prazo médio
Número de Prestações
Descontos
Crediário
Promoção
Propaganda
Publicidade
Relações Públicas
Trade Marketing
Promoções
Praça
(Ponto-deVenda)
Lojas
Canais de distribuição
Logística
Armazenamento
Distribuição


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Daniel Portillo Serrano é Palestrante, Consultor e Professor. Bacharel em Comunicação Social com ênfase em Marketing Pela Universidade Anhembi Morumbi, e pós graduado em Administração de Empresas pelo Centro Universitário Ibero-Americano - Unibero, Mestrando em Administração de Empresas pela Universidade Paulista - UNIP. É consultor de Marketing e Comportamento do Consumidor e editor dos sites Portal do Marketing e Portal da Psique . Tem atuado como principal executivo de Vendas e Marketing em diversas empresas do ramo Eletroeletrônico, Telecomunicações e Informática. É professor de Marketing, Administração, Estratégia, Comportamento do Consumidor e Planejamento em cursos universitários de graduação e pós graduação. Acesse aqui o Currículo Lattes de Daniel Portillo Serrano  . Veja um Vídeo do Daniel Portillo Serrano

Via Portal do marketing / Youtube

por Daniel Paulino · 0

Marketing em Tempo Real - Sua Empresa Está Preparada para Isto?




Tecnologia e práticas gerenciais estão sendo combinadas para criar uma nova forma de marketing, chamada de Real-Time Marketing - marketing em tempo real - na qual produtos e serviços, além de atender às necessidades e desejos únicos e exclusivos de cada cliente, vão continuamente aprendendo com esses clientes, garantindo sua satisfação ampla e permanente. No marketing em tempo real, os produtos e serviços não são apenas customizados para os clientes, mas tem a habilidade de se desenvolver ao longo do tempo, reagindo às mudanças nas necessidades e desejos dos consumidores. O marketing em tempo real é eminentemente descentralizado, uma vez que as adaptações ocorrem localmente, baseadas na interação direta entre o produto e o consumidor. O marketing em tempo real integra e estende tanto a customização em massa (também chamado de marketing um-a-um) e o marketing de relacionamento.

A grande vantagem para as empresas pioneiras na prática do marketing em tempo real é que terão a possibilidade de tornar seus clientes leais, criando altos trade-offs que dificultarão a sua decisão de mudar de fornecedor. O grande desafio – notadamente nesta época em que prestar serviços é essencial – será fazer com que as pessoas da organização se integrem a nova sistemática e modifiquem seus comportamentos, que deverão estar orientados para a agregação contínua de valor para o cliente.

As vantagens competitivas obtidas por organizações como a BMW e Microsoft nos permitem afirmar que, em função do seu poder de desenvolver a lealdade do consumidor, o marketing em tempo real brevemente se transformará no paradigma dominante para um significativo número de organizações que pretendem se destacar em um mundo cada vez mais global.

A evolução do conceito de marketing

O marketing passou por várias etapas até o surgimento do conceito de Real Time. Até a década de 50, a oferta de produtos e serviços era – de modo geral – bastante inferior a procura. Eram tempos em que a grande ênfase das empresas produtoras de bens e serviços estava na ampliação da produção, sem que existissem maiores preocupações com a qualidade daquilo que se oferecia ao mercado.

Em 1955, Peter Drucker, no seu célebre The Practice of Management, captava significativas mudanças na relação oferta X demanda e afirmava que "em particular, a nova tecnologia demanda que os gestores criem os mercados para seus produtos. A gestão não pode se manter satisfeita com os mercados existentes e não pode mais pensar que o ato de vender significa somente encontrar alguém disposto a comprar o que nós produzimos. É preciso criar mercados através de um trabalho conciencioso e sistemático. Acima de tudo, é preciso focar continuamente na criação de um poder de compra massificado, criando hábitos de compra massificados." O célebre professor austríaco continua no parágrafo seguinte afirmando que "o próprio marketing é afetado pelos conceitos básicos da nova tecnologia. Nós discutimos aqui a automação como se fosse exclusivamente um processo de produção. Entretanto ela é mais do que isso, pois trata-se de um princípio de trabalho em geral. Entretanto, os novos métodos de marketing de massa podem requerer uma maciça aplicação dos princípios da automação ... o próprio marketing está rapidamente se transformando em um processo integrado."

Inspirados pelos conceitos de Drucker, os primeiros profissionais de marketing partiram para determinar formas de gerar comportamentos massificados de compra. Utilizando-se principalmente da propaganda, passaram a estimular o consumo das mais variadas formas.

Embora os avanços tecnológicos já fossem expressivos nesta época, a realidade é que - em função de fenômenos como o baby boom - os mercados continuavam apresentando uma procura superior a capacidade de oferta agregada. Com isso, era possível focar os esforços apenas no aumento do número de transações, não havendo uma preocupação preponderante com a manutenção dos clientes – afinal, caso perdessem alguns consumidores, as empresas sabiam que a demanda por seus produtos continuava assegurada por todos aqueles que ainda não haviam conseguido saciar suas necessidades de consumo.

É interessante destacar que muitas empresas brasileiras ainda vivenciam este paradigma. Vários setores da nossa economia ainda são monopólios ou cartéis formados por pouquíssimas empresas. Esta deformação de mercado permite a adoção de uma política que ignora a soberania do cliente quanto às suas escolhas. Na verdade essas empresas não acham que tem clientes a atenderm mas apenas reféns que precisam ser "administrados". Podemos encontrar diversos exemplos para essa afirmativa analisando o comportamento de algumas de nossas companhias aéreas, a maioria das operadoras de serviços telefônicos e - de uma forma geral - todos os chamados "serviços públicos" - que mesmo sendo, hoje, operados por empresas privadas, continuam ignorando solenemente as demandas do mercado e submetendo a população a apagões e outros suplícios de igual monta.

Mas considerando o cenário mundial, verificamos que o tempo passa, o avanço tecnologico prossegue de maneira exponencial e já no início dos anos 80 – 1983, para ser exato - Theodore Levitt, célebre professor da Harvard Business School, afirma no seu famoso livro A Imaginação de Marketing que marketing significava conquistar e manter clientes. Esse conceito extremamente simples na sua formulação, sintetizava uma idéia bem diferente daquela que Peter Drucker prenunciara. Não era mais suficiente gerar mercados e hábitos de compra massificados. Não havia mais clientes em profusão, com necessidades ainda não atendidas. Na verdade o desenvolvimento tecnológico acelerado – que acabou por intensificar cada vez mais a concorrência - conseguiu fazer com que o mercado acabasse por ser abastecido de maneira mais ou menos homogênea. As situação mudou e as empresas passaram a perceber que se perdessem um cliente, não haveria outro "na fila" para tomar o seu lugar.

A partir desta constatação, o marketing passou a valorizar mais os instrumentos de planejamento, uma vez que começava a se travar uma verdadeira guerra pelo mercado (prova disso é que a metáfora militar passou a ser freqüentemente utilizada pelos profissionais da área, dando origem a livros como Marketing de Guerra, Marketing de Guerrilha e outros).

Novamente é importante salientar que muitas empresas brasileiras ainda se utilizam das metáforas militares para orientar suas estratégias de mercado. Visualizando os concorrentes como um inimigo a ser derrotado e os mercados como territórios a serem conquistados essas empresas estão o tempo todo "treinando" seus colaboradores – exércitos? – em atividades facilmente comparáveis a manobras militares. Na verdade, todo este esforço acaba mais por condicionar do que por desenvolver os reflexos de quem deles participa. Surge então a necessidade de chefes fortes, que dominem com competência a célebre teoria da "cenoura e do cacete". Capazes de exigir uma obediência a toda a prova, esses verdadeiros "sargentões" acabam por drenar com uma rapidez espantosa toda a energia de sua equipe. Em pouco tempo tornam-se comandantes de um verdadeiro "exército Brancaleone".

Mas a concorrência continua a aumentar e muitas empresas continuam a se desgastar numa verdadeira guerra de trincheiras, até que, em 1991, uma nova abordagem ao mercado foi proposta por Regis McKenna, um ex-executivo do Vale do Silício. Em seu livro intitulado Marketing de Relacionamento, McKenna afirmava que "nos dias de hoje o marketing não pode ser separado do desenvolvimento de produtos, da produção, das finanças e das vendas. As empresas bem sucedidas tem que estar dispostas a adaptar seus produtos e serviços às necessidades dos clientes. Forjando uma nova relação entre cliente e empresa, o profissional de marketing eficaz atuará como integrador, trazendo o cliente para dentro da empresa, como participante ativo do desenvolvimento desses bens e serviços."

Alguns profissionais de marketing percebem imediatamente que a proposta de McKenna provavelmente representava o início de um novo paradigma que regeria as relações entre as empresas e seus clientes. Observando a questão de uma perspectiva interna, passam a visualizar a importância de se buscar uma maior sinergia entre as áreas de recursos humanos, informática e finanças. Começa aí uma busca incessante por uma nova arquitetura organizacional, capaz de integrar diversas funções que até então eram vistas como exclusivas de um determinado departamento. Os profissionais de recursos humanos, por exemplo, começam a se engajar ativamente nos esforços mercadológicos de conquista e retenção de clientes. As áreas de sistemas começaram a apresentar freqüentemente opções que permitissem "agregar valor" – expressão que se popularizou rapidamente – para o cliente.

No Brasil este é o estágio no qual se encontra a maioria das empresas. Foco nos processos, reengenharia, programas de qualidade e análise de valor são os principais motes de nossas organizações. Percebe-se imediatamente uma mudança significativa na qualidade do relacionamento das empresas com seus mercados. Estruturas funcionais são substituídas por novos arranjos com características matriciais. Estimula-se o empowerment. Decreta-se o fim das chefias e a ascenção das lideranças. A metáfora militarista arrefece, dando lugar a uma nova visão do relacionamento das empresas com seus fornecedores, intermediários e clientes. Percebe-se um certo alívio no clima interno, afinal nenhum empreendimento pode viver uma situação de beligerança eterna.

Por outro lado, um fantasma antevisto por Keynes já na década de 30 sai definitivamente do armário: o desemprego tecnológico. Se o estado de prontidão permanente vivido durante os "anos de guerra" já havia produzido um grande desgaste no moral das equipes, a angústia e expectativa gerada pelo fim do pacto capital X trabalho - que vigorara desde os primórdios da Revolução Industrial - foi uma verdadeira ducha fria no ânimo daqueles que, direta ou indiretamente, deveriam estar integralmente voltados para a busca incessante do encantamento dos clientes.

Convocados para atuar como bombeiros, os profissionais de marketing e de recursos humanos passam a concentrar seus esforços na construção de um clima interno motivador. Algumas empresas – o HSBC/Bamerindus é um exemplo – mesmo tendo reduzido significativamente o número de empregados vêem suas despesas de pessoal crescerem ao invés de diminuir. Outras optam por aproveitar o excesso de oferta de mão de obra – e consequente queda de preço do trabalho – e renovam parte substancial de seus quadros. Os primeiros balanços não são animadores. Empregados melhor remunerados porém inseguros não são produtivos. Corpo funcional renovado depende de tempo para aprender a cultura da organização, conhecer suas políticas e idiossincrasias e .... começar a produzir. Enquanto isso, os clientes se submetem a ser atendidos por gente mal humorada, insegura e acima de tudo, infeliz.

Para complicar ainda mais o cenário, dois anos depois do livro de McKenna, Don Peppers e Martha Rogers – ele um respeitado executivo da área de comunicação e ela professora de marketing na Bowling Green State University, em Ohio – propunham que, ao invés de buscar vender seus produtos ao maior número possível de pessoas, as empresas deveriam buscar vender mais bens a um menor número de pessoas.

O que Peppers e Rogers propunham é que as empresas precisavam desenvolver mecanismos que lhes permitissem aprender com seus clientes e rapidamente responder as mudanças em suas necessidades e desejos, processando as alterações necessárias nos produtos e serviços para que pudessem se adaptar as novas demandas.

A proposta de Peppers e Rogers determinava a morte da ênfase exclusiva na transação. Para aumentar o share-of-pocket – ou seja, o a participação da empresas nos gastos de cada cliente – é fundamental fortalecer o relacionamento com cada consumidor. O problema é que as relações entre pessoas são construídas em cima do tripé confiança, credibilidade e empatia. Para operacionalizá-lo é preciso que todos os colaboradores da organização estejam comprometidos com o sucesso do cliente. Não bastam sistemas, processos e parâmetros. Não adianta trabalhar apenas a dimensão cognitiva, mas é preciso trabalhar aspectos afetivos deste relacionamento. Em outras palavras: na customização em massa é preciso que as pessoas da organização estejam comprometidas.

O mercado assistia e respondia – embora de maneira cada vez menos efetiva – a cada uma dessas mudanças de enfoque. Na verdade, a cada nova expectativa de que as empresas realmente passassem a ser orientadas segundo a promessa original de marketing – satisfazer as suas necessidades – o que aconteciam eram novas decepções, originadas da percepção de que as organizaçòes continuavam vendo seus clientes apenas como uma espécie de massa de manobra, que deveria ser manipulada.

Paralelamente, as necessidades e demandas destes clientes se sofisticavam, sua paciência se esgotava e, em consequência, ia se criando uma legião de consumidores que tinham uma dificuldade cada vez maior de ficar plenamente satisfeitos com o que lhes era oferecido.

O cliente nunca fica satisfeito

"Quero que o produto/serviço dos meus sonhos seja oferecido aqui e agora, feito especialmente para mim e do jeito que eu gosto." Muito provavelmente essa seria a afirmação que ouviríamos caso nossos consumidores fossem convidados a descrever suas expectativas em relação aos nossos produtos/serviços.

Se utilizarmos o raciocínio convencional de marketing, concluiremos que é praticamente impossível atender uma demanda deste tipo. Podemos mesmo imaginar que, caso envidemos todos os esforços para fazê-lo, podemos ficar submetidos a uma espécie de tirania do cliente, que ficaria cada vez mais exigente, nunca se satisfazendo com aquilo que oferecemos e querendo sempre mais.

Como podemos depreender o conceito de marketing parece condicionar um procedimento mais ou menos padrão para a maioria das empresas: baseadas em dados obtidos através de pesquisas mercadológicas, viabilizam uma determinada tecnologia que lhes permita oferecer um produto/serviço ao mercado. Aguardam o feedback do cliente a respeito deste produto/serviço e fazem as alterações solicitadas. Aguardam para ver o efeito que as alterações geraram no comportamento de compra do mercado, fazem novas alterações, aguardam mais um pouco para avaliar os resultados, fazem novas adaptações ... aguardam ... e ficam dando voltas em torno de si mesmas, tal qual a serpente mitológica que morde o próprio rabo. Enquanto essas empresas se esforçam para agradar – num primeiro momento a grandes segmentos de mercado e depois aos indivíduos - o consumidor rapidamente perde a paciência de esperar e prefere "tentar" uma nova opção, oferecida pelo concorrente.

Por mais que tal realidade possa incomodar, parece que não há como agir diferente, pelo menos no setor de produtos. Na prestação de serviços, a característica de haver sempre uma interação entre o fornecedor e o cliente permite que o primeiro busque perceber rapidamente as variações nas necessidades e humores dos clientes e tente se adaptar, da melhor maneira possível, ao perfil do cliente que está sendo atendido no momento. Mas isso só é possível em situações nas quais há tempo suficiente de interação para que o prestador de serviços possa perceber e improvisar algumas mudanças. Mas com produtos o mesmo não acontece. Afinal, as máquinas não são como os seres humanos e para funcionar dependem de determinados parâmetros que precisam ser pré-estabelecidos.

Surge o Marketing em Tempo Real

Antes de detalharmos conceito e desafios inerentes a prática do marketing em tempo real, tentaremos, através de dois exemplos, demonstrar como sua concepção é totalmente diferente das idéias típicas do marketing de transação, de relacionamento e da customização em massa.

Marketing em tempo real é uma abordagem na qual produtos e serviços personalizados continuamente atualizam a si mesmos, através do monitoramento das transformações das necessidades e desejos dos consumidores, sem que seja preciso a intervenção do pessoal da empresa que está fornecendo esses produtos e serviços. Na verdade, não é preciso sequer que o consumidor expresse sua vontade de que esses produtos e serviços mudem, eles reconhecem essa vontade por si mesmos e providenciam as alterações necessárias.

Assim, no marketing em tempo real, os profissionais de marketing atendem seus consumidores com (a) produtos que são customizados para suas necessidades atuais e que possuem a capacidade e flexibilidade de se adaptar sozinhos a novas necessidades e preferências dos consumidores; (b) continuamente interagindo com o consumidor garantem a satisfação pós-compra sem a necessidade de qualquer interveniência do fornecedor original.

Para tornar o marketing em tempo real economicamente viável, é preciso operar alterações tecnológicas no produto/serviço. Na verdade, é preciso torná-los inteligentes, no sentido de capazes de aprender com os próprios clientes. Vários exemplos começam, pouco-a-pouco, a aparecer. A Mitsubishi equipou seus carros da série HSR IV com diversos ítens que se adaptam as características individuais de cada motorista que está dirigindo o carro: o sistema de transmissão-freios-tração automaticamente "aprende" o estilo de quem está dirigindo e se ajusta para oferecer a melhor performance possível. O painel automaticamente se reagrupa para oferecer a cada motorista a melhor visibilidade possível dos instrumentos. O banco se posiciona de forma tal que ofereça o maior conforto e praticidade possível, em função das características físicas do motorista.

Outro exemplo interessante são os processadores de texto e planilhas eletrônicas que se ajustam ao serviço que está sendo realizado, oferecendo automaticamente alternativas mais adequadas para uma melhor realização das tarefas que estão sendo propostas.

A verdade é que, hoje, já não nos assusta mais a idéia de ter um televisor que aprenda sobre nossos hábitos e se ligue automaticamente na hora que começa o nosso programa predileto e vá aprendendo como preferimos posicionar o controle de volume ou de brilho.

São dois os desafios que o marketing em tempo real impõe aos profissionais de marketing: (a) oferecer produtos ou serviços que sejam simultaneamente customizados e adaptáveis; (b) desenvolver mecanismos que permitam freqüentemente lembrar aos consumidores sobre qual foi a empresa capaz de lhes oferecer aquele produto, garantindo que da próxima vez que este consumidor for assaltado por uma necessidade, vá optar por aquele fornecedor para satisfazê-la.

Hoje em dia, tempo e espaço se unem numa única dimensão, exigindo que nos tornemos capazes de aprender com o consumidor no mesmo momento que estamos lhe vendendo um produto ou prestando um serviço, assegurando sua satisfação imediata, única forma de fidelizá-lo. Para isso temos que abrir mão de técnicas de marketing praticadas até uns poucos anos atrás, mas que não são mais capazes de responder positivamente à sofisticação das necessidades dos consumidores.

Contudo, o maior desafio ao marketing em tempo real não é de natureza técnica.

A grande dificuldade, que precisará ser enfrentada de frente pelos profissionais de marketing e recursos humanos e garantir que a tecnologia seja suportada por comportamentos e atitudes das pessoas das organizações. De que adianta ter um produtos fantástico, se o cliente é mal atendido?

Apenas para ilustrar um dos diversos paradigmas que precisarão ser revistos pelas organizações para se preparar para o marketing em tempo real, propomos que se analise três aspectos básicos do relacionamento das empresas com seus empregados: a motivação, os sistemas de recompensa e o ambiente organizacional.

a) Motivação

Para que esta análise fique consistente, um primeiro passo é tomar conhecimento dos resultados de pesquisas que vêm sendo realizadas sobre o desempenho das pessoas no trabalho, principalmente quanto aos aspectos que dizem respeito à motivação.

Tais pesquisas indicam que o ser humano não é regido por leis exatas e que a existência de motivação para o trabalho se dá pelas mais diferentes razões internas de um indivíduo. As pessoas possuem necessidades diferentes entre si e buscam satisfação de formas diversas. Estas necessidades dizem respeito a suas vivências individuais, conforme apontou Freud, possuem uma lógica interna própria e o que podemos observar são suas reações a estas vivências, enquanto produto final de um processo de longo tempo. Cada pessoa traz, então, para o convívio com os outros, perspectivas e visões da vida e do mundo distintas, a partir das quais se organiza para atender suas necessidades.

Portanto, os mitos em torno de motivar pessoas carecem de fundamento. Se o que motiva não é dado de fora para dentro, mas se encontra no interior das pessoas, é lá que suas fontes de motivação devem ser buscadas.

Do ponto de vista do interesse de marketing e RH, o que se pode fazer é criar um ambiente onde o desejo interno de fazer algo possa ser nutrido; considerando que o desejo interno varia de pessoa para pessoa, trata-se de desenvolver empatia - a habilidade de identificar as motivações individuais do outro - e criar um ambiente organizacional que conviva com múltiplos valores, possibilitando a cada um desenvolver suas próprias motivações.

O resultado de tal ambiente não é composto por um comportamento uniforme ideal, mas uma multiplicidade de comportamentos individuais, considerados bem-vindos à vida da empresa e ao atingimento de resultados. A implicação prática de um ambiente deste tipo é que se exige do exercício da liderança maior compromisso com a prática da negociação em todos os níveis da empresa. Daí surge a primeira pergunta: somos capazes de negociar interna e externamente visando garantir que nossos colaboradores estejam comprometidos com o sucesso de nossos clientes?

b) Sistema de recompensa

Os sistemas de premiação por desempenho nas empresas têm sido criticados por alguns autores por enfatizarem resultados a qualquer custo (estimulando práticas nem sempre saudáveis entre os funcionários), por não considerarem os fatores de motivação intrínseca dos indivíduos e por apresentarem resultados a curto prazo, em detrimento de uma revisão da administração praticada pelas empresas. Em resumo, para tais autores, os sistemas de recompensas utilizados como fator de motivação de seus empregados encobririam, no fundamental, sua má administração (representada por um ambiente organizacional que não propicia elementos para o desenvolvimento das motivações intrínsecas).

Sistemas de recompensas, em geral, partem da concepção de que é necessário reter bons empregados oferecendo-lhes benefícios adicionais ao salário. Tem objetivos claros: oferecer aos empregados uma direção a ser perseguida por todos - a de que todos ganham quando a empresa ganha. Poderíamos dizer que esta é a "mensagem" do sistema de recompensas.

O problema é que, daqui para frente, não haverá grandes ganhos financeiros a serem repartidos. Surge então a segunda pergunta: nossos colaboradores estão preparados para ser recompensados por seu empenho através de outras formas que não apenas a financeira?

c) Ambiente organizacional

Para alguns estudiosos da Teoria das Organizações, o ambiente organizacional proporcionado pela empresa moderna, orientado para resultados econômicos, retirou dos indivíduos o lugar que ocupavam anteriormente na vida social. A produção não só tomou o espaço central da vida moderna, mas expandiu-se para as outras esferas da vida, deixando aos indivíduos pouco tempo para o lazer, para as atividades familiares e comunitárias.

O indivíduo passou a se ver e a ser visto como detentor de um emprego ou ocupação, em detrimento de outros interesses e capacidades que possua. Desta forma, muito de seu potencial como ser humano deixa de ser explorado e desenvolvido, pois o âmbito do trabalho produtivo usualmente não lhe proporciona oportunidades de experiências diversificadas, através das quais possa conhecer e dar a conhecer suas características individuais.

Mesmo contemporaneamente, o ambiente organizacional do trabalho tende a ser restritivo e limitador do desenvolvimento humano. Por outro lado, tal limitação pode apresentar possibilidades para o desenvolvimento das motivações intrínsecas individuais. Algumas empresas, por exemplo, têm estimulado seus colaboradores a se tornarem voluntários em atividades comunitárias, como forma de proporcionar um outro ambiente de desafios onde o indivíduo possa desenvolver-se. Embora não existam dados que atestem os resultados destas iniciativas para as empresas, há indicações de que a satisfação dos funcionários envolvidos aumenta.

Uma terceira dúvida passa a fazer parte das angústias dos profissionais de marketing e RH: temos exercido nossa responsabilidade social de forma tal que possamos garantir que nossos colaboradores se sentem parte de um negócio que é mais do que simplesmente ganhar dinheiro?

Conclusão

Atender às necessidades do cliente em tempo real é um paradigma inteiramente novo e revolucionário para o marketing. Ele representa a confluência entre o marketing de relacionamento e a customização em massa e é considerada a fronteira final para a conquista da verdadeira lealdade do consumidor.

Contudo, o grande desafio para a efetiva prática do conceito não tem origem em limitações de natureza financeira ou tecnológica. O grande desafio é fazer com que as pessoas que atuam nas organizações "comprem" o conceito de satisfazer o cliente em tempo real.

Quando particularizamos a discussão, verificamos que na indústria, a aplicação do conceito de marketing em tempo real parece ser mais fácil do que nos serviços. Afinal, quando se trata de produtos tangíveis, é possível desenvolver chips, sensores e outros equipamentos para monitorar as alterações de hábitos de consumo e se adaptar a elas. Este é um grande engano.

Temos de nos convencer de que não adianta oferecer produtos fantásticos, se não garantirmos relacionamentos que sejam vistos como excepcionais pelos clientes. Já sabemos que as pessoas não compram produtos ou serviços, mas sim soluções para os seus problemas. O grande desafio é saber se estamos preparados para desenvolver com esses clientes uma sistemática de relacionamento na qual nossos colaboradores estejam estimulados e convencidos da relevância do seu papel no relacionamento como o mercado. Em outras palavras: é preciso que todos na empresa – do presidente ao faxineiro – estejam verdadeiramente conscientes de que se não estivermos cuidando de nossos clientes, não tem problema. Alguém estará.

Por JOÃO BAPTISTA VILHENA
CONSULTOR DO INSTITUTO MVC

por Daniel Paulino · 0

Curso Marketing nas redes sociais com @MarthaGabriel

Martha Gabriel estará em Sorocaba em setembro. “Marketing em Redes Sociais” é tema de curso.

Como criar estratégias bem sucedidas, gerir crises e mensurar resultados nas redes sociais? Esses são alguns dos desafios para os profissionais de hoje frente às plataformas como o Twitter, Facebook e LinkedIn, que têm crescido vertiginosamente transformando o marketing e os negócios.

Para tratar do assunto, Martha Gabriel, referência em redes sociais no Brasil e vencedora de vários prêmios na categoria, estará em Sorocaba, pela primeira vez, no dia 3 de setembro, com o curso “Marketing em Redes Sociais”, promovido pela Penso Eventos.

Em oito horas de curso, Marta abordará as transformações causadas pelas mídias sociais nos negócios, apresentando os principais conceitos – como redes sociais, mídias sociais, capital social, social commerce, open innovation, estratégias, gestão de crises, marketing viral, tipos de plataformas – focando no planejamento de comunicação em Mídias Sociais.

Dirigido a profissionais de marketing, TI, RH e gestão, executivos, estudantes de MBA e demais interessados em atuar no ambiente das redes sociais, o curso será promovido das 8h às 12h e das 13h às 18h, no Grand Hotel Royal (Rua Dr. Álvaro Soares, 451 – Centro). As inscrições devem ser feitas no site: eventos.pensodesign.com.br. As vagas são limitadas. Mais informações: (15) 3318 7020.

Martha Gabriel

Engenheira, pós-graduada em Design Gráfico e em Marketing, mestre e doutoranda em Artes, Martha Gabriel é diretora de tecnologia da New Media Developers, professora universitária, artista premiada com trabalhos em exposições no Brasil e exterior e palestrante internacional nas áreas de internet, arte e marketing. Em sua carreira, conquistou várias premiações, como onze Prêmios iBest como desenvolvedores web e três prêmios em congressos nos Estados Unidos. No portfólio de clientes e cursos, constam grandes organizações, como Washington State University (USA), Institute for International Research, Locaweb, Banco Santander, SEBRAE, TOTVS, Editora Saraiva, Centro Universitário Belas Artes e USP-ECA. Colunista dos portais IDGNow! e Cidade Marketing, é também autora de três livros, sendo o mais recente "Marketing na Era Digital”, uma verdadeira expertise no assunto.

Serviço

Marketing em Redes Sociais – Martha Gabriel
Data: 03 de setembro - 8h às 12h e 13h às 18h
Local: Grand Hotel Royal (Rua Dr. Álvaro Soares, 451 – Centro)
Programação completa e inscrições: eventos.pensodesign.com.br
Descontos Exclusivos – Vagas limitadas
Mais informações: (15) 3318 7020

por Daniel Paulino · 0

Pense bem ao fazer o #marketing da sua empresa

Por Nildo Leite

É inadmissível que ainda existam gestores apenas voltados para dentro das suas organizações, quando o correto é adequá-las às regras do mercado. No atual ambiente empresarial, que é de extrema competição, as organizações não podem deixar de ficar atentas a esses detalhes tão importantes à sua sobrevivência. Nunca é tarde lembrar que o sucesso empresarial advém da total orientação da organização para o mercado (baseada em análises e estudos), em planejamentos, em gestão desses planejamentos, da sintonia que deverá existir entre os departamentos e setores, além das pessoas competentes que estejam comprometidas e motivadas com a sua missão e os seus objetivos.

E o marketing? De que forma pode auxiliar? Como utilizar as suas orientações para posicionar-se, para enfrentar batalhas diárias?

Mas antes de fazer essa abordagem, é necessário algumas advertências e lembretes importantes para todas as organizações independentemente de tamanho e finalidades:

1) Marketing não faz milagres.
2) Marketing não é propaganda, e propaganda não é a alma do negócio. A propaganda é parte dos instrumentos de marketing.
3) Nem todas as pessoas que se apresentam como profissionais de marketing são ou estão capacitadas. Muitas delas fazem o que chamamos de "auê", ou seja, fazem apresentações e discursos bonitos sem conhecimento científico. Trabalham na base do empirismo, do "achômetro". Iludem os incautos e fazem das organizações os seus laboratórios experimentais. Por esses detalhes, é fundamental que se tenha muito cuidado, verificando profundamente a pessoa contratada (como pessoa física e/ou jurídica).

Feitas essas considerações, passemos então a tratar de MARKETING na sua essência.
Entendemos que marketing não deve ser apenas um departamento. Ou melhor, até pode ser, desde que a organização seja feita de forma coordenada e integrada. No entanto, com os mercados globalizados, a exigência é mais forte para essa coordenação e integração.
Nesse contexto, é evidente que a preocupação ou os esforços de marketing estejam voltados, entre outros, para:

1) A visão e gestão estratégica
2) A ênfase nos processos do negócio e no "feedback"
3) Planejar e administrar estrategicamente, pensando no futuro, mas sem esquecer do presente. Os parâmetros do passado também precisam ser lembrados.
4) O desenvolvimento das novas ferramentas
5) As mudanças nas formas do poder
6) A importância da coleta e análise de informações
7) A inovação constante e a mudança adequada e acelerada
8) A transformação das relações entre as pessoas
9) A busca incessante pela eficiência, eficácia e efetividade
10) Aproveitar as oportunidades de mercado, lembrando sempre de conhecer com profundidade o público alvo e a forma de se comunicar com ele
11) Seus custos e lucros, fazendo sempre uma analogia com os padrões existentes no mercado
12) Elaborar e implementar estratégias, tanto para o ataque como para a defesa, sem perder de vista o foco
13) A consonância com a realidade e o aperfeiçoamento constante
14) A inteligência emocional e o desenvolvimento de habilidades
15) A busca por profissionais especializados que sejam ousados, que tenham uma visão global, e que saibam trabalhar em equipe.
16) As mudanças e intenções de compras das pessoas e organizações
17) As tendências e megatendências de mercado
18) A necessidade não só de pensar globalmente, mas de agir e interagir localmente
19) O acompanhamento e monitoramento do movimento estratégico da concorrência
20) A evolução e administração do mix de produtos e serviços
21) As auditorias constantes
22) As evoluções nos modelos e processos de comunicação, venda e distribuição, assim como acontece no comércio eletrônico
23) A fixação de relacionamentos duradouros
24) O conhecimento com bom nível de compreensão e domínio de informática, marketing direto e internet
25) A flexibilidade para mudar sempre que for necessário
Pelo exposto, pode-se constatar a importância que o marketing exerce, tanto na área estratégica, quanto nas áreas operacionais das organizações.

por Daniel Paulino · 0

Desafios do Marketing

O surgimento de novas mídias, as redes sociais, a micro fragmentação de audiências, a proliferação dos canais de contato com clientes, além da movimentação do poder em direção ao cliente, transformaram o trabalho de marketing em um imenso quebra-cabeças.Administrar a área de marketing de uma empresa é uma missão que exige mais e mais disciplina, processos e o correto uso de tecnologia. Não é mais possível improvisar, o nível de exigência é muito alto.

Os clientes estão evoluíndo rapidamente, ficando mais espertos e utilizando mais os recursos tecnológicos, demandando transações instantâneas e se engajando através de múltiplos pontos de contato. O marketing precisa se manter atualisado e tentar ser pró ativo, se preparando e antecipando tendências que serão adotadas por seu público-alvo. É importante obter insigts estratégicos transformando dados coletados em informações de valor para a tomada de decisões, achando novas formas de obter vantagem competitiva sobre a concorrência.

A adoção de diferentes canais tende a aumentar: dispositivos móveis, rich media (vídeos, podcasting), mídias sociais (blogs, microblogs, redes sociais). As mensagens precisam ser cada vez mais personalizadas e segmentadas, exigindo a adoção de novas táticas, recursos tecnológicos adequados e equipes preparadas. Facilite o processo de busca de informação para seus prospects.

O marketing centrado no cliente se torna prioritário.

As tres principais prioridades do marketing, segundo pesquisa recente da Forbes, pela ordem são:

1- retenção de clientes.
2- geração de clientes.
3- rentabilidade de clientes.

Consequentemente:

  • O orçamento de marketing espelha estas prioridades. As táticas online tendem a crescer, principalmente em relação às mídias sociais e mobile marketing
  • Uma grande ênfase é dada no processo de decisão baseado em banco de dados (BI).
  • O marketing possui o desafio de entender os resultados de suas campanhas e ir além das métricas básicas de aquisição e conversão. É preciso saber ligar os pontos, interpretar resultados e sintetizar um significado.
  • As campanhas precisam ser analisadas e otimizadas em tempo real.
  • Os mais bem preparados são mais proativos no rastreamento e ajuste de suas campanhas.
  • O rastreamento de comportamento precisa ser granular, captação instantâneade dados, e ajuste/respostas em tempo real em relação às mídias sociais e campanhas.
  • É necessário segmentar o público-alvo a partir de uma visão integrada dos seus comportamentos em relação a dispositivos móveis e mídias sociais. O consumidor multicanal não é nem online e nem offline, são uma mistura. Para se ter uma visão integrada de seu público, é preciso investir em tecnologia.
  • Dificuldade de criar e manter uma imagem de marca unificada através do uso de diferentes tecnologias de contato (web, mídias sociais, dispositivos móveis, TV, impresso e pontos de venda), mantendo uma consistência na visão, na mensagem e experiência do cliente com a marca. Para empresas multinacionais há ainda o problema de que diferentes países utilizam diferentes tecnologias e diferentes maneiras e adotam as tecnologias em diferentes taxas.
  • Resultados de curto prazo são priorizados em detrimento de objetivos a longo prazo.
  • O marketing de massa não é mais eficaz. É preciso personalisar, para isso se usa tecnologia de CM
  • Ficou mais difícil de se destacar no meio digital, pois a barreira de entrada em relação a custos de divulgação ficou menor em função da tecnologia ser mais barata e acessível. Hoje com pouco investimento é possivel produzir um webcast para segmentos com interêsses específicos.
  • Num ambiente onde as métricas e decisões baseadas em dados imperam, o branding perde um pouco de sua importância.
  • O marketing não pode ficar focado nas técnicas que funcionaram no passado, mas sim no que funciona no presente e no que vai funcionar no futuro.
  • O software como serviço disponibiliza soluções que antes eram inacessíveis a pequenas e médias empresas.
via 2GetMarketing.com.br$ 

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Metáforas do Marketing

A formulação de planos de marketing é sobremaneira influenciada pelos modelos mentais daqueles responsáveis pela tomada de decisões. Um modo de nos aprofundarmos neste assunto é observarmos as principais metáforas do marketing. Como salienta Gareth Morgan, autor do livro Imagens da Organização, "usamos a metáfora sempre que tentamos compreender um elemento da nossa experiência em face de outro. Assim, a metáfora prossegue por meio de afirmações implícitas e explícitas de que A é (ou parece) B. Quando se diz que 'o homem é um leão', usa-se a imagem do leão para chamar a atenção dos aspectos do homem parecidos com o leão".

Metáforas

Deste modo, ao identificarmos as principais metáforas do marketing, ampliaremos nossa compreensão sobre esta atividade e nos tornaremos mais aptos a formular estratégias de marketing mais efetivas. São cinco as principais metáforas do marketing.

-A primeira delas, e a mais óbvia, é ver o marketing como uma guerra.
O mercado é um campo de batalha, os concorrentes são os inimigos e o território a ser conquistado são os clientes. As estratégias formuladas a partir dessa metáfora visam aniquilar a concorrência com ataques violentos, sem um limite claro para o uso dessa violência. Os clientes assim conquistados tornam-se reféns dessas empresas - as outras opções foram duramente enfraquecidas.

- O marketing pode ser visto também como disputa de poder entre empresas e entre empresas e clientes.
As estratégias visam submeter a outra parte à vontade da empresa. Os monopólios, oligopólios, monopsônios e oligopsônios utilizam-se nitidamente dessa estratégia. Novamente, os clientes não têm outras opções, vêem suas necessidades e desejos pouco satisfeitos e, provavelmente, deixarão a empresa quando obtiverem outras opções.

- As ações de mercado podem ser também vistas como passos de um jogo.
Neste, existem regras claras e as estratégias visam tão-somente a superação dos rivais. Normalmente, esta estratégia traz benefícios aos clientes - como preço mais baixo -, mas podem enfraquecer os jogadores - margens de lucro menores, por exemplo.

- A quarta maneira de ver o marketing é pela idéia de troca. Esta idéia é considerada por muitos autores a base do marketing. As estratégias formuladas visam a satisfação das partes. Deve-se identificar o que a outra parte deseja para fazer sua oferta e, em contrapartida, receber o que a empresa deseja. A troca também pode ser vista entre empresas, através de joint-ventures, alianças estratégicas, etc.

- Finalmente, a quinta metáfora refere-se à idéia de comunidade.
As estratégias formuladas visam a criação de interdependência. As empresas fazem parte de um sistema social e devem preocupar-se com o bem-estar dos demais envolvidos - não só os acionistas, como também os funcionários, os clientes e a comunidade em geral. Devem eliminar suas atividades que trazem danos ao sistema e incentivar as benéficas.

Conclusões

Algumas considerações finais devem ser feitas:
- A utilização das duas primeiras metáforas tende a trazer resultados no curto prazo, mas podem criar dificuldades para o futuro da empresa, pois não visam a criação de lealdade do cliente;

- A terceira metáfora, embora desenvolva nos clientes a preferência por seu produto, não necessariamente cria lealdade e pode trazer prejuízos para a ação da empresa;

- As duas últimas metáforas voltam-se para o longo prazo, pois visam, mais do que as outras, a criação de lealdade no consumidor, seja por uma melhor identificação de suas necessidades e desejos, seja pela criação de laços emocionais;

- Finalmente, não existe uma metáfora melhor que outra; as estratégias devem ser formuladas de acordo com os desafios de mercado de cada empresa e de acordo com as preferências de seus dirigentes.

Por JOÃO BAPTISTA VILHENA | CONSULTOR DO INSTITUTO MVC

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Promoção de Lançamento #kotlerparapresidente - Via @NovoSetor #Participe

A Galera do Novo Setor está no ar galera! Sejam bem vindos ao Novo Setor!

Nós da geração Y estamos cada vez mais conectados com a mídias sociais. Queremos mais agilidade e inovação. Buscamos aprendizado, desenvolvimento e reconhecimento. Nos importamos com as causas sociais e queremos fazer a diferença na sociedade através dos nossos talentos. Esse é o propósito do Novo Setor: A administração nas mãos dessa nova geração! Empreendedorismo, marketing, mídias sociais, liderança, inovação e as novas tendências sobre gestão estarão sempre presentes por aqui. A porta está aberta, entre e participe deste novo setor!


Estamos também no Facebook e no Tumblr

E aqui quem ganha é você! Se liga na promoção que nós e a @usediretorio preparamos para nossos leitores:


Vamos sortear uma camisa #kotlerparapresidente e um livro Marketing 3.0  também de Philip kotler. Para concorrer bastar twittar ou retuitar a frase: Quer ganhar o livro #Marketing 3.0 (Kotler) e a camisa #Kotlerparapresidente? Siga o @NovoSetor e @UseDiretorio e RT! http://kingo.to/GaB 

Conheça mais a Diretório e outras camisas: http://www.diretoriocamisetas.com.br/

O novo modelo de marketing - Marketing 3.0 - trata os clientes não como meros clientes, mas como os seres complexos e multifacetados. Estes, por sua vez, estão escolhendo produtos e serviços que satisfaçam suas necessidades de participação, criatividade, comunidade e idealismo. 

Neste livro, Philip Kotler, o mais influente pensador da área de marketing de todos os tempos, mostra porque o futuro do marketing está em criar produtos, serviços e empresas que inspirem, incluam e reflitam os valores de seus consumidores-alvo. Ele também explica o futuro do marketing e porque a maioria de seus profissionais está presa ao passado.

A promoção começa hoje, dia 20, e encerra no dia 30 de junho. Confira abaixo todo o regulamento;


1. Essa promoção é válida para todas as pessoas residentes no Brasil e que possuam um perfil próprio no Twitter.
2. Fica proibida a participação dos responsáveis pelos blogs organizadores: @NovoSetor e @UseDiretório.
3. Para participar da promoção você terá que twittar ou retwitar a frase: "Quer ganhar o livro #Marketing 3.0 (Kotler) e a camisa #Kotlerparapresidente? Siga o @NovoSetor a @UseDiretorio e RT! http://kingo.to/GaB” quantas vezes quiser.
4. O sorteio será realizado através da plataforma Sortei.me e será divulgado a imagem do sorteio realizado, sendo proibido qualquer reclamação.
5. A promoção começa no dia 20/06 e termina no dia 30/06 ás 21:00 horas. O Sorteio ocorrerá no dia 30/06 após o encerramento, sendo feita a divulgação do vencedor logo após o sorteio.
5.  Ao vencedor será solicitado que enviem seus dados  (nome completo do participante,  endereço, email, telefone) em até 48h, via Direct Message (DM)
8. Os dados fornecidos pelo ganhador serão mantidos em segredo, não sendo de maneira alguma divulgados.
9. Não terão validade os participantes que não preencherem as condições básicas da promoção estabelecidas neste regulamento ou que impossibilitem a verificação de sua autenticidade.
10. O prêmio não poderá, em hipótese alguma, ser trocado por dinheiro ou por qualquer outro produto.
11. A participação nesta promoção implica na aceitação da utilização de nome e imagem do vencedor, para, se os organizadores assim o desejarem, fazerem a divulgação, em qualquer tipo de mídia, do resultado do concurso.
12. Ao participarem desta promoção os participantes estão automaticamente concordando com todos os termos e condições deste regulamento.

Participem e boa sorte!

Equipe Novo Setor

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@MarthaGabriel fala sobre tendências e estratégias digitais

O que muda no consumidor e o que muda no marketing? Como lidar com estratégias de marketing bem-sucedidas numa era em que o mercado mudou e, nesse contexto, o consumidor deixa de ser apenas alvo, transformando-se também em mídia e gerador de mídia? As respostas para essas perguntas são um dos grandes desafios das empresas nos dias de hoje e foram amplamente discutidas por Martha Gabriel, referência em redes sociais no Brasil, ontem (25), primeiro dia do Seminário Marketing 2.0, que prossegue até esta quarta-feira (27), na UniCuritiba. O evento é patrocinado pelo Grupo RIC, com apoio da Pós-Graduação em Marketing da UFPR e da UniCuritiba, e realização da Academia de Marketing.

Martha que é palestrante internacional e premiada três vezes nos Estados Unidos, falou para mais de 400 pessoas sobre “Marketing na Era Digital”, tema de seu recém-lançado livro. De acordo com a especialista, o digital não pode ser o foco do marketing, pois as mídias sociais são plataformas de mídia, tanto quanto os meios tradicionais. O que muda, diz ela, é que mídia escolher em determinada situação. “Só tem sentido usar mídias sociais quando elas se mostrarem estrategicamente úteis”. O problema, alerta Martha, é que os conceitos básicos de marketing foram esquecidos. “As mídias sociais viraram moda e as empresas as usam sem qualquer planejamento. Espalhando informação em ações isoladas sem um plano estratégico definido”.

O que muda com as mídias sociais é o público. “O marketing não mudou, o que temos é um público-alvo que não é mais alvo. Ele participa da mídia e dialoga com a marca”. Por isso, destaca Martha, a parte tática é como tratar esse consumidor, pois ele atua de forma participativa ajudando ou atrapalhando. A essência, diz ela, está no relacionamento e isso requer conhecer esse público e dialogar com ele. “Quanto melhor o relacionamento, melhor o resultado nas mídias sociais”.

Mas, com tantas informações no meio digital, o que faz esse público olhar para a sua marca? Martha responde. O que faz você prestar atenção em algo é a relevância. “Se você for realmente relevante para o público, eles vão prestar atenção em você”. Ser relevante, explica ela, é o caminho para ganhar atenção e fidelidade. A dificuldade está no fato de que interesses e pessoas mudam. “Para cada público, há momentos e horários específicos para falar com ele, pois uma mesma pessoa muda de interesse o tempo todo e nem sempre a mesma informação vai interessar a mesma pessoa em qualquer hora do dia”. A relevância, então, é importante em determinado contexto, no momento em que aquele público precisa consumir aquela informação.

Entre tantas tendências e novos termos trazidos pela especialista, um dos que chamaram mais a atenção foi “cibridismo”. Para Martha, estamos nos tornando seres cíbridos, seres estes que vivem além do seu corpo. “Hoje nosso cérebro está no digital. Estamos vivendo on e off ao mesmo tempo. O meu computador é parte do meu cérebro. Se no meu computador eu perder os meus backups, eu perco uma boa parte da capacidade da minha memória”, explica. O positivo disto tudo, diz ela, é que o homem se amplia, passa a ter várias extensões, além de agir e pensar diferente.

Na segunda parte da palestra, Martha falou sobre gestão de crises nas redes sociais. Na sua análise, ameaça, elemento surpresa, decisão em curto prazo e necessidades de mudança são os quatro componente para se detectar uma crise. “Num momento de crise, se ficar sempre na defensiva, passa a idéia que você está fazendo algo errado”, alerta a especialista. Para se proteger da crise, planejamento, humildade, honestidade, abertura para o diálogo e ponto de vista são palavras-chaves, neste momento. “Hoje em dia é preciso falar, ouvir e negociar com o seu público”, diz.

Nesta terça-feira (26), o Seminário continua com as palestras de Luli Radfahrer que irá tratar sobre Cultura Digital. Em seguida é a vez de Amyres Fernandes que abordará sobre E-Branding. No último dia do evento, o palestrante Renato Opice Blum falará sobre Direito Digital, e o encerramento fica por conta do renomado Jaime Troiano, um dos ícones do gerenciamento de marcas no Brasil, que irá aprofundar as estratégias mercadológicas relacionadas à política de produtos, marcas e embalagens, trazendo conceitos inovadores e informações atuais de mercado.

Fonte: N Ideias Assessoria em Comunicação | Mkt 2.0

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Marketing de permissão

Marketing de Permissão ou E-mail Marketing é a utilização deliberada e autorizada do e-mail como mídia. Com ele, empresas e outras organizações (entidades, partidos políticos etc) têm acesso privilegiado a um grupo seleto de pessoas com o objetivo de difundir idéias, vender produtos e serviços etc.

Estima-se que mais de 90% dos norte-americanos adultos, pelo menos uma vez por mês, lêem os seus e-mails, o que significa um acesso realizado por mais de 70 milhões de pessoas. No Brasil, embora estejamos ainda num patamar inferior em termos de utilização da Internet, até porque nosso poder aquisitivo é outro e há uma legião imensa de excluídos dessa nova tecnologia (nos EUA também, sobretudo nos segmentos menos favorecidos, dentre os quais se incluem os negros e os hispânicos), há uma utilização crescente do e-mail como forma de comunicação.

Há uma diferença conceitual importante entre a prática do Marketing de Permissão e a prática do spam. O Marketing de Permissão, como a própria expressão já indica, conta com a adesão do destinatário, porque ele deve autorizar o envio da mensagem e receber somente do emissor aquilo que se dignou a receber. Já o spam é essa praga que todos nós conhecemos. São estas mensagens quase sempre inúteis, seja encaminhadas por empresas não sérias e que pretendem vender produtos ou serviços de baixa qualidade , seja produzidas por pessoas que usam o e-mail para aborrecer os outros e entupir as nossas caixas postais.

O Marketing de Permissão visa conquistar a nossa confiança e atenção porque trabalha com conteúdos que nos interessa. Uma forma moderna, eficaz e muito requisitada são as newsletters eletrônicas (também chamadas de e-newsletters) produzidas por empresas e entidades e que atendem a um público segmentado, interessado por aquelas informações. Temos muitas delas na área de Comunicação Empresarial e de ótima qualidade, como o Exame News, da revista Exame; o JBCC - Jornal Brasileiro das Ciências da Comunicação, produzido pela Cátedra da Unesco/Umesp; o boletim Intermanagers, produzida pelo Grupo HSM, o Boletim eletrônico diário da Revista M & M (mmonline), o Boletim semanal do Instituto Ethos, a newsletter eletrônica da Pepper e Rogers Group Brasil, bem como o JC E-mail, da SBPC, o Ecopress, o Jornal Agrosoft, o Boletim da ABJC -Associação Brasileira de Jornalismo Científico etc, para citar também exemplos fora da área restrita da Comunicação Empresarial, mas que são úteis para qualquer estudioso, profissional ou pesquisador.

O Marketing de Permissão tem algumas regras, como não abusar do envio de material (o receptor deve ter um tempo para digerir as informações), facilitar a saída do sistema de envio, se o assinante assim o desejar e, sobretudo, primar por conteúdos especializados, que realmente sejam do interesse de quem recebe o e-mail.
Talvez quando você estiver lendo esta tela já teremos no Brasil uma Associação Brasileira de Marketing de Permissão, porque, ao que se saiba, já há um grupo se organizando para montá-la, ajudando não apenas a difundi-lo, mas também buscando criar um código de ética para contornar os abusos e disciplinar esta nova forma de relacionamento.

Existe pelo menos um livro publicado em Português sobre o tema, intitulado exatamente Marketing de Permissão, de Seth Godin, Rio de Janeiro, Campus, 2.000.

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20 Dicas para o desenvolvimento de uma campanha de e-Mail Marketing

E-mail marketing é uma eficaz ferramenta de marketing que visa na construção de relacionamentos de longo prazo com seus clientes. Com objetivos claros e mensagens, pode apoiar eficazmente seus esforços de marketing on e off line, com um orçamento relativamente baixo. Os objetivos podem variar dependendo da indústria e do público, decidi concentrar no desenvolvimento de lista de contatos que é provavelmente a parte mais importante de qualquer estratégia de marketing. Neste artigo, vou compartilhar com você 20 dicas sobre como aumentar e manter seus assinantes e sobre como desenvolver uma campanha de marketing sólido por e-mail.

1. Identificar as necessidades de seu público-alvo

Descobrir o que pode proporcionar valor ao seu público-alvo e brainstorm sobre o conteúdo.

2. Construir uma página de destino para o formulário de inscrição

A página de destino dedicada deve incluir todos os recursos que são necessários, a fim de fazer o usuário compreender as razões de optar em sua newsletter.

3. Use o teste A / B

Use o teste A / B para verificar qual caixa de subscrição funciona melhor. Experimentar com estilos, cores, fontes e chamada para ações e deixe o seu público-alvo indicam-lhe a caixa de sign-up que eles preferem.

4. Visibilidade do Formulário de Inscrição

Adicionar o formulário de inscrição acima da metade. Essa prática aumenta a possibilidade de subscrever uma vez que faz a chamada para a ação e o formulário de inscrição mais visível para o usuário.

5. Processo de Inscrição de fácil

Tornar o processo de subscrição fácil. Mantendo o número de campos obrigatórios baixo e eliminando alguns obstáculos que você aumenta as probabilidades de inscrição.

6. Integração de mídia social

Integrar o formulário de inscrição com suas campanhas de mídia social. Você pode fornecer tanto um formulário de inscrição dentro de sua página no Facebook ou direcionar o tráfego de seus esforços de mídia social para a página de destino do formulário de inscrição, mas, seus resultados variam de acordo com seu público-alvo.

7. Publicar as suas Newsletters

Suba suas newsletters anteriores em seu blog e compartilhá-los através da mídia social. Esta prática permite-lhe mostrar o que você está oferecendo aos seus assinantes. Por outro lado, você gera novos conteúdos e links para melhorar o seu SEO.

8. Mantenha freqüência estável

Lembre-se que o e-mail marketing é uma ferramenta para relacionamentos de longo prazo com seus clientes. Conseqüentemente, você precisa ficar em contato e manter a freqüência estável.

9. Informar os usuários sobre a freqüência

Deixar claro para os usuários que você não vai enviar e-mails todos os dias e informá-los sobre a freqüência. Pode parecer óbvio para você, mas isso é um sinal de que você não é um spammer.

10. Ter uma clara Política de Privacidade

A privacidade é um tema quente para milhões de pessoas. Assim, você deve fazer os usuários se sentirem seguros, indicar claramente a sua política de privacidade, que eles saibam por que você coletar suas informações e como você pretende usá-lo.

11. Mente o Tempo

Pedir uma assinatura na hora certa. Quando um usuário está satisfeito com a experiência que você ofereceu no seu site há mais chances para coletar suas informações.

12. Modelos boletim

Você precisa se concentrar no modelo de sua newsletter. Certifique-se que não só é atraente e bem desenhado, mas também que é simples e fácil de entender, mesmo antes de carregar imagens.

13. Adicionar Sharing botões em Newsletters

Certifique-se de adicionar botões de partilha dentro de seus boletins. Isto vai dar aos usuários a oportunidade de compartilhar facilmente as mensagens que acharem interessantes.

14. Adicionar chamada à ação em seu Blog

Adicionar uma chamada à ação no rodapé de cada post do blog e incentivar os usuários a assinar o seu boletim informativo. O usuário que teve o tempo para ler o seu artigo é mais provável para assinar o seu boletim, a fim de obter "mais como esta".

15. Segmentação e temas de interesse

Fornecer aos usuários a opção de selecionar temas específicos, a fim de assegurar a relevância do conteúdo que eles recebem. Use listas boletim múltiplos ou grupos de interesse para criar mais eficaz de e-mail campanhas.

16. Foco na Qualidade do Conteúdo

Certifique-se de que você fornecer conteúdo relevante para seus assinantes. Além disso, note que você pode adicionar mais valor através do acesso a conteúdo exclusivo. Lembre-se que o sucesso de e-mail marketing não é aumentar o número de assinantes, mas para manter e manter um relacionamento frutífero com eles.

17. Oferta E-books ou Guias

Oferecer para download e-books e guias em troca de seus endereços de e-mail. As pessoas adoram um pedaço livre de informações, especialmente quando o seu site é conhecido por oferecer conteúdo de qualidade.

18. Concursos Run

Concursos podem ajudá-lo a recolher endereços de e-mail, atrair mais visitantes e gerar buzz em torno de seu site.

19. Obter Feedback do usuário

Quando um usuário da “unsubscribe” da sua lista de email, certifique-se de obter o seu feedback. Isso ajudará você a entender o que deu errado, se você deve melhorar a freqüência , a relevância do conteúdo ou qualquer outra coisa. Também execute pesquisas e pedir seus assinantes o que você pode fazer para melhorar o seu serviço. Isto lhe dará novas idéias sobre como manter e aumentar seus assinantes.

20. Dar incentivos

Fornecer bônus ou incentivos, se alguém envia o e-mail ou aceita participar de uma pesquisa. Certifique-se de recompensar as pessoas que ajudam você e ter certeza de que eles vão devolver o favor.

Seja paciente e criativo seguindo as dicas acima, você certamente será capaz de desenvolver uma campanha de marketing sólido por e-mail, aumentar suas vendas e melhorar o relacionamento com seus usuários / clientes.

Artigo traduzido originalmente de http://www.webseoanalytics.com/

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