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Designer Gráfico

Corel, Photoshop, Indesign

"O design gráfico  é uma forma de comunicação visual. É o processo de dar ordem estrutural e forma à informação visual, trabalhando frequentemente a relação de imagem e texto. Podendo ser aplicada a vários meios de comunicação, sejam eles impressos, digitais, audiovisuais, entre outros."

É um processo técnico e criativo que utiliza imagens e textos para comunicar mensagens, idéias e conceitos. Batizado e amadurecido no século 20, é hoje a atividade projetual mais disseminada no planeta. Com objetivos comerciais ou de fundo social, o design gráfico é utilizado para informar, identificar, sinalizar, organizar, estimular, persuadir e entreter, resultando na melhoria da qualidade de vida das pessoas.

Designer gráfico
O designer gráfico é o profissional habilitado a efetuar atividades relacionadas ao design gráfico. No entanto, mesmo existindo uma formação específica para essa área, vários tipos de profissionais atuam como designers gráficos - notoriamente os publicitários especializados em design gráfico assim como ilustradores e artistas gráficos.Logo, o designer gráfico é aquele profissional que traz ordem estrutural e forma à informação visual de maneiras diversas em meios diversos. Exemplos de produtos do trabalho de um designer gráfico são as páginas diagramadas de um livro ou uma revista, a configuração visual de uma página na internet, logotipos de empresas e instituições, fontes tipográficas, entre outros. O escopo de sua atividade pode também se estender à reflexão das possibilidades de estruturação visual das mensagens e sua repercussão social: assim como um arquiteto não apenas projeta edifícios mas também reflete acerca da organização do contexto urbanístico de um assentamento humano, é papel do designer gráfico não apenas desenvolver soluções visuais de comunicação, mas também refletir acerca do atual âmbito de produção e consumo de mensagens. São de relevância para o designer gráfico exercer sua atividade o domínio sobre as tecnologias que lhe servem de ferramenta, e a construção de um repertório visual e de cultura geral amplos.

O termo, a princípio, descreve habilitações diversas que mantêm uma formação ou prática semelhante. Portanto, webdesigner, editor de arte e diagramador, por exemplo, seriam diferentes tipos de designers gráficos. O mais importante para definir a área de atuação de um designer gráfico é perceber a natureza dessa atuação e se ela é relacionada à acepção geral do termo design gráfico.

A denominação foi cunhada originalmente em inglês (graphic designer), por William Addison Dwiggins em 1922
O trabalho dos designers gráficos está inserido no cotidiano da sociedade através de posters, logotipos, embalagens, livros, jornais, revistas, placas e sistemas de sinalização, camisetas, aberturas e vinhetas de cinema e televisão, websites, softwares, jogos, sistemas de identidade visual de empresas, produtos e eventos, exposições, anúncios etc."

Profissão
No Brasil, a profissão do designer gráfico não é regularizada (o que significa que não existe Conselho de Classe, como o CREA ou a OAB), embora ela conste do Catálogo Geral de Profissões do Ministério do Trabalho.

Apesar da legislação permitir que qualquer cidadão exerça a atividade, normalmente isto é feito por profissionais formados em escolas superiores de Design Gráfico ou técnicas como o SENAC. Antes delas surgirem, porém, uma grande quantidade de profissionais estabeleceu-se após receberem formação em áreas correlatas, como a arquitetura (especialmente designers formados pela FAUUSP) e em cursos como o do Instituto de Arte Contemporânea do Museu de Arte de São Paulo.

Design gráfico e comunicação visual
Antes do uso do termo 'design gráfico' ser adotado, o termo 'comunicação visual' servia para determinar a área de atuação do designer gráfico (comunicador visual). Mas como alguns consideravam o termo "comunicação" muito abrangente, problema às vezes enfrentado por comunicadores sociais, o termo em inglês para projeto foi adotado. Isso foi disputado por muitos, mas a decisão foi mantida e, em se tratando de design, comunicação visual é sinônimo de design gráfico.

REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS


pt.wikipedia.org
www.upmasters.com

por Daniel Paulino · 0

Conheça o Web Designer - Profissão ou Hobby?

“As páginas não seriam tão bonitas, ergonômicas e funcionais se não houvesse a influência de pessoas que estudaram meios para fazer da internet algo além de hiperlinks e botões. Conheça o webdesigner!”

Se voltarmos dez anos no tempo só para analisarmos como um site de internet se parecia, encontraríamos algo bastante rudimentar em comparação ao que temos hoje. Interfaces constituídas por frames, hiperlinks mantidos em azul, botões e gifs animados - que atualmente renderiam motivos para não voltar mais àquela página. Entretanto, resumir a atuação do webdesigner a apenas deixar interfaces bonitas e saber trabalhar com softwares gráficos é eliminar uma série de estudos (indispensáveis) na formação de um bom profissional.

Entretanto, antes de chegarmos ao webdesign propriamente dito, é preciso saber que esta profissão é um dos braços do design aprendido nas faculdades. Por isso, é importante ter em mente que ser um bom designer pouco tem a ver com saber aplicar filtros de Photoshop com maestria, tampouco criar formas e layouts a esmo. Se você deseja trabalhar como webdesigner, precisa saber que a faculdade envolve três grandes áreas: o design gráfico, design de produto e design de moda.

O QUE É O WEBDESIGN?



Dessa maneira, pode-se encaixar o webdesign dentro do design gráfico, uma vez que trabalha com a criação de projetos e desenvolvimento de interfaces gráficas de acordo com um briefing passado pelo cliente. De maneira geral, o webdesigner deve estar preparado para criar projetos, layouts, banners e até mesmo alguns scripts e ajustes na estrutura do produto web no qual ele estiver trabalhando.

O trabalho do webdesigner não se resume a criar apenas as interfaces. Muitos deles podem desenvolver aplicações web, afinal, muito do webdesign passa por linguagens de marcação e programação. Entretanto, é importante não confundir as atribuições desses profissionais com as dos desenvolvedores web. Os webdesigners têm como maior preocupação desenvolver uma interface sólida que garanta o perfeito entendimento do conteúdo e a qualidade de navegação. Os focos são bastante diferenciados, porém nada impede ambos de acumularem as funções.

QUAIS PROGRAMAS ELES USAM?


Para ser um bom webdesigner você precisa saber linguagens de marcação como HTML, XML, XHTML, linguagens de folhas de estilo (CSS, XSL), assim como algumas formas de script como JavaScript, PHP e ASP. Não é necessário saber as essências dessas linguagens, porém é bom tê-las bem trabalhadas para casos em que o projeto envolva fazer alterações estruturais em templates e outros usos. Já que haverá a necessidade de saber usar PHP e ASP, é importante saber como trabalhar com bancos de dados MySQL e PostgreSQL.

Em termos de software, o webdesigner irá utilizar técnicas do design aplicadas em softwares como o Adobe Photoshop, Illustrator e Fireworks para gerar imagens; Adobe Dreamweaver para trabalhar com CSS e linguagens de marcação; e Corel Draw para trabalhar com imagens em vetor. Esses programas oferecem precisão e facilidade para a compreensão de ferramentas, filtros e controles que garantem um bom aproveitamento da técnica aprendida na faculdade. Contudo, existem alternativas gratuitas aos editores de imagem, como por exemplo o GIMP. Alguns sites exigem animações interativas; para isso, o Adobe Flash é uma das ferramentas chave!



Entretanto, ao contrário do que algumas pessoas podem pensar, o webdesigner é um dos profissionais que mais precisa estar atualizado. O mercado de trabalho para estes especialistas é abrangente e requer estudo das teorias de cores, formas, além de noções de fotografia, história da arte e até mesmo marketing. Afinal é preciso conhecer muito bem o público que irá acessar aquele site ou aplicativo para poder adequar o design para as características que agrada a eles.

ÁREAS DE ATUAÇÃO



As áreas de atuação são bastante variadas. Basta que a empresa possua um setor de web para que esse profissional seja requisitado. Além disso, o webdesigner pode atuar como profissional autônomo ou freelancer, de modo que seus projetos serão independentes de uma empresa, porém dependem da vontade dos clientes. Dessa forma, o projeto de webdesign passa pelas seguintes etapas:
  • Análise de contexto;
  • Propósito;
  • Análise de público;
  • Adequação ao conteúdo;
  • Compatibilidade e restrições (navegadores, fontes etc).

Todos esses pontos estão interligados de uma maneira bastante forte. Inicialmente é fundamental levantar todas as informações inerentes ao público-alvo e as diretrizes de comunicação que melhor o atendem. Em seguida é definida a estrutura do site e as tecnologias que serão empregadas para viabilizar o desenvolvimento do projeto. Um dos aspectos a ser considerado é que, por ser uma mídia em constante mudança, a web exige especial atenção no que se refere a resolução, navegadores e padrões de linguagem.

Segue-se então a etapa de criação da interface, montagem dos HTMLs, folhas de estilo e demais recursos, seguida pela fase da implementação do projeto e execução de testes. Assim, se você quer ser webdesigner, deve saber que é preciso trabalhar com um resumo daquilo que o projeto deverá conter. A partir daí, é preciso fazer uma série de análises, testes e estudos a respeito das cores utilizadas, fontes, formas e vários outros aspectos.



Essa dedicação se faz bastante necessária nos últimos tempos, afinal as convergências tecnológicas vêm exigindo uma flexibilidade tanto das linguagens de programação, quanto da interface que acompanha este sistema. Por isso, depois de ter analisado o mercado e observado que as palavras de ordem são flexibilidade, disposição e conhecimento é possível fazer quase qualquer tipo de trabalho para o qual você seja designado. De nada adianta pensar em plataformas e não aplicar formas de torná-las integradas e participativas.

COMO ESTÁ O MERCADO DE TRABALHO?



Atualmente, o webdesigner deve saber atuar em meios bastante variados, afinal em pouco tempo a internet deixará de ser exclusividade de computadores. A entrada de smartphones no mercado fez com que o usuário tenha a web próxima a ele não importa onde esteja. Dessa mesma forma, o webdesigner deverá ser um profissional pronto para aprender novas linguagens e absorver novas tendências. Do contrário, o estilo e as criações ficam obsoletos, afastando este profissional do mercado. Por isso, a adaptação às várias mídias é praticamente a nova lei aos webdesigners.

Em termos de rotina de trabalho, a demanda depende bastante do lugar em que o webdesigner trabalha. Porém, o mercado tem sido ameaçado pelo que os designers chamam de “sobrinhos”. Esses “sobrinhos” nada mais são do que um usuário que até possui alguns conhecimentos de utilização de software e que começam a fazer sites para amigos e familiares. Mais tarde eles passam a fazer parte de uma parcela “não especializada”, que consegue roubar clientes dos designers profissionais por oferecerem um preço menor.



Contudo, a prática dos amadores fica em um nível em que o cliente também não exige um produto exatamente profissional. Mas ainda assim os “sobrinhos” são concorrentes. Porém, quando se trata de empregos em agências multidisciplinares - que abordam a comunicação de uma maneira completa com especialistas em web, rádio, televisão, redação e marketing - os webdesigners têm um bom momento para conseguir um lugar ao sol.

A média nacional de salários pagos a webdesigners fica em torno de R$ 1.100,00 para um webdesigner pleno. Os valores pagos a um profissional nível “master" pode chegar a R$ 1.417,00, de acordo com o Banco Nacional de Empregos. Contudo, dependendo do projeto a ser realizado, o profissional pode chegar a receber mais que o dobro desses valores, caso o cliente peça interfaces elaboradas e vários recursos. Por isso, sempre existe a alternativa de trabalhar de maneira independente, com projetos isolados.

Se você deseja se tornar um webdesigner, já tem algumas dicas de como atuar no mercado e, principalmente, a informação de que não basta apenas saber como operar os softwares. É preciso ter muito estudo e basear-se em fundamentos como cores, texturas, ponto e linha, coisa que os “sobrinhos” normalmente não têm. Por isso, se você quer se tornar um webdesigner, é importante ter a formação exigida.

Referências: Baixaki

por Daniel Paulino · 0

20 Super Dicas de Access para Turbinar seu Banco de Dados - Parte 1

Trabalhar com banco de dados é relativamente fácil para quem pegou direitinho o fio da meada. Neste primeiro tutorial dou apenas algumas dicas para turbinar seu banco de dados.

1. Filtro de dados em visualização de formulário ou tabela dando um clique com o botão direito no campo a ser utilizado e, na caixa Filtrar por, digite um valor para a busca e uma expressão para utilizar.

2. Adicione uma imagem para um formulário em Exibir design escolhendo o botão Imagem, clique e arraste um recipiente para a imagem então, da caixa de Inserir figura, escolha a imagem.

3. Redefina o tamanho de uma imagem em um formulário selecionando-o - na lista de Propriedades, janela Formato, defina seu Modo de tamanho para Zoom e Alinhamento de figura para Canto superior esquerdo. Ajuste-o utilizando suas pontas.

4. Quando um campo possuir texto título (Caption) assimilado à ele, isso será utilizado no lugar do campo nome em novos formulários.

5. Adicione um título a um campo abrindo Tabela em Exibir design e então adicione texto a área Título (ou Caption) para o campo.

6. Crie um atalho para a área de trabalho para qualquer Quadro de distribuição do Access clicando e arrastando o Quadro de distribuição principal de Objetos, lista de Formulários para sua área de trabalho.

7. Utilize campos de datas personalizados para evitar problemas com identificação de dados de data, por exemplo, formate as datas utilizando ddmmmaaaa fazendo com que as datas apareçam como 10out2009 e assim vai.

8. Remova a opção Mudar quadro de distribuição selecionando Quadro de distribuição principal, então clique em Editar, clique na opção Mudar itens do quadro de distribuição então clique Remover.

9. Reorganize a ordem dos campos em uma tabela em Design de tabela selecionando, clicando e arrastando o campo para uma nova localização.

10. Utilize caixas para entrar com os dados no campo Sim/Não abrindo a tabela em exibir design - escolha o campo, clique na janela Travar e selecione Caixa de marcação.

11. Crie um campo com o tipo de dados para objetos OLE para adicionar imagens ao seu banco de dados. Adicione imagens clicando no campo e escolhendo Inserir, Objeto, Criar do arquivo.

12. Em exibir Design de formulários adicione texto ao seu formulário clicando na ferramenta Rótulo e então digite seu texto nesse controle.

13. Faça cálculos em campos numéricos em uma fila clicando em Total para o campo em questão e escolha a função a ser utilizada: Cálculo, Contar, Mínimo, Máximo, Média e assim vai.

14. Defina as margens na impressão para todos os novos formulários escolhendo Ferramentas, Opções, geral e defina as margens na caixa de diálogo.

15. Acelere a organização de dados em campos múltiplos criando um índice de campos múltiplos. Em exibir Designs de tabelas clique em Índices, nomeie seu índice e então escolha suas chaves primárias e secundárias.

16. Trave uma ou mais colunas em uma planilha de dados selecionando o cabeçalho para a coluna à travar, então dê um clique com o botão direito e escolha Travar colunas.

17. Unifique os dados de dois ou mais campos utilizando a concentração de série.

18. Crie uma capa para um relatório em Design de relatório clicando e arrastando o divisor entre Cabeçalho de relatório e Cabeçalho de página.

19. Crie uma cópia impressa de um formulário na tela escolhendo Arquivo, Imprimir, Gravações selecionadas e OK.

20. Utilize a formatação Condicional para dar uma atenção especial para os dados clicando no campo Exibir Design e então escolha Formatar, Formatação condicional.

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CSS - Aprenda como criar estilos

Todo documento escrito utiliza certos elementos de design para formatar seções de texto a fim de manter a mesma aparência, seguir um padrão. Por exemplo, um elemento de design Heading 1 é geralmente alguma fonte grande que identifica todas as principais divisões de tópicos de um capítulo, artigo ou página da web. Um elemento de design Heading 2 identifica todos os títulos dos subtópicos. A HTML inclui uma tag para praticamente todos os elementos de design comumente utilizados, incluindo tags de título (<H1>,<H2>...), lista (a tag <OL> para lista ordenada, a tag <UL> para lista não ordenada) e assim por diante.

No passado , a tag <H1> em quase todos os web sites parecia a mesma - texto preto era consideravelmente maior que o corpo do texto normal. Se você quisesse fazer seus próprios títulos diferenciados, tinha de formatar cada tag de título individualmente, utilizando tags <FONT> ou similares. Se mais tarde mudasse de idéias sobre a aparência desses títulos, tinha de voltar e mudar cada título individualmente. Ou seja: um processo lento e trabalhoso.

As folhas de estilo em cascata mudam tudo isso. Com uma folha de estilo, você pode fazer uma "declaração global", como "quero que todos os meus títulos <H1> sejam verdes". Você precisa dizer isso somente uma vez e cada título <H1> em seu site será verde. Se depois decidir que azul é uma cor melhor, não é preciso voltar e alterar cada tag <H1> para a cor azul. Em vez disso, basta alterar o estilo - a "regra" - para "quero que todos os meus títulos <H1> sejam azuis" e pronto!

Obviamente você não está limitado a títulos e nem a cor azul. É possível definir um estilo personalizado para cada elemento de design em seu web site, incluindo títulos, lista, tabelas e imagens, para citar só alguns. E, além de definir uma cor, você pode definir a fonte, o tamanho, o alinhamento, a espessura da borda, e assim por diante.

Cada estilo que você cria é definido como uma regra CSS. Cada regra deve utilizar a seguinte sintaxe:

elemento {atributo1: valor; atributo2: valor ...}

Explicação desta sintaxe:
Elemento - descreve o elemento de design ao qual o estilo será aplicado. A mesma tag HTML mas sem os sinais de maior e menor. Essa parte da regra é às vezes chamadas de seletor.

Atributo - o aspecto específico do elemento que você quer usar como estilo. Deve ser um nome de atributo CSS válido, como o atributo font-size.

Valor - a configuração aplicada ao atributo. Deve ser uma configuração válida para o atributo em questão , como 20pt (20 pontos) para font-size.

Atributo:valor - a parte declaração da regra. Você pode atribuir múltiplas declarações se desejar separá-los com ponto-e-vírgula (;). Não coloque um ponto-e-vírgula depois da última declaração.

Agora é hora de exemplos. Eis uma regra CSS que especifica que todos os títulos de nível 1 (tags <H1>) sejam exibidos em uma fonte de 36 pontos:

H1 {font-size: 36pt}

Aqui está um exemplo de regra que diz que todos os títulos de nível 2 (tags <H2>) devem ter tamanho de 24 pontos e cor azul;

H2 {font-size: 24pt; color: blue}

Você pode inserir quebras de linha e espaços em branco dentro da regra como quiser. Assim, é possível ver mais facilmente todas as declarações e certificar-se de que colocou todos os sinais de ponto-e-vírgula e colchetes nos lugares corretos. Por exemplo, aqui está uma regra que diz que os parágrafos aparecerão em fonte Times, 12 pontos, azul e recuados meia polegada a partir da margem esquerda da página:

P {font-family: Times;
font-size: 12pt;
color: blue;
margin-left: 0.5in}


Note como é fácil aplicar todas as declarações ao elemento parágrafo (P) e como cada declaração, exceto a última, é seguida pelo caracter de ponto-e-vírgula exigido.

por Daniel Paulino · 0

Técnicas de Pintura - O que uma pessoa criativa pode fazer?

Olá pessoal! Espero que tenham adorado todas as matérias envolvendo design até o presente momento, espero do fundo do coração que tenham ajudado a vocês todos os posts e hoje vou comentar um pouco desde trabalho de muita valorização que é a pintura digital.

Quando falo em pintura digital estou falando em relação a qualquer tipo de desenho criado e pintado em computador, eu próprio já postei assuntos relacionados a Design, foram eles:


Ambos com grande participação dos leitores e de muito interesse da comunidade desenhista no Brasil. Pois bem, um dos softwares que mais utilizo quando tenho tempo para pintar mesmo digitalmente  é o Corel® Painter™ 11 que segundo o site da Corel é o mais moderno estúdio de arte digital para qualquer pessoa que esteja pronta para expandir sua definição de criatividade. Trabalhando com as mais avançadas ferramentas de mídia natural e de pintura digital disponíveis, você pode criar a arte que sempre imaginou. Muito desenham nele e tem ótimos resultados, mas, nem todo mundo gosta de fazer desenhos assim ou não tem osoftware para trabalhar seus desenhos.

Vou dar um exemplo claro de um cara  chamado Marcio Silva que trabalha comigo e é um ótimo cartonista e faz seus desenhos todos a mão, acreditem, na mão mesmo, escaneia e por fim pinta toda a sua arte no Fireworks. Apesar de muitos saberem que o Fireworks é um ótimo software para desenhos principalmente quando se quer fatiar estes desenhos para servirem de layouts em nossos sites muita gente tira proveito do mesmo como ferramenta de pinturaprofissional e obtem ótimos resultados.

Estou disponibilizando abaixo o link do Blog Tirinhas Da Turminha que é de propriedade do Marcio para vocês verem o que se pode fazer unindo Dom e Criatividade em uma só cabeça pensante.

Espero que queiram entrar neste debate de como e o que se pode fazer em softwares que não são bem pra certa função e acabem tendo essa função nas mãos de alguem que sabe usa-lo.

por Daniel Paulino · 0

Fundamentos do Design - Parte 03 - Grades e Tipos

Olá gente, tudo bem? Cá estou eu mais uma vez para terminar por enquanto o assunto: Fundamentos do Design. Hoje irei mostrar o que são Grade e Tipos (fontes).


GRADES

Falando em termos mais técnicos a grades nada mais são do que uma estrutura e linhas paralelas e/ou cruzadas que lhe proporcionam um modo sistemático de posicionamento de objetos.

Quando estamos na área do design  falamos praticamente em 3 tipos de grades que podemostrabalhar facilmente: Coluna única, Várias colunas e Modular.

Coluna única – Todos conhecem este tipo de grade pois é o mais utilizado para design de livros.
Várias colunas – Como a anterior esta também é bastante conhecida pois é a que mais se adequada a criação de jornais, pôsteres, panfleto entre outros.
Modular – o único formato que permite uma combinação quase infinita de design pois se trata de uma grade com números pares de linhas e colunas.



TIPOS (FONTES)

Os tipos ou fontes como preferir chamar nada mais são do que, o conjunto de caracteres e eles podem com certeza ser a causa de um grande sucesso na arte como arruinar seu trabalho se a escolha for mal feita.
Tipo muito pequeno, muito elaborado ou vice-versa pode causar uma concorrência entre elementos na mesma página e os leitores podem simplesmente achar que não vale a pena ler o conteúdo.
Com base na presença ou não se SERIFAS (pequenos traços na parte inferior ou superior das linhas que formas as letras) os tipos são classificados e embora existam milhares a grande maioria pertence a um dos seis grupos abaixo:
  • Oldstyle
  • Slab Serif
  • Script
  • Modern
  • San Serif
  • Decorative

Para o bom trabalho e uma arte de sucesso escolha o tipo legível e apropriado para o público alvo e sucesso.

Boa sorte a todos e até a próxima.

por Daniel Paulino · 0

Fundamentos do Design - Parte 02 - Princípos

Olá gente! No artigo anterior (Fundamentos do Design - Parte 01) comecei a mostrar um pouco sobre o assunto que irei continuar agora.

Mostrei que para um design  de sucesso existem 4 princípios básicos, os mesmos que irei falar agora sobre cada um.


1- Proximidade: Este primeiro principio faz realmente nosso trabalho ficar mais enxuto, pois de acordo com o mesmo todos os itens que estão relacionados entre si devem estar agrupados para formar um trabalho com um visual mais coeso.

2- Alinhamento: Aqui por si só o próprio nome já diz tudo. Se quisermos um trabalho mais “limpo” é aqui que deveremos prestar atenção e nos preocupar como estão distribuídos os elementos no nosso trabalho.

3- Repetição: Aqui diz que nos não devemos jogar aleatoriamente no trabalho um monte de coisas que não fazem sentido entre si. Todos nos sabemos que o que nos é repassado com mais freqüência é mais bem assimilado. No design é igual, a repetição torna nosso trabalho mais unificado. Mas... Cuidado excesso de itens repetidos pode transformar seu trabalho num verdadeiro carnaval.

4- Contraste: Quando falo de contraste muito vão logo lembrar de cor, mas, falo no geral. Contraste de cor, tamanho, textura, enfim, tudo o que forma teu trabalho. Este principio nos mostra o quanto é importante a diferenciação dos objetos que formam o trabalho, e como nos ensinam os vários colaboradores do CorelDRAW® como por exemplo a gordongroup nãoeconomize nos contrastes, eles devem ter uma diferença entre elementos de 180º.

Essas são apenas algumas explicações superficiais sobre estes tão famosos pontos que devemos prestar atenção ao criar, outra coisa que não devemos esquecer são as grades e a utilização de fontes (tipos), mas, é assunto pra outra hora.

Bem gente, espero ter explicado de forma mais clara neste artigo como podemos utilizar estes princípios para melhorar nosso trabalho e assim fazermos valer nossa profissão de design.

por Daniel Paulino · 0

Criatividade é apenas conectar as coisa. Disse Jobs

"Criatividade é apenas conectar as coisa". Esta frase dita por Steve Jobs a revista Wire Red é um desabafo claro do que é realmente um fato. A Apple é lider em inovação e criatividade pelo simples fato que a empresa é repleta de fenômenos de suas áreas, mas, quando digo fenômenos não estou querendo compara-los com Ronaldo Nazário ou Ronaldo Gaucho, estou falando em fenômenos de percepção.

Isso mesmo, percepção, essa sim é a palavra chave para um design legal, para uma idéia criativa, e se você notar bem, as grandes obras do nosso século e o século passado tem sempre algo em comum com algumas outras coisas, isso porque a frase dita por Jobs é a mais pura realidade.

Conectar as coisas diferentes fazendo-as com que sem tornem coisas novas e arrojadas é o principio de tudo no processo de criatividade. Como uma grande mestre das artes disse certa vez: "Os bons artistas copiam, os grandes artistas roubam.". Picasso não falou isso por acaso, é a verdade no ramo da tecnologia isso ´emais que comum, quem já assistiu Piratas do Vale do Silício sabe bem do que estou falando.

Jobs é um inovador, e acima de tudo um crítico de primeira linha, ele sabe bem sobre tudo o que diz respeito a "experiência do usuário" e é isso que faz com que os produtos da maçã sejam um sucesso, o fato de Jobs ficar correndo no estacionamento na sede da Apple para ver detalhes do design dos carros, tudo para chegar a idéia do design do gabinete no Macintosh é um fato muito ilário que somente poucos "loucos" do design fariam.

Então gente só quero mostrar que a criatividade não está dentro da sua cabeça em si, ela está na capacidade de perceber e enxergar além do que você consegue ver e assim assimilando as coisas, poder criar algo verdadeiramente inovador.

Referências de pesquisa:
A cabeça de Steve Jobs / Leander Kahney

por Daniel Paulino · 0

A impressão tipográfica no Brasil

Neste ano comemoram-se os 200 anos da indústria gráfica no Brasil, estabelecida no País a partir da chegada da Família Real, em 1808. Para marcar a data, a revista Tecnologia Gráfica abre um espaço para resgatar um pouco da história dos principais processos de impressão e sua implantação por aqui.

Como não poderia deixar de ser, essa primeira matéria fala da tipografia, processo que teve sua origem com a invenção dos tipos móveis pelo alemão Johannes Gutenberg, no século XV. A partir desse invento, o uso da imprensa difundiu-se rapidamente na Europa. No Brasil aportou tardiamente em relação a outros países até mesmo da América Latina, como México e Peru, onde a imprensa foi levada pelos espanhóis em 1539 e 1584, respectivamente. “Antes de 1808, a Corte Portuguesa não permitia a entrada de tipografias por aqui e as oficinas que se instalavam eram destruídas”, explica Marcos Mello, designer gráfico formado pelo curso profissionalizante de artes gráficas da escola alemã Waldorfschulen.

Segundo Mello, diretor da Oficina Tipográfica São Paulo e professor de tipografia nos cursos de design gráfico e design digital da Universidade Anhembi Morumbi, as primeiras impressoras trazidas para o Brasil pelos portugueses foram as prensas tipográficas manuais utilizadas na Europa. Nelas, os tipos, feitos de chumbo, eram dispostos, um a um, em um componedor, instrumento utilizado para formar as linhas, que depois eram transferidas para um suporte plano de metal, chamado bolandeira. Desse modo, era formada uma matriz, também conhecida como chapa. Esse material, então, era entintado e cada folha era impressa individualmente na prensa.

Entretanto, ainda na época da Corte, chegaram ao País as prensas de mesa, que agilizaram o processo de reprodução de jornais e veículos periódicos da chamada Imprensa Régia, na qual apenas a Coroa detinha o direito à impressão. “Eram máquinas rígidas, que proporcionavam impressões precisas”, explica Mello.

Como conta Guilherme Cunha Lima no livro O Gráfico Amador, a Impressão Régia foi oficialmente inaugurada no dia 13 de maio de 1808, com o lançamento de um livreto de 27 páginas intitulado Relação dos Despachos Publicados na Corte pelo Expediente da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros, e da Guerra no Faustissimo Dia dos Annos de S.A.R. O Príncipe Regente N.S. e de todos os mais, que se tem expedido pela mesma Secretaria desde a feliz chegada de S. A.R. aos Estados do Brazil até o dito dia.

Até 1822, ano em que o Brasil se tornou independente de Portugal, a Imprensa Régia manteve o monopólio da impressão no Rio de Janeiro. Durante 14 anos de vigência, mais de mil itens foram reproduzidos, mas grande parte do material era constituída por cartazes, folhetos, sermões e documentos do governo. Porém, segundo Cunha Lima, a primeira impressão de um livro no Brasil ocorreu em 1747. O trabalho foi realizado por um impressor de Lisboa chamado Antonio Isidoro da Fonseca, que chegou ao Rio de Janeiro a convite do então governador Gomes Freyre de Andrade. Ao saber da notícia, a Coroa Portuguesa ordenou o fechamento da gráfica e deportou Fonseca para sua terra natal.

O tempo encarregou-se do aperfeiçoamento das prensas. Dessa evolução surgiu o prelo, destinado à produção de provas. O maquinário é acionado manualmente por alavancas, ativando um cilindro que pressiona a chapa tipográfica tingida de tinta. Este, ao entrar em contato com o papel, gera a impressão. “Ele é usado até hoje em cidades do interior, assim como as Minervas, empregadas na produção de pequenas tiragens”, esclarece o designer.

A Minerva, ou Máquina de Platina, também foi amplamente utilizada no Brasil. No País, começou a ser produzida no século XX. Nesse sistema, duas superfícies planas se unem para fazer a impressão: uma delas contém a chapa impressora; a outra, chamada platina, proporciona a pressão necessária para realizar a impressão sobre o papel. “Há modelos manuais e automáticos, nos quais o próprio equipamento é capaz de colocar e retirar as folhas”, diz o tipógrafo Pérsio Prado Guimarães, colaborador da Oficina Tipográfica São Paulo e ex-instrutor de tipografia da Escola Senai Theobaldo De Nigris.

Para trabalhos de grandes tiragens, no caso dos jornais diários, eram empregados modelos tipográficos rotativos, que trabalhavam com velocidades mais altas. De acordo com James Craig, autor do livro Produção Gráfica, ao contrário das platinas, nas quais a composição para a impressão é plana, as rotativas possuem uma chapa curva que se encaixa no cilindro e o envolve completamente.

No final da década de 1970 e início dos anos 1980, a tipografia como um todo começou a perder espaço para o sistema offset no Brasil, muito mais rápido e adequado à demanda gráfica da época. “Nesse período, muitas Minervas foram adaptadas para o corte e vinco e deixaram de imprimir”, afirma Mello.

No entanto, a tipografia, apesar do inevitável obsoletismo frente às novas tecnologias, não pode ser considerada extinta, pois possui particularidades que nunca serão obtidas com o uso de outras técnicas gráficas. “Um método nunca substitui integralmente o outro. As offsets são muito mais velozes e conseguem desempenhar funções impraticáveis na tipografia. Porém, é preciso ter em mente que também ocorre o contrário. A tipografia preserva peculiaridades impossíveis de serem alcançadas em outras formas de impressão, como o relevo formado no papel por causa da pressão dos tipos nas máquinas”, ressalta Mello.

A importância da tipografia hoje
A tipografia foi a responsável pela chegada e pelo desenvolvimento da imprensa em grande parte do mundo. Segundo Marcos Mello, ela pode ser definida como a alma gráfica e, por isso, precisa ser conhecida e valorizada por designers e outros profissionais que hoje atuam no setor. “Devemos resgatá-la para que a memória gráfica não se perca. A tipografia é a essência de tudo, nunca podemos nos esquecer que o gráfico nasceu em uma oficina tipográfica.”
No Brasil, essa memória foi literalmente jogada no lixo durante os anos 1980, período em que o sistema se tornou arcaico, ultrapassado e ineficiente para muitos. “Vi muita gente descartar centenas de tipos móveis. Alguns revendiam esses materiais para sucatas, que os derretiam e lucravam com a transformação das peças em chumbo. Infelizmente, o Brasil não preserva sua história, diferentemente do que acontece na Europa, onde a tradição é forte, pois é o berço da tipografia. Há museus com acervos maravilhosos, onde é possível conhecer impressoras, matrizes e tipos famosos”, afirma o designer.

A preservação dessa história pode ser observada nos cursos de design gráfico mantidos em universidades européias, como a Royal College of Art, localizada em Londres e considerada uma das mais renomadas instituições de ensino de arte e design do mundo. “Esses locais mantêm aulas de tipografia porque sabem que é essencial conhecer o passado para entender o presente. Precisamos fazer uso da história para ter uma visão crítica do que acontece hoje, principalmente quando se trabalha com a criação de layouts.”

No Brasil, é possível encontrar oficinas tipográficas em algumas universidades, mas a maioria esbarra na dificuldade em achar máquinas e materiais importantes à formação desses espaços. “Localizá-los é um verdadeiro garimpo, justamente por conta do descaso ocorrido há mais de 20 anos.”

Para o designer, a falta de compreensão desse sistema gráfico é uma barreira à criatividade de gráficos e profissionais de criação. Eles devem ter em mente que é totalmente viável aliar a tipografia a tecnologias avançadas, como os sistemas digitais. “Tal união possibilita a concepção de peças modernas e criativas, com grande valor artístico. Nada impede que um designer crie um layout na tipografia, digitalize e imprima em uma offset. Atualmente, essa prática tem valor de gravura, é uma arte, visto que a tiragem é baixa. Há empresas que possuem dinheiro para imprimir e criar de outra forma, mas fazem questão de utilizar a tipografia”, exemplifica.

Portanto, segundo o profissional, a idéia não é competir com uma gráfica moderna, mas sim inserir a tipografia no contexto gráfico existente no século XXI. “O intuito é tirar proveito dos recursos aplicados no passado”, conclui.

A importância de O Gráfico Amador no setor gráfico brasileiro
Em 1954, na cidade pernambucana de Recife, um grupo formado por intelectuais resolveu fundar uma organização voltada à edição e à impressão de conteúdos literários. Essa associação, que conquistou trinta membros logo no primeiro ano de vida, foi batizada de O Gráfico Amador. Na verdade, tratava-se de uma oficina tipográfica de caráter artístico e experimental, inicialmente destinada à publicação de trabalhos produzidos exclusivamente pelos associados.

Segundo Guilherme Cunha Lima, autor do livro que leva o mesmo nome da oficina, “O Gráfico Amador reunia pessoas interessadas na arte do livro e, por isso, tinha apenas a finalidade de editar, sob cuidadosa forma gráfica, textos literários cuja extensão não ultrapassasse as limitações de uma oficina constituída por amadores”.

Os trabalhos eram projetados e realizados pelos amigos Aloísio Magalhães, Gastão de Holanda, José Laurenio de Melo e Orlando da Costa Ferreira, ex-integrantes do Teatro do Estudante de Pernambuco (TEP), associação criada por alunos da Faculdade de Direito do Recife. A única exceção era Costa Ferreira, amigo de Gastão de Holanda.

Inicialmente, o grupo trabalhava com uma prensa manual, instalada na garagem da casa de Holanda. Em 1956, a oficina mudou de endereço e adquiriu dois novos equipamentos: uma Minerva elétrica e uma prensa litográfica alemã do século XIX.

Em 1961, o grupo já contabilizava cinqüenta e um associados, entre eles Ariano Vilar Suassuna, dramaturgo, romancista e poeta, autor de O Auto da Compadecida. Vale ressaltar ainda que o poeta João Cabral de Melo Neto, autor de Morte e Vida Severina, teve contribuição importante na formação de O Gráfico Amador. “João Cabral tinha experiência como tipógrafo e escritor, por isso foi de grande valia para o núcleo, que com ele aprendeu a compor e a imprimir”, afirma Cunha Lima.

Apesar da pretensão inicial, a equipe de artistas mudou de planos e tentou por mais de uma vez se profissionalizar. Uma dessas tentativas foi a criação da Editora Igarassu, que no final de 1961, após poucos meses em funcionamento, encerrou suas atividades por problemas de distribuição.
Nesse mesmo ano, por conta dos problemas políticos que atingiam o País, o núcleo chegou ao fim. Até então, havia publicado 27 livros oficiais, isso sem contar as publicações efêmeras, como cartazes, folhetos, convites e catálogos.

Apesar do término, para Cunha Lima esses artistas tiveram relevante contribuição para o desenvolvimento do setor gráfico do País, então governado por Juscelino Kubitschek. Segundo o autor, a construção de Brasília, em 1960, demonstrava que o Brasil havia atingido maturidade na esfera do design e da tecnologia. Com isso, a tipografia de O Gráfico Amador refletiu a ansiedade de inovações e experimentações em grande efervescência naquele tempo.

“Os participantes puseram à prova técnicas e influências ao projetarem e imprimirem seus livros, característica que encontra paralelo em outras áreas da cultura brasileira, em que se pode verificar uma forte tendência a sintetizar idéias de origens diferentes. Em termos de projeto gráfico, a produção de O Gráfico Amador refletiu essa tendência, dando sua contribuição no momento preciso em que o Brasil fazia seu salto qualitativo em direção ao mundo moderno”, ressalta o autor.

Escrito por Margareth Meza
Qui, 01 de Maio de 2008
Texto publicado na Edição 61 da Revista Tecnologia Gráfica

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Saiba o que é Arquitetura de informação

A arquitetura tradicional, voltada para a construção civil e já amplamente conhecida, é conceituada como a arte ou técnica de projetar e edificar ambientes habitados. Como atividade humana, ela existe desde que o homem passou a se abrigar das intempéries, e tem evoluído à medida em que ganhou importância o design do ambiente construído, buscando-se a organização de espaços físicos.

Nos tempos atuais, um novo tipo de arquitetura tem sido necessário, sobretudo em grandes organizações. Lidando com estruturas digitais de informação e software, ao invés de estruturas físicas de alvenaria, a Arquitetura de Informação consiste no design de ambientes informacionais compartilhados e resistentes à entropia, que vem a ser o estado de desordem natural de qualquer sistema, na ausência de uma força organizadora.

Muitos dos artigos publicados sobre esse tema apontam o design de interfaces ou a estruturação de sítios na Web, como o seu principal foco. Entretanto a interface é uma janela para a informação. Até mesmo a melhor interface só é tão boa quanto a informação por trás dela. O oposto também é valido: até a informação mais compreensivelmente formatada só será tão útil quanto a sua interface. Assim, embora mutuamente dependentes, essas disciplinas não são a mesma coisa, nem tampouco estão contidas integralmente uma na outra.

Não por acaso, a Arquitetura de Informações guarda muitas semelhanças com aquela sua ancestral. A principal delas é a característica de ser centrada no ser humano: como a informação só pode existir em "comunidades de sentido", a Arquitetura de Informações trata primeiramente de pessoas, buscando assegurar-lhes conforto e, somente depois, de tecnologia.

Com esse objetivo, faz-se necessário, por exemplo, o estabelecimento de padrões capazes de homogeneizar o significado de palavras, expressões e símbolos utilizados em todo o ciclo de produção das soluções de tecnologia da informação. Um vocabulário controlado contribui muito para minimizar as barreiras de entendimento, proporcionando um meio eficiente e confiável para a troca de informações.

Nas organizações situa-se no domínio dessa disciplina a responsabilidade por manter a "visão do todo", assim materializada no modelo arquitetural das informações corporativas voltadas ao atendimento das necessidades dos clientes, acionistas e sociedade, considerando o movimento do mercado e em conformidade com órgãos reguladores.

Referência: Wikipédia

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20 Dicas para melhorar suas apresentações no PowerPoint

Todos que usam o computador hoje em dia, mesmo sem querer devem aprender a usar alguns softwares que são os mais conhecidos no mercado como o Word, Excel e o tão usado PowerPoint para criar apresentações.

Neste artigo irei dar algumas dicas para deixar melhor e mais enxutas as suas apresentações no PowerPoint. Acompanhe bem as dicas abaixo.

1. Desabilite a opção que força o texto a se encaixar nas caixas de texto escolhendo Ferramentas, janela Editar e desmarque a caixa Auto ajustar o texto ao local.

2. Clique na parte de um gráfico e a dica de ferramentas mostrará o nome da parte do gráfico que selecionou.
3. Visualize todo o Plano clicando no ícone Visualização de Plano.

4. Adicione uma foto ao pano de fundo de um slide show escolhendo Formatar, Pano de fundo, Efeitos, janela Imagem. Clique em selecionar imagem e localize a imagem a ser utilizada.

5. Crie um design personalizado formatando o slide principal de uma nova apresentação em branco do modo que deseja visualizar.

6. Então escolha Arquivo, Salvar como, digite um nome, na lista da caixa Salvar no formato: escolha Modelo de apresentação (*.pot), escolha a pasta Designs de apresentação e clique Salvar.

7. Para utilizar um modelo personalizado escolha Arquivo, Novo, a pasta Designs de apresentação e escolha seu modelo.

8. Aplique seu design modelo para abrir qualquer apresentação escolhendo Aplicar design da barra de ferramentas Tarefas comuns, então selecione seu modelo e clique Aplicar.

9. Recorte uma imagem selecionando-a e, da barra de ferramentas Imagem, escolha a ferramenta Recortar.

10. Quando você recorta demais de uma imagem, utilize a ferramenta Recortar e recorte o exterior para restaurar a imagem.

11. Para criar um espaço extra ao redor de uma imagem, utilize a ferramenta Recortar e recorte fora da imagem para obter espaço fora da imagem.

12. Crie um sumário de slide show escolhendo Exibir, Organizador de slides então Editar, Selecionar todos e então clique no botão Sumário de slide na barra de ferramenta Organizador de slide.

13. Clique no botão Tabelas e bordas então escolha a ferramenta Desenhar tabela para desenhar uma tabela com o seu mouse.
14. Utilize a ferramenta Desenhar tabela para desenhar linhas diagonais através das células da tabela e a ferramenta Apagador para remover as linhas indesejadas.

15. Copie um slide de outra apresentação escolhendo Inserir, Slides de arquivos, janela Localizar apresentação e abra a fonte de apresentação. Selecione o slide para copiar e clique Inserir.

16. Adicione uma GIF para um slide escolhendo Inserir, Imagem, então escolha Do arquivo, selecione a imagem e clique Inserir.

17. Apenas o primeiro quadro de uma animação em GIF é mostrado no slide – para visualizar a animação, escolha o botão Exibir slide show.

18. Crie uma Amostra principal escolhendo Exibir, Principal, Amostra principal e selecione a ordem a ser utilizada nos slides. Adicione quaisquer outros detalhes como imagens ou textos.

19. Exporte slides para o Word podendo criar amostras, escolha Arquivo, Enviar para, Microsoft Word, escolha o que mandar e o formato, então clique em OK.

20. Faça anotações enquanto faz uma apresentação dando um clique com o botão direito sobre exibir slide show, escolha Supervisor de encontros, janela Minutos de encontros e digite suas anotações.

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20 Super Dicas de Access para Turbinar seu Banco de Dados - Parte 2

Olá gente! Espero que tenham gostado das primeiras 20 dicas de como turbinar seu banco de dados e espero mais ainda que tenham gostado delas e que elas tenham te ajudado. Aqui vai a segunda e última parte das dicas. Aguardo comentários do que acharam.

1. Para visualizar seus dados em um modo de visualização em estilo tabela, escolha Exibir, Lista.

2. Para adicionar uma nova gravação à um banco de dados, mova para a última gravação do banco de dados e clique em Próxima gravação.

3. Adicione botões fáceis na barra de ferramentas escolhendo Ferramentas, Personalizar barra de ferramentas, selecione um botão das categorias mostradas e clique e arraste o botão para a barra de ferramentas.

4. Insira espaço extra entre duas colunas de relatórios adicionando uma coluna em branco entre elas.

5. Para adicionar essa coluna em branco, escolha Exibir, Relatório, selecione o relatório e clique em Modificar. Selecione o cabeçalho da coluna para a direita de onde a coluna irá e clique em Inserir, Inserir coluna.

6. Faça uma impressão de relatório em orientação de plano (no tamanho da folha), escolhendo Arquivo, Configuração de página, Fonte, na janela Tamanho e Orientação e selecione Paisagem.

7. Para visualizar os cabeçalhos e rodapés escolha Arquivo, Visualizar impressão.

8. Altere o título de um relatório selecionando Exibir, Relatório - selecione o relatório e clique em Modificar. Digite um novo título no campo Título.

9. Remova os cabeçalhos e rodapés da primeira página de um relatório da primeira página de um relatório escolhendo Exibir, Cabeçalhos e rodapés e habilite as caixas Sem cabeçalho na primeira página e Sem rodapés na primeira página.

10. Crie um filtro escolhendo Exibir, Relatório, selecione o relatório e clique em Modificar, então escolha Ferramentas, Filtro de relatórios, Criar novo filtro.

11. Quando criar um filtro, selecione a opção Filtro fácil para escolher campos e operadores de comparação através de listas fáceis de utilizar.

12. Quando for mais fácil de fazer, crie um filtro para visualizar o que não quer mostrar, então habilite a caixa Inverter filtro para mostrar todo o resto.

13. Campos calculados são criados de dados de outros campos. Por exemplo =(1 + marca) * preço de custo: calculará o preço de venda utilizando os dados dos campos marcação e preço de custo.

14. coloque cor no plano de fundo de um formulário escolhendo Exibir, Design de formulário, confira se nada está selecionado, então escolha Formatar, e altere a cor do plano de fundo.

15. Adicione uma nota para um formulário para um fácil lembrete escolhendo Exibir, Design de formulário, clique onde a nota será incluída e escolha Inserir, Anotação.

16. Quando a caixa de Anotação abrir, escolha uma imagem, digite um título e o texto da anotação, escolha um tamanho e clique em OK.

17. Quando seu formulário incluir uma anotação, você verá a imagem e seu título e se der um clique duplo sobre o objeto para ler seu conteúdo.

18. Para mudar a fonte padrão utilizada pelo banco de dados escolha Formatar, Fonte e estilo, janela Fonte, defina uma fonte e um tamanho para utilizar então clique Definir padrão.

19. Quando tiver mudado a fonte padrão, feche o banco de dados e abra-o novamente para poder tirar vantagem da alteração.

20. Adicione um rótulo a uma caixa de formulário de texto em exibir Design de formulário, utilizando Inserir, Rótulo. Para incluir dois pontos, adicione uma marca de cotação antes do texto do rótulo.

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Fundamentos do Design - Parte 01

Com base em meus materiais de estudo algum tempo atrás quando comecei a trabalhar profissionalmente com o CorelDRAW® cheguei a conclusão de que na área de editoração é imprescindível que nos nossos trabalhos consigamos transmitir a mensagem desejada ao nosso público alvo.


Eu mesmo já tive muita dificuldade de entender até mesmo o que queria dizer um cardápio, imagine só o que acontece quando falamos em pôster, folder e programas. Realmente a finalidade de materiais que servem para facilitar sua vida às vezes acaba sendo desencaminhada por falta de organização dos objetos na página.

Lendo um dos manuais do CorelDRAW® aprendi que: Para criar design que funcionam, é necessário seguir os quatro princípios básicos do design: proximidade, alinhamento, repetição e contraste. Estes por sua vez fazem realmente o nosso projeto se tornar um sucesso.

Espero ter ajudado de alguma forma que ainda está iniciando no software e ate mesmo quem já trabalho no mesmo.

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O analista de mídias sociais que o mercado procura

Você já deve ter ouvido alguém, na sua sala de aula ou num barzinho, falar que gostaria muito de trabalhar com mídias sociais. Ou então, ouviu uma crítica, afirmando que criar estratégias e gerenciar ações em mídias sociais, qualquer um faz.

Antes de continuar, gostaria apenas de informar que esse artigo não é uma defesa das agências especializadas em redes sociais e de seus colaboradores. É apenas uma alerta para quem não conheça essa função, seus desafios e pré-requisitos para exercê-la. E, acima de tudo, traz dicas para quem quer se tornar um analista de mídias sociais e não apenas “qualquer um”. Eis algumas:

Planejamento e Estratégia

O analista deve pensar em fazer o produto ou serviço do cliente ser mais “humano”, criando interatividade, confiança, engajamento e consumo consciente do público-alvo. Lembre-se que o consumidor do passado é um ser em extinção.

O bom analista deve…

  • Estudar diariamente os mecanismos que permitirão a interatividade com o cliente (saber as ferramentas de trás pra frente, adequando-as ao perfil do cliente e sua estratégia);
  • Desenvolver soluções de cross-media para o atendimento em tempo real;
  • Interpretar a campanha off line do cliente, levando-a para as mídias sociais;Ter soluções para eliminação de dúvidas ou críticas, com a promoção de produtos e serviços de maneira inteligente e coletiva (micronichos).


Comportamento e classe C

Em 2010, há a previsão de venda de 14 milhões de microcomputadores. A classe C chegará com força e milhares de jovens e adultos entenderão em pouco tempo que ter acesso à informação é ter o poder de decidir por si mesmo.

O analista precisa estar alerta para um novo ser pensante, entre donas de casa, estudantes e trabalhadores que agora vão interagir em busca ou de gente interessante ou de sua notoriedade.

Você, analista, vai ter que saber lidar com elogios, reclamações, sugestões e criticas, conhecendo profundamente a marca que representa com soluções para a gestão de cada tipo de abordagem.

Cadeia de valor do cliente

O que isso tem a ver, né? Analista que se preza sabe que mídias sociais não influenciam somente economias de escala com foco na oferta.

O foco se dá muito mais na economia de escala voltada para a demanda, que se baseará nas redes de relacionamento. Ele sabe que o foco também são os “veículos”, tais como smartphones, games, ipads, netbooks, TVs digitais, rádios digitais, que permitirão consumirmos coletivamente.

Um desafio nasce daí: ele tem que entender a cadeia de valor envolvida no desenvolvimento e um produto ou serviço para pensar a partir não do foco do cliente, mas para todo um grupo envolvido com ele. Traduzindo, para um shopping, temos as marcas âncora; para uma rádio, as gravadoras e cantores. Todos devem ser levados em consideração.

www.minharede.com.br

O bom analista já entende que o comportamento gerado nas mídias sociais está levando ao surgimento de redes sociais de marca. E, por conta disso, ele discutirá com o cliente maneiras de, com a rede, criar barreiras de entrada de concorrentes em seus nichos de atuação.

Em outras palavras, o papel como profissional de mídias sociais se dará na criação de soluções, independentemente do meio, que permitam que as marcas dominem seus segmentos de atuação, criando diferencial competitivo, atraindo micronichos para formar novas redes de interesse.

Como entro para o time de analistas?

Para quem estuda Jornalismo, Publicidade, Design, Programação, Gestão de TI, entre outras áreas, e acha que investir tempo na análise do comportamento de “tribos” é uma oportunidade de carreira, parabéns. Esses não serão “qualquer um”.

Gerir sua carreira é algo muito pessoal: o que deve imperar é o bom senso. Não fique se martirizando porque você se formou para algo que não existe mais. Quem disse que quando você estudava programação, design, jornalismo ou gestão de TI, tudo o que aprendeu seria para sempre?

O mercado – leia-se agências de mídias sociais – está procurando programadores, designers, antropólogos, pedagogos e gestores que saibam lidar com o comportamento da geração Y. Que faculdade forma gente hoje para líder com esse tipo de cliente? Algumas, com certeza. E os profissionais que saem delas, felizmente, já têm a percepção das mudanças pelas quais estamos passando.

Na corrida por vaga nesse novo mercado, se destacarão aqueles que investirem – e acreditarem – que as possibilidades de negócios e ações na internet são mais do que um modismo.

Fique alerta para as oportunidades, tais como a de analista de comportamento na web, uma área que está sendo bem explorada por antropólogos, sociólogos e economistas.

Se você é designer ou jornalista, eis outra dica a ser explorada: o design de interação é para gente com formação como a sua, que não pode esquecer na hora de montar um site que suas estratégias devem levar em consideração funcionalidades, focadas em uma experiência agradável de navegação do usuário.

Fez engenharia de computação ou publicidade? Quem sabe você não vai se realizar com o desenvolvimento de estratégias para SEO de um cliente. É estatístico? Para você, cuidar de métricas e indicadores – web analytics – fazendo a avaliação de dados para a tomada de decisões na Internet pode ser a sua praia. Já ouviu falar das soluções via geoposicionamento? Então que tal promover a interatividade via mobile?

Deixe de ser “qualquer um”! Depois de ler esse artigo, estude e planeje sua carreira para se tornar um analista de mídias sociais, de fato.

Capacitação

O Curso de E-Commerce promove mensalmente o curso Redes Sociais e Marketing nas Mídias Sociais onde os participantes são apresentados às mais importantes mídias sociais para o público brasileiro e as formas de promover campanhas de marketing digital nestas mídias. Saiba mais sobre este curso clicando aqui.

Publicado originalmente no Webinsider

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Conheça o SMS Free: serviço de SMS gratuito e funcional


Este artigo foi escrito originalmente no http://www.rafaeldesigner.com.br/.

Já tentou usar serviços de SMS grátis online? Pois é, sempre um terror não é mesmo!
Principalmente quando você precisa mandar uma mensagem e está sem crédito no celular, as operadoras normalmente liberam esse envio, mas com certos limites ou mesmo nem deixando enviar para operadoras diferentes da sua.
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Bem, isso agora acabou!
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Em parceria com o design gráfico Thiago Welling um grande amigo, ele deu essa idéia de criar o SMS Free, um sistema simples e objetivo para enviar mensagens gratuitamente para todo o Brasil.
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Começamos a desenvolver com base em um sistema open-source de Portugal, adaptamos o script para rodar no Brasil pegando todas as operadoras, criamos o design do Front-End e adicionamos alguns elementos como contador de caracteres e mascara de número próprio.
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Assim, esperamos que use bastante o serviço e claro deixe seu comentário para que possamos melhorar cada vez mais, Ok!
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Obrigado e borá usar o SMS Free galera!

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