
1- Avaliar o software quanto às suas vulnerabilidades: é a filosofia adotada na Universidade de West Virginia. A instituição pede, cada vez mais, aos fornecedores de software para submeter os seus produtos propostos a um exame de avaliação de vulnerabilidades, antes de comprá-los.
"Faz parte do processo contratual", explica Alex Jalso, diretor-assistente de segurança da informação na universidade. O responsável utiliza o software IBM AppScan Enterprise como ferramenta de avaliação de vulnerabilidades, de análise e de correção de fragilidades de código.
Jalso diz que o procedimento de análise permite à instituição ter um olhar mais profundo sobre o código. Como é de propriedade intelectual do fornecedor, a universidade compromete-se a trabalhar sob sigilo e não divulgar quaisquer questões que possam surgir.
A organização ainda não convenceu todos os seus fornecedores de software, mas caminha nessa direção. A AppScan também é usada pela universidade para analisar eventuais falhas de segurança em aplicações web desenvolvidas internamente antes de entrarem em produção.
Qual é a importância desse aspecto? Jalso diz que se trata de antecipar a identificação de pontos fracos no software, capazes de se tornarem um caminho de ataque para hackers e malware.
Há uma série de questões jurídicas a considerar, também, como não violar as diretrizes de proteção de dados relacionadas com várias normas (HIPAA, PCI e FerpaA). A universidade considera não ser pedir demais a um fabricante que sujeite o seu software a um teste de vulnerabilidade ? e na realidade, nem mesmo fazer isso várias vezes conforme ocorram mudanças na base do código, diz Jalso.
2- Mudar de fornecedor em vez de alterar expectativas: Ross Elliott é gestor da rede para as escolas públicas de Brick Township, em Nova Jersey, um distrito com 12 escolas e 10 mil alunos. O departamento de TI para o distrito escolar oferece acesso à Internet com fio e sem fio para alunos e professores.
Mas a parte mais aberta da rede sem fio mostrou sinais de tensão e congestionamento quando o número de alunos usuários aumentou, no início de 2011. Como efeito colateral, a firewall Astaro e o serviço da Comcast "não funcionavam bem juntos", explica Elliott. Segundo ele, a configuração de firewall, baseada num "proxy" pode ter sido fator importante.
Contudo, o responsável também estava insatisfeito com o suporte fornecido. O nível de disponibilidade da rede sofria queda e em junho a rede sem fio começou a ter desempenho fraco e "o departamento de TI foi bombardeado com telefonemas", conta.
O departamento da escola foi capaz de resolver os problemas de rede durante o verão, atualizando a largura de banda e adaptando firewall da SonicWall. E Elliott diz que podem ser necessárias mais mudanças no acesso à rede da escola para suportar os que são realizados por meio de dispositivos móveis.
A Columbia Grammar and Preparatory School, em Nova York, tinha cerca de 450 computadores Macintosh para uso em salas de aula, e não estava feliz com o desempenho dos servidores da Apple, há muito tempo. Por isso, mudou para servidores Windows, obtendo melhores desempenhos no apoio aos computadores Macintosh, de acordo com Adam Gerson, codiretor de tecnologia da escola. Embora seja um fã dos Mac, numa "escola Mac", não deixou que isso o impedisse de experimentar uma alternativa aos servidores da Apple.
3-Correção rápida: como em muitos sistemas escolares nos Estados Unidos, os professores realizam cada vez mais procedimentos de rotina online em vez de usarem papel. É o caso do grupo de cinco escolas do Belchertown School District, em Massachusetts.
Professores e alunos vão a plataformas online para obter material das aulas ou outro tipo de suporte. O distrito começou a usar uma aplicação chamada PowerSchool, configurada com Cisco UCS a executar desktops virtuais VMware View, ligados a uma plataforma de armazenamento NetApp FAS2020.
Mas de acordo com Scott Karen, diretor de tecnologia para o distrito escolar, haveria indícios de problemas de excessiva latência relativa à configuração das máquinas virtuais, quando muitos estudantes tentavam autenticar-se e usar o sistema ao mesmo tempo. Além disso, quando os professores usavam as plataformas nas salas de aula, em simultâneo, deparavam-se com a lentidão das mesmas, e a ocorrência de erros de arquivo.
A falta de capacidade de "caching" nos velhos sistemas NetApp FAS era um problema, diz Karen. E adotar um sistema da NetApp maior e mais recente não era atraente do ponto de vista orçamental, para o distrito escolar.
No entanto, como participante regular do grupo de usuários locais da VMware, Karen descobriu uma solução mais econômica. Decidiu adotar um sistema de dois nós Avere FXT para optimizar as capacidades de leitura e registo.
Foi rapidamente colocado a funcionar, trouxe a latência para um nível tolerável, e constituiu uma lição sobre virtualização de desktops.
Fonte: http://computerworld.uol.com.br
por Daniel Paulino · 0

Os últimos momentos da Microsoft na Consumer Electronic Show (CES) deste ano serviram para dedicar a devida atenção ao Windows Phone 7, plataforma para dispositivos móveis na qual a gigante deposita todas as suas esperanças. No entanto, apesar dessa prioridade, ela continua arrecadando mais com o Android do que com seu próprio sistema.
Um novo acordo sobre utilização de patentes com a LG deve aumentar ainda mais a diferença. Segundo a Florian Mueller, analista de propriedade intelectual, o contrato cobre o uso do Android e do Chrome OS nos dispositivos da fabricante sul-coreana, e serve como extensão a um já acordado em relação à plataforma Linux.
Em outubro do ano passado, o banco de investimentos Goldman Sachs projetou que a companhia de Redmond ganharia 444 milhões de dólares com esses licenciamentos em 2012. Ela já possui acordos com mais de metade das fabricantes que utilizam o SO da Google, como HTC, Samsung e Acer, e, com a LG, o valor ficará significativamente maior.
Não é um mau negócio. Basta imaginar o que seria para a Coca-Cola se recebesse uma percentagem sobre toda latinha de Pepsi vendida, ou se a Ford ganhasse um pouco sempre que um Toyota saísse da loja. A Microsoft está em uma posição em que, mesmo que perca mercado, continuará arrecadando.
Android e Chrome OS são considerados software open source, mas os litígios e os acordos de licenciamento como o que a LG teve de costurar mostram que o gratuito no mundo da tecnologia, por vezes, não sai de graça. Estima-se que a Microsoft tenha direito a 5 dólares sobre cada dispositivo Android comercializado.
"O acordo com a LG, junto com os dez anteriores firmados com fabricantes ligados ao Chrome OS e Android, o que inclui HTC, Samsung e Acer, significa que 70% de todos os smartphones da plataforma vendidos nos EUA estão sob nosso portfólio de patentes", afirmou Horacio Gutierrez, vice-presidente de propriedade intelectual da empresa.
A única grande companhia que ainda não assinou pacto com a Microsoft é a Motorola Mobility ? que pertence à Google desde o ano passado. Será uma grande vitória para a dona Windows se conseguir fazer com que a própria desenvolvedora do sistema tenha de pagar pro cada licença que distribui gratuitamente.
Fonte: http://computerworld.uol.com.br
Um novo acordo sobre utilização de patentes com a LG deve aumentar ainda mais a diferença. Segundo a Florian Mueller, analista de propriedade intelectual, o contrato cobre o uso do Android e do Chrome OS nos dispositivos da fabricante sul-coreana, e serve como extensão a um já acordado em relação à plataforma Linux.
Em outubro do ano passado, o banco de investimentos Goldman Sachs projetou que a companhia de Redmond ganharia 444 milhões de dólares com esses licenciamentos em 2012. Ela já possui acordos com mais de metade das fabricantes que utilizam o SO da Google, como HTC, Samsung e Acer, e, com a LG, o valor ficará significativamente maior.
Não é um mau negócio. Basta imaginar o que seria para a Coca-Cola se recebesse uma percentagem sobre toda latinha de Pepsi vendida, ou se a Ford ganhasse um pouco sempre que um Toyota saísse da loja. A Microsoft está em uma posição em que, mesmo que perca mercado, continuará arrecadando.
Android e Chrome OS são considerados software open source, mas os litígios e os acordos de licenciamento como o que a LG teve de costurar mostram que o gratuito no mundo da tecnologia, por vezes, não sai de graça. Estima-se que a Microsoft tenha direito a 5 dólares sobre cada dispositivo Android comercializado.
"O acordo com a LG, junto com os dez anteriores firmados com fabricantes ligados ao Chrome OS e Android, o que inclui HTC, Samsung e Acer, significa que 70% de todos os smartphones da plataforma vendidos nos EUA estão sob nosso portfólio de patentes", afirmou Horacio Gutierrez, vice-presidente de propriedade intelectual da empresa.
A única grande companhia que ainda não assinou pacto com a Microsoft é a Motorola Mobility ? que pertence à Google desde o ano passado. Será uma grande vitória para a dona Windows se conseguir fazer com que a própria desenvolvedora do sistema tenha de pagar pro cada licença que distribui gratuitamente.
Fonte: http://computerworld.uol.com.br
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O YouTube, serviço de vídeos do Google, está transmitindo 4 bilhões de vídeos ao dia, uma alta de 25% nos últimos oito meses, de acordo com a companhia.
O salto no número de vídeos assistidos surge no momento em que o Google começa a oferecer o YouTube fora do computador, com versões do site que funcionam em televisores e em celulares inteligentes, e acompanha o esforço da companhia para oferecer mais conteúdo de qualidade profissional no serviço.
De acordo com o Google, agora 60 horas vídeo são enviadas para o YouTube a cada minuto, ante 48 horas por minuto em maio.
O YouTube, adquirido pelo Google por US$ 1,65 bilhão em 2006, representa uma das principais oportunidades de criação de novas fontes de receita para a companhia, fora de seu tradicional segmento de anúncios vinculados a resultados de busca.
Na semana passada, o Google informou que suas vendas de publicidade on-line convencional -boa parte da qual exibida ao lado de vídeos do YouTube- estavam gerando US$ 5 bilhões em base anualizada.
Ainda assim, a maioria dos 4 bilhões de vídeos que o YouTube exibe a cada dia hoje não gera faturamento. De acordo com a companhia, 3 bilhões dos vídeos exibidos pelo YouTube a cada semana são monetizados.
O YouTube recentemente mudou o design de seu site para propiciar mais destaque a "canais" especializados, organizados em torno de tipos diferentes de conteúdo. Em outubro, a companhia anunciou ter fechado 100 acordos para a obtenção de conteúdo em vídeo original, junto a parceiros como Madonna e Jay-Z.
Fonte: http://www.g1.com.br
O salto no número de vídeos assistidos surge no momento em que o Google começa a oferecer o YouTube fora do computador, com versões do site que funcionam em televisores e em celulares inteligentes, e acompanha o esforço da companhia para oferecer mais conteúdo de qualidade profissional no serviço.
De acordo com o Google, agora 60 horas vídeo são enviadas para o YouTube a cada minuto, ante 48 horas por minuto em maio.
O YouTube, adquirido pelo Google por US$ 1,65 bilhão em 2006, representa uma das principais oportunidades de criação de novas fontes de receita para a companhia, fora de seu tradicional segmento de anúncios vinculados a resultados de busca.
Na semana passada, o Google informou que suas vendas de publicidade on-line convencional -boa parte da qual exibida ao lado de vídeos do YouTube- estavam gerando US$ 5 bilhões em base anualizada.
Ainda assim, a maioria dos 4 bilhões de vídeos que o YouTube exibe a cada dia hoje não gera faturamento. De acordo com a companhia, 3 bilhões dos vídeos exibidos pelo YouTube a cada semana são monetizados.
O YouTube recentemente mudou o design de seu site para propiciar mais destaque a "canais" especializados, organizados em torno de tipos diferentes de conteúdo. Em outubro, a companhia anunciou ter fechado 100 acordos para a obtenção de conteúdo em vídeo original, junto a parceiros como Madonna e Jay-Z.
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Um novo estudo feito pela empresa de segurança de redes Palo Alto Networks mostra um crescimento "explosivo" do uso dos sites de relacionamento no ambiente de trabalho, registrando um crescimento de 300% no uso das mídias sociais no segundo semestre de 2011, em comparação ao mesmo período em 2010.
O uso do Twitter, em particular, mostrou um dramático aumento de popularidade no ambiente corporativo, crescendo mais 700% na comparação ano a ano.
Os funcionários também estão migrando para outras redes sociais. Desde outubro de 2010, o consumo de banda para publicações em sites de relacionamento, aplicativos de Facebook e outros plug-ins sociais saltaram significativamente. Quando mensurada a porcentagem total de rede usada para acessar redes sociais, foi registrado um aumento de 5% em outubro de 2010 para 25% em dezembro de 2011, revelou o estudo.
O compartilhamento de arquivos via navegador também aumentou. Sites de compartilhamento de arquivos apareceram nas redes de 92% das organizações que participaram da pesquisa.
Riscos de segurança
Os aplicativos de navegador para o compartilhamento aquivos têm a habilidade evitar os métodos de detecção, o que significa que muitas vezes são usados em redes corporativas sem serem identificados, uma situação que representa risco de segurança para empresas, informou o estudo.
O Relatório de Uso e Risco de Aplicativos da Palo Alto Networks analisou o tráfego de aplicativos em mais de 1.600 companhias entre abril e novembro de 2011.
Fonte: http://computerworld.uol.com.br
O uso do Twitter, em particular, mostrou um dramático aumento de popularidade no ambiente corporativo, crescendo mais 700% na comparação ano a ano.
Os funcionários também estão migrando para outras redes sociais. Desde outubro de 2010, o consumo de banda para publicações em sites de relacionamento, aplicativos de Facebook e outros plug-ins sociais saltaram significativamente. Quando mensurada a porcentagem total de rede usada para acessar redes sociais, foi registrado um aumento de 5% em outubro de 2010 para 25% em dezembro de 2011, revelou o estudo.
O compartilhamento de arquivos via navegador também aumentou. Sites de compartilhamento de arquivos apareceram nas redes de 92% das organizações que participaram da pesquisa.
Riscos de segurança
Os aplicativos de navegador para o compartilhamento aquivos têm a habilidade evitar os métodos de detecção, o que significa que muitas vezes são usados em redes corporativas sem serem identificados, uma situação que representa risco de segurança para empresas, informou o estudo.
O Relatório de Uso e Risco de Aplicativos da Palo Alto Networks analisou o tráfego de aplicativos em mais de 1.600 companhias entre abril e novembro de 2011.
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por Daniel Paulino · 0

Mas o sucesso da companhia ? com aparelhos líderes de mercado como o iPad e o iPhone 4S, dotado de comando de voz ? está atraindo rivais, que oferecem produtos a preços mais baixos.
O sistema operacional Android, que o Google lançou alguns anos atrás mirando o dispendioso Apple iOS, continua a atrair fabricantes de celulares. O Kindle Fire, da Amazon, cujo preço é 50% menor que o do iPad, deve ter conquistado espaço no setor de preços mais baixos do mercado de tablet.
Muitos em Wall Street, apostando que iPads e iPhones 4G e o serviço iTV voltarão a lotar as lojas da companhia, está apostando que as ações subirão para a casa dos US$ 700, o que leva alguns observadores a questionar a sustentabilidade do ritmo escaldante de crescimento mantido pela Apple.
A Apple elevou em US$ 43 bilhões o seu faturamento no ano fiscal de 2011, para US$ 108,25 bilhões, 65% acima do resultado do ano anterior.
Barry Jaruzelski, especialista em produtos eletrônicos de consumo e sócio da consultoria Booz & Co., disse que sustentar esse ritmo requereria o equivalente a criar uma nova companhia digna do ranking Fortune 500 a cada ano.
"Você se torna vítima de seu sucesso", disse. "Será que os produtos existentes podem propiciar crescimento dessa ordem, ou você terá de criar uma nova categoria de produto que gere US$ 10 bilhões a US$ 20 bilhões em vendas? Esse é o desafio", disse.
Quando a Apple reportar resultados, em 24 de janeiro, muitos investidores estarão pela primeira vez em busca de fendas em sua armadura, especialmente porque, no trimestre de outubro, a empresa ficou abaixo de suas projeções pela primeira vez desde 2004.
"O risco é quanto à sustentabilidade conseguindo", disse Brian Marshall, analista do ISI Group. "Eles projetaram números altos, e a questão é determinar se conseguirão continuar ampexistente de produtos e a esse nível de preço".
O medo é que o número de pessoas capacusto de um iPad ou iPhone esteja se reduzindo, acrescentou.
Fonte: http://www.g1.com.br
por Daniel Paulino · 0

A Telefônica|Vivo iniciou a oferta de internet popular na tecnologia fixa, nos termos do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), para mais 71 municípios no Estado de São Paulo. Com as 229 cidades que já vinham sendo atendidas, a operadora passa a prestar o serviço para 300 praças no interior paulista.
Em 30 de junho de 2011, a Telefônica|Vivo firmou termo de compromisso com o governo federal, nas condições previstas no PNBL, para ofertar banda larga popular em 622 municípios do Estado de São Paulo, até o primeiro semestre de 2014.
A opção pelo acesso via rede fixa, por 29,80 reais, é combinada com linha fixa, como previsto na parceria fechada com o governo federal, com mensalidade total de até 65 reais.
A Telefônica|Vivo já ofertava banda larga móvel nos municípios brasileiros onde está presente a rede 3G Vivo, por 29,90 reais. Atualmente, a cobertura de 3G da empresa atende a mais de 2,5 mil cidades brasileiras.
Segundo a operadora, até início de dezembro de 2011, o serviço de banda larga popular alcançou 1 milhão de clientes. O serviço abrange os usuários que possuem planos com mensalidades nos patamares de preço indicados pelo PNBL (até 35 reais para estados em que não há isenção de impostos e até 29,90 reais onde existe desoneração fiscal) e os clientes do Plano de Banda Larga Popular do governo no estado de São Paulo, ao qual a Telefônica aderiu no início de 2010.
Fonte: http://computerworld.uol.com.br
Em 30 de junho de 2011, a Telefônica|Vivo firmou termo de compromisso com o governo federal, nas condições previstas no PNBL, para ofertar banda larga popular em 622 municípios do Estado de São Paulo, até o primeiro semestre de 2014.
A opção pelo acesso via rede fixa, por 29,80 reais, é combinada com linha fixa, como previsto na parceria fechada com o governo federal, com mensalidade total de até 65 reais.
A Telefônica|Vivo já ofertava banda larga móvel nos municípios brasileiros onde está presente a rede 3G Vivo, por 29,90 reais. Atualmente, a cobertura de 3G da empresa atende a mais de 2,5 mil cidades brasileiras.
Segundo a operadora, até início de dezembro de 2011, o serviço de banda larga popular alcançou 1 milhão de clientes. O serviço abrange os usuários que possuem planos com mensalidades nos patamares de preço indicados pelo PNBL (até 35 reais para estados em que não há isenção de impostos e até 29,90 reais onde existe desoneração fiscal) e os clientes do Plano de Banda Larga Popular do governo no estado de São Paulo, ao qual a Telefônica aderiu no início de 2010.
Fonte: http://computerworld.uol.com.br
por Daniel Paulino · 0

Autor: Caio Lauer
O segmento de Tecnologia da Informação não para de crescer. Das grandes multinacionais a pequenas empresas, a presença dos atuantes na área é cada vez mais requisitada. A economia mais sólida do Brasil nos tornou uma nação emergente e profissionais de TI ganham evidência no mundo. Este cenário faz com que a demanda de especialistas brasileiros no exterior aumente a cada dia.
Uma pesquisa realizada pela Impacta Tecnologia junto a 150 grandes empresas dos setores de Infraestrutura, Informática, Finanças, Indústria e Comércio, detectou que 37% das organizações consultadas perderam pelo menos 20 funcionários para empresas estrangeiras nos últimos anos.
Mas o que leva o profissional brasileiro a querer trabalhar fora? O currículo deste profissional fica mais valorizado no mercado, dentro e fora do país. Existe também o componente emocional que é a realização de trabalhar no exterior. Almejar o desenvolvimento das atividades em outro território não é único dos profissionais de TI, porém, o cenário atual para que isto aconteça é mais favorável do que para outras áreas de atuação. “Mesmo com as empresas brasileiras oferecendo salários cada vez melhores, atuar fora é vantajoso pela experiência profissional e de vida que o indivíduo irá ter. Então, quando voltar do exterior, mesmo que tenha a mesma bagagem técnica do que o profissional que continuou trabalhando no Brasil, será muito mais valorizado por se entender que atuar no exterior o deixou melhor preparado”, opina Marcelo Ribeiro, diretor de Tecnologia da Informação da Catho Online.
O método de gestão de um projeto nos Estados Unidos é bem distinto de um existente no México, por exemplo. Trabalhar em diferentes situações agrega ao perfil profissional, e estimula a flexibilidade para as atividades rotineiras. Para Ribeiro, o profissional brasileiro tem mais garra em enfrentar desafios e busca solucioná-los com iniciativa, se envolvendo em processos que teoricamente a sua função não exigiria, sempre com postura positiva para resolver.
O avanço do mercado nacional possibilitou que os profissionais se desenvolvessem com mais afinco. O crescimento interno passou a exigir pessoas melhor qualificadas e, desta forma, fez com que buscassem especialização. “Existem muitos projetos no mercado mundial que são direcionados para serem executados em solo brasileiro. Isto também faz com que os profissionais daqui sejam mais valorizados perante a concorrência e ganhem destaque no segmento”, conta Fábio Sá, sócio-diretor da I9 Tecnologia e Inovação Empresarial. Ainda para Sá, hoje, o Brasil tem boas instituições de ensino que fazem frente às de grandes potências como EUA e países europeus.
O idioma, assim como em outras áreas, é um desafio para a área de TI. O domínio do inglês e do espanhol, apesar dos requisitos do segmento, ainda não é algo tão fácil de encontrar. A dificuldade na língua estrangeira pode ser considerada uma barreira de crescimento. Uma grande tendência é que as instituições de ensino fixem aulas desta natureza em suas grades curriculares para suprir esta necessidade. “Buscamos pessoas que têm fluência em pelo menos um dos dois idiomas, mas também capacitamos nossos colaboradores com aulas particulares”, comenta Fábio.
Uma pesquisa realizada pela Impacta Tecnologia junto a 150 grandes empresas dos setores de Infraestrutura, Informática, Finanças, Indústria e Comércio, detectou que 37% das organizações consultadas perderam pelo menos 20 funcionários para empresas estrangeiras nos últimos anos.
Mas o que leva o profissional brasileiro a querer trabalhar fora? O currículo deste profissional fica mais valorizado no mercado, dentro e fora do país. Existe também o componente emocional que é a realização de trabalhar no exterior. Almejar o desenvolvimento das atividades em outro território não é único dos profissionais de TI, porém, o cenário atual para que isto aconteça é mais favorável do que para outras áreas de atuação. “Mesmo com as empresas brasileiras oferecendo salários cada vez melhores, atuar fora é vantajoso pela experiência profissional e de vida que o indivíduo irá ter. Então, quando voltar do exterior, mesmo que tenha a mesma bagagem técnica do que o profissional que continuou trabalhando no Brasil, será muito mais valorizado por se entender que atuar no exterior o deixou melhor preparado”, opina Marcelo Ribeiro, diretor de Tecnologia da Informação da Catho Online.
O método de gestão de um projeto nos Estados Unidos é bem distinto de um existente no México, por exemplo. Trabalhar em diferentes situações agrega ao perfil profissional, e estimula a flexibilidade para as atividades rotineiras. Para Ribeiro, o profissional brasileiro tem mais garra em enfrentar desafios e busca solucioná-los com iniciativa, se envolvendo em processos que teoricamente a sua função não exigiria, sempre com postura positiva para resolver.
O avanço do mercado nacional possibilitou que os profissionais se desenvolvessem com mais afinco. O crescimento interno passou a exigir pessoas melhor qualificadas e, desta forma, fez com que buscassem especialização. “Existem muitos projetos no mercado mundial que são direcionados para serem executados em solo brasileiro. Isto também faz com que os profissionais daqui sejam mais valorizados perante a concorrência e ganhem destaque no segmento”, conta Fábio Sá, sócio-diretor da I9 Tecnologia e Inovação Empresarial. Ainda para Sá, hoje, o Brasil tem boas instituições de ensino que fazem frente às de grandes potências como EUA e países europeus.
O idioma, assim como em outras áreas, é um desafio para a área de TI. O domínio do inglês e do espanhol, apesar dos requisitos do segmento, ainda não é algo tão fácil de encontrar. A dificuldade na língua estrangeira pode ser considerada uma barreira de crescimento. Uma grande tendência é que as instituições de ensino fixem aulas desta natureza em suas grades curriculares para suprir esta necessidade. “Buscamos pessoas que têm fluência em pelo menos um dos dois idiomas, mas também capacitamos nossos colaboradores com aulas particulares”, comenta Fábio.
Retenção de talentos
Com este fenômeno, a grande preocupação das empresas do setor é apresentar uma realidade equivalente, ou melhor, para que estes profissionais permaneçam em solo brasileiro. “Há pouco tempo perdemos uma profissional para o mercado americano. Ela se encantou com o que viu e acabou se instalando por lá”, relata Fábio.
Para ele, uma das maneiras de reter esses talentos é fazer com que o mesmo atrativo que buscam em outros países, seja encontrado no Brasil. “É mostrar que os projetos nativos são tão desafiadores e grandes quanto os de fora. É preciso executar um trabalho forte de motivação”, completa.
Fonte: O profissional brasileiro de TI no exterior | Portal Carreira & Sucesso
por Daniel Paulino · 0

Ao ano que se vai, desejo que leve consigo tudo que perdeu o brilho, a ele, dou meu adeus de despedida…
Ao ano que vem, chegando de mansinho, desejo a luz do sorriso
na face do irmão, do amigo…
Que seja um tempo de colheita, que a mesa seja farta, a felicidade concebida na fé fortalecida, para que a alma cansada possa fluir em pura alegria, afastando a tristeza, encantando os novos dias.
Que o amor reine soberano, não como sentimento passageiro, mas como sublime canto que transforma o ser humano, em um eterno mensageiro de mágicos encantos.
Aos nossos que partiram, que celebrem a “nova vida” na Casa da Eternidade, aos que estão ao nosso lado ou atrás desta tela mágica,
que vivam este novo momento com respeito, carinho e fraternidade.
Que o novo agora, seja uma boa hora de esquecer ofensas, ser humilde o suficiente para pedir perdão, tendo assim a recompensa
de ser perdoado!
Que este novo ano seja abençoado!
por Daniel Paulino · 0

Alwaleed, sobrinho do rei saudita e detentor de uma fortuna pessoal avaliada em pouco menos de US$ 20 bilhões pela revista "Forbes", em março, já detém participação de 7% na News Corp e quer criar um canal a cabo de notícias.
A participação no Twitter, adquirida em sociedade por Alwaleed e sua companhia de investimento Kingdom Holding Co, resultou de "meses de negociações", segundo a Kingdom. As ações da companhia subiram em 5,7% na abertura do pregão saudita, o que expressa a aprovação dos investidores a uma transação em um setor visto como de alto crescimento.
Se for aplicada avaliação de mercado que alguns analistas utilizam para o Twitter, de US$ 8 bilhões, o investimento de Alwaleed e da Kingdom equivaleria a uma participação de 3,75%.
"Nos últimos anos, o príncipe Alwaleed está se esforçando para ampliar sua presença nos setores de telecomunicações e tecnologia", disse Hesham Tuffaha, vice-presidente de gestão de ativos no Bakheet Investment Group, em Riad.
"Um dos poucos setores a registrar crescimento significativo de receita nos últimos três anos foi o de tecnologia, o que explica que a Kingdom tenha escolhido o Twitter para ampliar seu diversificado portfolio", acrescentou.
O uso do Twitter ajudou na disseminação de informações na "Primavera Árabe", a série de revoltas que abalou o Oriente Médio e o norte da África este ano.
A Arábia Saudita conseguiu controlar os primeiros indícios de insatisfação entre seus habitantes ao anunciar um pacote de US$ 130 bilhões em gastos sociais.
Fonte: http://www.g1.com.br
por Daniel Paulino · 0

"Embora a competição pareça estar esquentando com a introdução de novos tablets Android que variam de tamanho, preço e características, a maravilha ?touchscreen? da Apple ainda tem muito céu ensolarado a sua frente", disse a revista.
Outros dois produtos da Apple, o iPhone 4S e o MacBook Air de 13 polegadas, também estão na lista dos 10 eletrônicos mais importantes do ano.
Em segundo lugar ficou o recém-lançado Galaxy Nexus, smartphone da Samsung com a última versão do Android, conhecida como Ice Cream Sandwich. Segundo a revista, o novo aparelho define a próxima geração de smartphones Android que chegarão ao mercado em 2012.
Outro smartphone que figura na lista é o Motorola Atrix 4G, que funciona junto com um notebook. Na terceira posição ficou o Kindle Fire, tablet da Amazon que custa US$ 200 e é visto como um dos grandes concorrentes do iPad.
Veja a lista completa:
1 ? iPad 2, da Apple
2 ? Galaxy Nexus, da Samsung
3 ? Kindle Fire, da Amazon
4 ? iPhone 4S, da Apple
5 ? Nintendo 3DS
6 ? Notebook Sony S Series de 13 polegadas
7 ? Roku LT/Roku 2
8 ? MacBook Air de 13 polegadas
9 ? Tela 3D do PlayStation, da Sony
10 ? Motorola Atrix 4G com Lapdock
Fonte: http://www.g1.com.br
por Daniel Paulino · 0

"A Cablevision Argentina selecionou a solução coerente de rede óptica de próxima geração de 100 'giga' da Alcatel-Lucent para aumentar dramaticamente as velocidades de performance e serviço afim de atender a crescente demanda por vídeo, multimídia e aplicativos de Internet por parte da sua base de clientes", informa o comunicado à imprensa divulgado pela companhia franco-americana, que não informou exatamente quando a novidade estará disponível na Argentina.
Além disso, a Alcatel-Lucent anunciou nos últimos um acordo para levar ao Uruguai sua rede wireless 4G/LTE comercial. Inicialmente, esses serviços estarão disponíveis nas cidades de Montevidéu e Punta Del Este, chegando depois a outros locais do país.
por Daniel Paulino · 0

O texto da proposta da Anatel estará à disposição no portal da institutição para manifestação da sociedade por 45 dias a partir da publicação no Diário Oficial da União. Além da consulta pública, será realizada uma audiência pública sobre o assunto, em Brasília. A data ainda não foi divulgada.
A proposta da Anatel é estabelecer um regulamento mais abrangente, independentemente do meio utilizado para levar a programação ao assinante, em conformidade com a nova legislação. Segundo João Rezende, presidente da Anatel, o objetivo é ampliar os serviços de TV por assinatura, incentivar a competição do ser e estimular a redução de custos ao consumidor.
A Lei 12.485 abrange o Serviço de TV a Cabo (TVC), o Serviço de Distribuição de Canais Multiponto Multicanal (MMDS), o Serviço de Distribuição de Sinais de Televisão e de Áudio por Assinatura Via Satélite (DTH) e o Serviço Especial de Televisão por Assinatura (TVA).
por Daniel Paulino · 0

A Pegatron, fornecedora da Apple, reportou uma explosão na fábrica de uma subsidiária em Xangai no final de semana que, segundo a empresa, feriu 61 operários, no mais recente de uma série de incidentes que expõem preocupações de segurança em fábricas da China.
Charles Lin, vice-presidente financeiro da Pegatron, disse à Reuters nesta segunda-feira (19) que a explosão da fábrica, que pertence à Riteng Computer Accessory e fica em Songjiang, um parque industrial no subúrbio de Xangai, não causou um incêndio, mas 23 dos trabalhadores feridos tiveram de ser hospitalizados.
"A fábrica ainda não havia iniciado as operações. Parte da instalação ainda está sob inspeção pré-operacional e parte está conduzindo testes de produção", disse Lin.
A Apple anunciou que estava investigando o incidente.
"Expressamos nossa solidariedade às pessoas que se feriram em Songjiang. Estamos trabalhando em estreito contato com a Pegatron a fim de compreender a causa do acidente", disse a porta-voz Carolyn Wu.
O acidente reforçou as preocupações de segurança quanto às fábricas na China, que produzem a maior parte dos computadores e outros aparelhos eletrônicos mundiais, e quanto à cadeia de suprimento da Apple, que já sofreu críticas do governo chinês e de grupos sindicalistas e ambientais.
A Hon Hai Precision Industry, maior parceira de produção da Apple, sofreu dois incidentes em fábricas na China este ano.
Em maio, uma explosão em sua fábrica de polimento de eletrônicos na cidade de Chengdu, oeste da China, causou três mortes e deixou 15 feridos. Em setembro, cabos elétricos no topo do edifício de uma fábrica em Shandong, uma província do leste do país, se incendiaram, mas sem causar vítimas.
A empresa também sofreu uma onda de suicídios em suas fábricas no ano passado, atribuídos por grupos sindicais a excesso de trabalho e más condições nas fábricas.
A rede estatal de TV chinesa CCTV exibiu em outubro um programa com a visita de repórteres a empresas apontadas como fornecedoras da Apple, as quais grupos ambientalistas chineses acusaram de desrespeitarem normas ambientais.
por Daniel Paulino · 0

Há um fato que é incontestável: a comunicação eficaz é símbolo de poder e autoridade. Cada vez mais em nosso mundo globalizado, a busca da excelência nas comunicações é um desafio para quem pretende atingir um alto nível de profissionalismo.
Em um mundo competitivo, onde um bom marketing pessoal pode ser a senha para o sucesso, há necessidade da competência técnica, aliada à competência comportamental e emocional, que incluem relações interpessoais mais enriquecedoras. E afinal de contas:
Quem de nós não quer ser ouvido com interesse e respeito?
Quem de nós não quer ser aceito?
Quem de nós não quer persuadir o interlocutor com idéias claras, coerentes e objetivas?
Quem de nós não quer participar do meio em que vive e influenciar nas decisões do grupo?
Quem de nós não quer transmitir segurança e fluência durante a explanação de um assunto?
Quem de nós não quer receber feedback positivo quanto às atuações como comunicadores e facilitadores da aprendizagem?
Comunicação e Libertação
Quanto ao aspecto individual, comunicar-se bem é uma forma de libertação. Quando falamos, temos a oportunidade de arrancar as máscaras e deixarmos transparecer quem realmente somos, liberando outras formas de expressão que permaneciam em estado latente. Esse processo ajuda a dar vazão ao lado criativo, deixando emergir um eu mais autêntico e profundo.
Nós nos comunicamos para sermos reconhecidos e aceitos, para sabermos quem somos, por meio do espelho que o outro nos mostra. Somos eternos investigadores de nós mesmos, mas quem nos possibilita a revelação instigadora de quem aparentamos ser, no meio em que atuamos, é o outro. É ele que nos apresenta pistas, que desvendam a parte de nós que, muitas vezes é cega e surda. Ter a sabedoria para mergulhar com coragem nessa autodescoberta é tarefa complexa. A comunicação é a ponte que propicia o desnudamento desse território tão íntimo.
Nós somos do tamanho da comunicação que conseguimos estabelecer no meio em que atuamos. Ter a coragem para se comunicar é estar disponível ao contato social. Se quisermos, cada ato comunicativo pode nos fazer despertar do sono, do limbo, da inércia, incitando-nos às ações mais produtivas.
O processo comunicativo é uma necessidade essencial à natureza humana. Gestos, atos e palavras povoam permanentemente a existência. Por meio da comunicação imprimimos nossa marca, nossa raiz, nosso chão e deixamos patente o nosso lugar no mundo. Ela projeta a personalidade e o caráter de cada um de nós e está presente, todo o tempo, mesmo através do silêncio ! Respiramos comunicação ! Essa lei é imutável. Ignorá-la é selar um pacto com a inanição afetiva, mental e intelectual.
Ela é o nosso instrumento de exploração do mundo e também é, ao mesmo tempo, o instrumento com o qual o mundo nos explora. É através desse jogo que formamos, gradualmente, as opiniões, conceitos e juízos que nortearão nossas vidas, sem os quais seria impossível a convivência.
Fincamos nossa estrutura pessoal por meio das comunicações que praticamos. Se os meus pensamentos tem qualidade e consigo transmiti-los com inteligência, empatia e sensibilidade, isso pode me assegurar maior excelência nas relações interpessoais, gerando maior sucesso nas ações cotidianas.
Quando nos comunicamos bem, realizamos uma viagem em direção à essência secreta do coração e da mente do outro, e nos tornamos companheiros/ cúmplices nessa travessia ! Para isso, não basta falar bem, utilizando corretamente as regras gramaticais. Há necessidade de muito mais ! É preciso mobilizar nossos recursos internos e externos para facilitar a arte do diálogo, que não é um simples despejar de palavras, é ir ao encontro, é abster-se de julgamentos precipitados, dando chances para a troca democrática de idéias, propiciando um clima de confiança e bem estar, utilizando a empatia na busca do processo de sinergia.
Além disso, é necessário buscar feedback quanto a nossa atuação. Só conseguimos construir relações verdadeiras a partir do momento em que enxergamos com maior propriedade quem somos nós e qual o impacto que causamos nos vários grupos sociais. Ter consciência dessa imagem social faz parte da ação corajosa de quem busca uma comunicação plena.
O Ser Humano é produto da comunicação que viveu.
Reflexões
Se temos consciência que contamos a nossa história por meio de cada ato comunicativo, se temos consciência da importância dessas inter-relações, tornando comuns os pensamentos, as sensações e os desejos, cabe-nos as seguintes reflexões:
Até que ponto estou comprometido com a busca de uma comunicação livre, sem distorções e obstáculos ?
Até que ponto estou ampliando minhas potencialidades verbais e não-verbais?
Até que ponto tenho me permitido ser quem eu realmente quero ser?
Até que ponto há coerência entre o que digo, penso e faço?
Até que ponto minha imagem externa condiz com o que percebo a meu respeito?
Até que ponto valorizo o meu "estar" no mundo?
Até que ponto deixo que os medos e inseguranças sejam mais fortes que a minha coragem para administrá-los?
Até que ponto saboto com pequenas armadilhas as minhas chances de sucesso?
Até que ponto meu magnetismo pessoal está sendo lapidado, com inteligência e determinação, com o objetivo de me tornar melhor ?
Dar-nos o direito à expressão é conquistar a liberdade de ser, é tomar posse de novos territórios, é afirmar-se perante a vida, é transformar-se no encontro com o "outro". É preciso aprender a buscar a própria palavra, como quem busca a própria identidade.
Compreender a dimensão do processo comunicativo é um caminho para compreender a própria vida.
O mundo ecoa de acordo com as comunicações que estabelecemos com os nossos semelhantes. Somos o meio e o produto dessas relações.
Investigar a forma como revestimos e expressamos os pensamentos nos possibilita a análise das várias facetas de nossa personalidade, o que nos mostrará como atuamos nos vários grupos sociais. Esse é um mapa necessário, que fornece oxigênio para um mergulho interior e para uma aprendizagem desafiadora, tão necessária para nos tornarmos melhores como seres humanos!
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PAPÉIS
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CONHECIMENTOS
(SABER)
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HABILIDADES
(SABER FAZER)
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ATITUDES
(QUERER FAZER)
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APRESENTADOR/
PLANEJADOR
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APRESENTADOR/
COMUNICADOR
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APRESENTADOR/
AVALIADOR
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POR EUNICE MENDES CONSULTORA DO INSTITUTO MVC
por Daniel Paulino · 0

Ao longo destes últimos anos, vários conceitos bombardearam o cenário administrativo. Tecnologias milagrosas de gestão, teorias acadêmicas de última geração, “perfumarias” de toda a espécie transitaram livremente pelas livrarias nos convidando a uma leitura, no mínimo, obrigatória, porém, critica um dos postulados que durante anos foi à tônica de muitas posições gerenciais “bem-sucedidas”, dizia que “time que está ganhando não se mexe”.
A administração moderna questiona essa afirmação, em que pese o fato de que vivemos num mundo de mudanças constantes e inovações cada vez mais aceleradas. Dessa forma, um dos principais desafios do verdadeiro administrador profissional será, justamente, gerenciar as variáveis decorrentes destes novos cenários.
As transformações estão ocorrendo em várias frentes. Alterações significativas são vistas, por exemplo, nos meios social, educacional, político, econômico, empresarial, pessoal etc. Portanto, quando falamos em mudanças, devemos compreender que elas estão acontecendo em vários segmentos, em diversos pontos e de diferentes formas, mas a uma velocidade cada vez mais rápida.
Essas mudanças, principalmente aquelas provenientes do ambiente empresarial, possuem caracteres e resultados irreversíveis. Procedimentos e posturas que deram certo no passado não garantem sucesso no presente, pois o contexto hoje é outro e bem diferente.
Os vários sistemas administrativos já foram muito explorados sob a ótica da eficiência. Embora importante, a eficiência por si só é um conceito pequeno e limitado para os dias atuais. O que encerra essa idéia é um posicionamento muito voltado para a correta alocação de recursos, porém focado para dentro da empresa, da divisão, do departamento, do setor etc...mas não necessariamente sob a ótica do mercado.
Agora, as ações devem ser desenvolvidas em sentido contrário, ou seja, para o cliente. E nesse novo paradigma só se estabelece quem tem competência. Se um negócio vem dando sinais claros de crescimento e sucesso, é necessário avaliar por quanto tempo ainda essa euforia se fará presente.
Hoje, o mundo está “menor” e, ao mesmo tempo, globalizado. Depois da reengenharia, o crescimento contínuo e sustentado das receitas Revenue Enchancement passa a ser o novo foco das empresas. Por outro lado, suponha também uma equipe de trabalho que venha atuando corretamente e atendendo aos objetivos propostos. A primeira medida seria manter o curso normal das ações (mesmo porque, ‘em time que está ganhando não se mexe...’).
Porém, de um outro prisma, percebe-se que está equipe chegou ou está próxima do seu real limite. Novos resultados não virão se algo não for feito. Pouco valor será agregado ao negócio se essa equipe não crescer e se modificar. Crescimento este não necessariamente provocado por um aumento do quadro, mas, sim, de habilidades, competências, criatividade e sinergia.
A nossa relação profissional também vem passando por uma transição. É cada vez mais importante cuidar de nossa carreira com atenção, planejamento e carinho, como se fosse um “negócio” próprio, ou seja, temos de aprender que o mundo atual nos convida para que sejamos empregáveis, e ser empregável nada mais é do que reunir permanentemente as competências necessárias para atender às contínuas exigências do mercado de trabalho.
Hoje, é posição, praticamente, comum afirmar que o verdadeiro diferencial das empresas está apoiado nas competências e no contínuo desenvolvimento das pessoas. Esta é a nova regra do jogo. Segundo estudos já realizados, na virada do século, não existirão mais as relações formais de trabalho como hoje ainda praticamos e conhecemos. A maioria de nós será prestadores de serviços. A própria Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) tende a desaparecer.
Se estas previsões são oriundas de profetas de plantão ou de consultores revolucionários, somente o tempo irá confirmar. O certo, entretanto, é que o telefone celular já foi um sonho, a Internet era algo pouco admissível anos atrás e o próprio cinema foi visto com desconfiança por alguns.
Mudanças ainda maiores estão por acontecer. Acreditar nessa realidade e ter predisposição para aceitá-la, sem dúvida, já é um começo. Sem dúvida já é uma mudança.
Mexa-se...Aprenda a conviver com estes novos tempos; acredite nos seus sonhos, lute para realizá-los e, acima de tudo, seja feliz.
Roberto de Oliveira Loureiro. Professor de Graduação e Pós-Graduação da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP, Universidade Presbiteriana Mackenzie, Faculdades Associadas de São Paulo – FASP e Universidade São Judas Tadeu. robertloureiro@uol.com.br
por Daniel Paulino · 0

“A sorte é imprevisível. Que o teu anzol esteja, pois, sempre atirado às águas. Num açude onde menos o esperas, aparecerá um peixe”. (Ovídio)
Em abril do ano passado fui convidado a integrar o quadro de colunistas de um importante site educacional. Evidentemente, foi com grande alegria que aceitei esta tarefa, passando a redigir artigos com foco num tema que permeia não apenas minha carreira, mas minha vida: Empreendedorismo.
O assunto sempre me fascinou porque tenho presente que o emprego, em sua concepção tradicional, caracterizado por um mix de formação acadêmica, trajetória profissional e rede de contatos, simplesmente acabou. Não há empregos para os profissionais mais experientes e não há empregos suficientes para os mais jovens. Assim, a mão invisível do mercado de trabalho, altamente concorrencial como todos os demais, age premiando aqueles que conseguem destacar-se. A palavra de ordem é diferenciação.
Creio no Empreendedorismo como estratégia competitiva e como única alternativa viável no combate ao desemprego e às desigualdades econômico-sociais, pois os aspectos reais de uma economia devem ser produção, emprego e crescimento. O desemprego do homem deve ser tratado como tragédia e não como estatística econômica. Por isso, estimular a prática empreendedora tornou-se, antes de tudo, uma profissão de fé.
Alguns empreendedores são natos, realmente nascem prontos. Uns, desenvolvem esta habilidade. Outros, sequer se apercebem de tão precioso dom. Mas, assim como não se nasce “empregado” – nosso sistema educacional é que nos ensina a ser “funcionários” –, o Empreendedorismo pode, igualmente, ser ensinado. Mas que fique claro uma coisa: Empreendedorismo é um jeito de ser e não de saber. Está vinculado mais à atitude do que ao conhecimento. Assim, pode ser não apenas aprendido, mas apreendido. Não apenas compreendido, mas vivenciado.
Não sou um teórico do Empreendedorismo. E admiro expoentes como Fernando Dolabela que muito têm contribuído para a inserção deste tema no cenário acadêmico. Mas falo sobre o assunto com a propriedade de quem desde os 14 anos de idade educou seu olhar para enxergar oportunidades de negócio. Uma daquelas pessoas que olha para um vaga-lume imaginando uma usina hidrelétrica ecologicamente correta.
Atuei profissionalmente em empresas de pequeno e médio porte, em cargos de direção, tanto como colaborador quanto como sócio majoritário. Ou seja, já estive dos dois lados do balcão. E continuo a empreender, em meu próprio negócio como empresário, nos negócios dos outros como consultor.
Por conta deste perfil, já estive à frente de empresas que quebraram. E entenda-se que quebrar, no mundo corporativo, não precisa ser tomado como uma condição jurídica falimentar, mas como uma situação na qual o investimento feito não retorna ou um projeto desenvolvido não é levado a termo. É o correspondente direto de perder o emprego. Empresas fecham, pessoas são demitidas. Nisso reside uma primeira lição: é preciso discernimento para reconhecer o fracasso, coragem para assumi-lo e divulgá-lo e sabedoria para aprender com ele. Analogamente, já colecionei uma porção de sucessos, desde transformar empresas inexpressivas em líderes de mercado até ser indicado para prêmios de Empreendedorismo.
Escrever, por sua vez, é uma de minhas paixões. Um hobby solitário em sua prática de postar-se diante da tela do computador e conversar com o teclado. Mas é quando me encontro não apenas comigo mesmo, mas com todos os que me cercam e que me inspiram. E assim, de colunista de um único site, conforme descrito no início deste texto, atualmente mais de 40 veículos da mídia eletrônica, entre outros da mídia impressa, difundem meus artigos e idéias, proporcionando-me novos contatos profissionais e novas amizades nunca antes imaginadas.
Ser Empreendedor significa isso: estar com o anzol atirado às águas. Adotar uma postura que envolve iniciativa e acabativa, comprometimento e persistência, autoconfiança e persuasão, entre tantas outras competências. Significa adotar estas práticas para si e para os outros, na vida pessoal e na carreira, deixando de ser apenas um empregado, apenas um funcionário, apenas um colaborador, apenas um executivo, tornando-se um Profissional Empreendedor.
Tom Coelho, Graduado em Economia pela FEA/USP, Publicidade pela ESPM/SP e especialização em Marketing pela MMS/SP, é empresário, consultor, escritor e palestrante, Diretor da Infinity Consulting, Diretor do Simb/Abrinq e Membro Executivo do NJE-Fiesp. tomcoelho@tomcoelho.com.br www.tomcoelho.com.br
por Daniel Paulino · 0
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