
Autor: Maiara Tortorette
Para ter um desempenho adequado e atingir bons resultados, os profissionais precisam estar motivados e felizes com o trabalho que realizam. De acordo a nova Pesquisa dos Executivos, realizada pela Catho Online, com participação de 46.067 respondentes, os profissionais apontaram o bom relacionamento com as pessoas do trabalho, como o principal fator de motivação, seguidos por reconhecimento como bom profissional e fazer o que gosta.
É importante destacar que outros fatores, como remuneração e benefícios, também são importantes. No entanto, no dia a dia, não influenciam diretamente na harmonia e bem estar do ambiente corporativo. De acordo com a gerente de Recursos Humanos da Nasajon Sistemas, Sheila Saubermann, trabalhar em um local agradável é fundamental. “Em primeiro lugar, a empresa precisa acreditar que um bom ambiente de trabalho é importante e a partir daí começar a se preocupar com diversas questões, como flexibilidade, respeito às pessoas e investimento nos funcionários”, afirma.
Trabalhar com pessoas que tornam a rotina das empresas mais agradável é sempre positivo. Como grande parte dos profissionais passam de 8 a 10 horas dentro das organizações, nada mais adequado do que prezar o bom relacionamento, seja entre os colaboradores, ou até mesmo entre profissional e gestor, tornando este período mais tranquilo.
Para Paula Alexandrisky, Coordenadora do curso de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos, do Centro Universitário Plínio Leite, o bom clima organizacional depende diretamente do relacionamento interpessoal. “O que vemos muitas vezes em organizações são pessoas desmotivadas não por conta do trabalho, mas pelo ambiente em que se encontram, reduzindo a sua produtividade”, explica.
Ainda de acordo com a pesquisa, quando se trata dos níveis hierárquicos, os profissionais mais motivados com a carreira e satisfeitos com o trabalho são diretores e gerentes, mesmo alegando sofrerem estresse. Com exceção dos estagiários, que aparecem como os menos estressados entre todos os níveis, estresse parece ter um impacto negativo maior no grau de satisfação de níveis mais baixos, como analistas, assistentes e auxiliares, uma vez que estes aparecem como estressados e menos satisfeitos ao mesmo tempo.
Para Cíntia Bortotto, consultora de RH, existem pessoas que se sentem estimuladas ao trabalhar sob pressão. O estresse constante pode acarretar em doenças, por isso é importante que os profissionais se atentem a isso. “Há pessoas que se motivam, que se entregam mais quando pressionados. No entanto, há de se tomar certo cuidado, pois muita pressão e, consequentemente, muito estresse podem acarretar problemas de saúde, que em certo momento trará uma reflexão: ‘Até que ponto vale a pena?’”, ressalta Cíntia.
Sheila, acredita que alguns picos de estresse são comuns, no entanto, muitos não conseguem conviver com ele por muito tempo. “Existem profissionais que gostam de trabalhar sobre pressão e podem ficar assim a vida inteira, mas isso não é a regra. Um ambiente tranquilo e saudável é sempre a melhor opção”, finaliza.
por Daniel Paulino · 0

As novas tecnologias e a velocidade com que a informação flui em torno dos mercados, é necessário estabelecer estratégias de comunicação através da Internet para facilitar a interação com prospects, clientes e fornecedores através de um plano de ações para ajudar a alcançar os objetivos de negócios e posicionamento da marca.
Um pequena nota:
Não pretendo com este artigo fazer uma aula de marketing cheia de teoria. O que pretendo realmente, é, tentar transmitir o potencial de um plano de marketing digital, e como ele pode dar um novo rumo ao seu negócio, ao seu site ou blog, ou a futuros projetos.
Fases do plano de marketing digital
- Análise dos antecedentes da marca e mercado corporativo.
- Determinação de atributos que influenciam na percepção de valor da marca e produtos.
- Definição de metas de plano de marketing digital.
- Formulação de plano de ação com indicadores de desempenho.
- Quando controle dos processos.
Algumas das soluções derivadas a partir do plano de marketing digital
Como maximizar o tráfego qualificado para seu site?
Ações em um site devem ser dirigidas no sentido de aumentar a exposição de seu conteúdo on-line, seja através de campanhas publicitárias patrocinadas (CPC) ou busca natural (SEO), ambas as atividades destinadas a levar o site o maior volume possível de tráfego qualificado. Como maior o volume de visitantes qualificados, maior será o volume de interações comerciais.
Há muitas maneiras de promover o seu conteúdo em mídia social. Uma forma seria a de iniciar um diálogo sobre um tema de importância para seus seguidores no Twitter. Escolha uma data e hora para falar, e cria um bate-papo exclusivo utilizando hashtag. A hashtag é dupla: primeiro, alerta seus seguidores do Twitter para a conversa está ocorrendo, e também serve para monitorar os resultados.
Como estabelecer uma comunicação interativa com o seu mercado-alvo?
É muito importante definir ações em mídias sociais, construir uma comunidade com interesses comuns à identidade da marca. É necessário gerenciar essas comunicações em tempo útil e transmitir ao nosso público-alvo conteúdo relevante e de confiança. É ideal para canalizar a percepção do consumidor sobre sua marca, a notificação de atividades da organização, atividades promocionais, a motivação para comprar.
Você também pode criar aplicações interativas para o Facebook e outras redes sociais que maximizam o impacto de uma determinada campanha ou integrar efetivamente as ações sociais com a funcionalidade de negócios e informações dos nossos sites.
Como aumentar a taxa de conversão para a ação?
É essencial otimizar a usabilidade do site e páginas promocionais para aumentar as taxas de resposta a uma oferta ou ação integrada de conteúdo: registro, contato de compra, ou de referência. Deve minimizar os passos necessários para produzir uma ação e estabelecer o fluxo ideal de conteúdo do usuário para o mais frequentemente para assim alcançar a ação desejada.
Como adicionar mobilidade para a difusão do nosso conteúdo web?
Dispositivos móveis: Smartphone, Tablets, IPAD estão sendo cada vez mais utilizado para navegar na Internet. Assim, torna-se evidente a necessidade de que as versões tradicionais ganhem uma versão móvel e soluções que agreguem valor na interação com nossos usuários.
Como manter seus clientes a par dos últimos desenvolvimentos na sua empresa e marca?
Comunicação personalizada é uma estratégia que permite um canal de comunicação através de newsletter voltado para clientes, prospects e fornecedores. A divulgação de boletins é ideal para compilar as últimas notícias impactando o seu negócio e passivamente, em lembrança da sua marca.
Fonte: jornaldoempreendedor.com.br
por Daniel Paulino · 0

A parte visível de um iceberg é aquela que emerge e que representa entre 1/8 e 1/9 do seu tamanho total. Entretanto, para que isso aconteça, ela precisa da massa submersa. Quando concebemos uma estratégia para redes sociais de uma marca ou empresa, podemos utilizar esse exemplo como analogia de funcionamento. Dispor de um perfil no Facebook, uma conta no Twitter ou um canal no Youtube seria apenas a parte visível do investimento em redes sociais.
Genis Roca publicou um artigo há algum tempo em que afirmava que "social media não é marketing, mas reformulação de processos". De fato, projetar a presença da sua marca nas redes sociais deveria implicar em um planejamento dos processos que as mesmas afetam e de como redesenhá-los para converter essa marca em um bloco estável, capaz de emergir.
Há duas visões que começam a ser clássicas quando se fala, nas empresas, de redes sociais: "isso vai dar muito trabalho" ou "Facebook só me serve para conversar com os clientes". No fundo, a afirmação deveria refletir que a web muda a realidade pouco a pouco, e que as marcas deverão projetar-se – bem como adaptar-se – à nova realidade digital.
Devemos entender que o relevante são os objetivos dessa marca (vender mais, ser mais notória ou entender melhor seus clientes) e que as mídias sociais são um instrumento (e não um objetivo em si mesmo) para alcançá-los. Portanto, não estamos diante de novas tarefas nem de novas formas de fazer publicidade, mas de um redesenho de processos (que deveríamos estar fazendo desde sempre) ante os novos (e nem tão novos) ambientes digitais.
A web deveria nos fazer mudar a análise e o acompanhamento do que faz a competência (novas ferramentas, espaços mais transparentes, informação mais próxima) ou o desenvolvimento de forma distinta da investigação de mercados – ainda que, às vezes, como diz Cristóbal Zamora, "as empresas sejam mais 'socialmediacêntricas' do que 'clientecêntricas'". Isso nos permitirá desenvolver negócios ou produtos de acordo com as necessidades dos nossos clientes (por meio de espaços e técnicas de crowdsourcing) e redesenharmos o acompanhamento de ações e campanhas (porque até agora já fazíamos isso, não é?) utilizando ferramentas que nos possibilitem acessar dados e obter respostas em tempo real.
Pensar que estar nas redes sociais é apenas ter um perfil no Facebook ou no Twitter é só uma pequena parte do planejamento. As organizações devem estar enfocadas e capacitadas (sempre nos ensinaram a usar o Word e o Excel, mas não como fazer buscas eficientes no Google ou seguir um tema específico por meio de um RSS), preparadas internamente para gerir a presença ativa ou passiva de uma marca (através da reformulação dos processos e da formação dos empregados), além de ter uma estratégia e um plano de ação pensados para evitar que se fique à deriva.
A presença de uma marca nas redes sociais (tanto ativa como passivamente, baseada em seguir e monitorar) deve ser comparada a um iceberg: só uma parte é visível; mas sem o todo não pode existir.
Fonte: administradores.com.br
por Daniel Paulino · 0

Para grande parte dos candidatos, montar um bom currículo, se preparar para entrevistas e dinâmicas de grupo são as principais preocupações na hora de procurar um novo emprego.
No entanto, para os profissionais das áreas de publicidade, fotografia, desenho industrial e arquitetura, por exemplo, fazer um portfólio é essencial para conseguir uma vaga de emprego.
O portfólio é um recurso visual muito usado por Web Designers, Diretores de Arte, Ilustradores, Fotógrafos, Redatores e Arquitetos para organizar e apresentar os trabalhos realizados durante a sua carreira.
“Uma imagem vale mais do que mil palavras”. Esse é um ditado conhecido e que define muito bem a função do portfólio no processo de seleção e contratação de um candidato.
Na necessidade de contratar um novo colaborador, muitas empresas solicitam que, além do currículo, os candidatos enviem também o seu portfólio.
Pela análise do portfólio, o recrutador verá se o candidato é criativo, se domina as técnicas e habilidades que a profissão exige e se atende à expectativa do cargo oferecido.
Para o candidato, o portfólio é a vitrine ideal para vender o seu trabalho. Mas como fazer um portfólio atraente aos olhos do recrutador?
Abaixo, elaboramos 4 dicas para você montar um material que venda bem o seu talento.
Selecione os seus melhores trabalhos
Junte todos os melhores trabalhos que você realizou durante sua vida profissional.
É imprescindível que os trabalhos sejam de sua autoria ou aqueles em que você teve participação decisiva.
Escolha um tipo de portfólio
Por ser uma produção artística e pessoal, não há regras estabelecidas e nem modelo de portfólio definido. Aqui, iremos apresentar duas opções:
Portfólio impresso
Consiste em separar todos os seus melhores trabalhos numa pasta elegante para apresentá-la pessoalmente no momento da entrevista.
· Vantagem: a imagem impressa define fielmente as cores e texturas do trabalho. Ex: se você é um Ilustrador, o portfólio impresso pode ser mais eficaz do que o digital.
· Desvantagem: muitos recrutadores preferem analisar o portfólio antes de convidar para uma entrevista. Dessa forma, você pode perder a chance de “convencer o recrutador à distância”.
Portfólio digital
Em resumo, consiste em criar um endereço na internet para colocar os seus melhores trabalhos. Pode ser um blog, usar ferramentas e sites que já existem, ou até mesmo comprar um endereço na internet e fazer a sua página exclusiva. Existem alguns sites que surgiram como forma de apresentar portfólios, como o carbonmade.com, Devianart ou o Flickr, que são fáceis de montar e você não precisa entender muito de HTML para fazer uma página interessante.
· Vantagem: traz mais mobilidade e exposição para o seu trabalho, afinal qualquer pessoa que navegar pela internet pode achar o site ou blog com seu portfólio, inclusive os recrutadores. Além disso, o formato digital permite que você coloque trabalhos que tenham animação, como: apresentações em flash, jingles, filmagens etc.
· Desvantagem: por ser online, o recrutador irá ver seus trabalhos no monitor. Dependendo de como o monitor estiver configurado, as cores podem perder um pouco da fidelidade do trabalho original.
Organize os trabalhos
É importante definir como você deseja organizar seus trabalhos. Pode ser por ordem cronológica (Ex: dos últimos trabalhos feitos até o primeiro), por categorias (Ex.: ilustrações, layouts para sites, layouts para revista, fotografias, jingles, textos narrativos etc.), por tema (ex: natureza, cidade, gastronomia, moda, publicidade etc.)
E por último, divulgue e atualize sempre o seu portfólio!
Boa sorte!
por Daniel Paulino · 0

Autor: Caio Lauer
Os locais de Coworking ou escritório colaborativo surgiram nos Estados Unidos em 2005, a partir da ideia de um analista de sistemas que buscava uma alternativa para fugir do trabalho em casa. Este modelo de negócio consiste em um lugar no qual vários profissionais, de diversas áreas, alugam espaços para desenvolverem os seus trabalhos. Ele vem crescendo no Brasil e mostra-se como uma opção das amarras de um escritório formal, sem oferecer os riscos da liberdade do home office.
No Brasil, estes espaços vêm crescendo. Há cerca de 2 anos eram menos de 10 e hoje temos mais de 50 unidades. Este aumento explica-se pela supervalorização dos imóveis comerciais no país – hoje fica muito difícil para o profissional bancar um local para atuar. O baixo custo e a ausência de burocracias são os maiores motivadores para que o profissional busque o ambientes de coworking. Para ter um escritório próprio, ele precisa pagar aluguel, mobiliar e ter o nome regularizado, enquanto num espaço como este, encontra grandes facilidades – realiza reuniões e encontros sempre que necessário. “Imaginamos como um empreendedor gostaria de trabalhar. O conceito do coworking é bem diferente dos escritórios, com mais conforto, espaço amplo nas salas, e a pessoa não precisa se preocupar com café, água e limpeza, pois oferecemos toda esta estrutura. Emprestamos também notebooks, caso precisem”, explica Ana Fontes, proprietária do MyJobSpace, escritório colaborativo.
Pessoas que atuam nos segmentos de Serviços, Tecnologia da Informação, Direito, consultores e assessores são os que acabam procurando mais estes locais. Os recém-formados também procuram o coworking, já que ainda não possuem uma carteira de clientes muito grande e o local possibilita que realizam trocas de experiências e contatos profissionais intensos. “Oferecemos pacotes, dependendo da necessidade de cada empreendedor. Existem períodos de 100 horas, 50 horas e até de um mês. O espaço fica aberto das 08h30 às 20h30 e a pessoa escolhe o horário que quiser dentro do plano que escolheu no contrato”, conta Ana.
Muito profissionais que atuam em homeoffice procuram este tipo de ambiente, até para socializar, praticar networking e fugir das distrações que acontecem quando se trabalha em casa. O espaço de coworking traz um lado bastante positivo do meio corporativo que é a relação com outros profissionais. “Acredito que a busca pela qualidade de vida também pesa nesta escolha. As pessoas acabam optando por locais de coworking mais próximos de suas casas para facilitar o ir e vir, principalmente com o trânsito das grandes cidades”, relata Luciana Pegorin, administradora da Beehouse, empresa de coworking.
Algumas empresas até incentivam que seus funcionários atuem em coworking. O clima nestes espaços foge muito aos de escritórios, criando um ambiente mais colaborativo. “Como existem profissionais de diversas áreas, a troca de informações e de negócios é muito grande”, diz Pegorin.
por Daniel Paulino · 0

Autor: Caio Lauer
De acordo com o Censo 2010, realizado pelo IBGE, mais de 30 milhões de brasileiros trabalham em casa. Esta modalidade de atuação profissional vem sendo cada vez mais praticada e ganhou evidência nos últimos tempos por conta da alteração do artigo sexto da Lei 12.551, da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que determina que todos os trabalhadores que executam suas atividades fora do local de trabalho passam a ter os mesmos direitos daqueles que exercem suas funções dentro das empresas.
A entrada em vigor desta lei se deu em 15 de dezembro de 2011 e trouxe muitas questões relacionadas ao tema. A alteração cita que o trabalho “realizado a distância” permite que as tarefas possam ser executadas por intermédio de equipamentos telemáticos e informatizados, como smartphones e tablets. O acesso ao e-mail corporativo e ligações que dizem respeito a negócios também caracterizam o ofício.
Para trabalhar desta maneira, o profissional deve ter muita disciplina, ser pontual, organizado e, principalmente, compromissado. “Os colaboradores em trabalho remoto precisam passar a maior parte do seu tempo dedicado à empresa, em atividades externas para prospectar e fidelizar os clientes. A ideia é que tenham neste regime plenas condições de trabalhar em casa e nas cidades em que realizam suas visitas, mantendo proximidade com os clientes. Por isso a importância do trabalho Home Office, pois eles têm a proximidade com os clientes a seu favor. O que para a empresa, também é vantagem”, conta Débora Dado, gerente executiva de Desenvolvimento de Pessoas da Alelo.
A confiança mútua é a base para o modelo funcionar. A organização deve dispor totais condições para o desempenho do empregado que, por sua vez, precisa estar atualizado e informado sobre o que está acontecendo no dia a dia da companhia. “O ideal é que as condições em casa se aproximem do ambiente de trabalho da empresa. Disponibilizamos a modalidade para qualquer funcionário, desde que a atividade que será executada não exija presença física ou que os resultados sejam interferidos”, indica César Palmieri, Diretor de Talentos do Grupo i9.
Abaixo, algumas dicas essenciais para quem deseja desempenhar um bom papel no trabalho remoto, descritas por Daniella Correa, consultora de Recursos Humanos da Catho Online:
1. Estabeleça um espaço:
É muito importante que o profissional delimite e reserve um espaço para o desenvolvimento do seu trabalho profissional. Se necessário, deve isolar qualquer tipo de barulho para que não interfira no ambiente. Deve se condicionar a pensar exclusivamente no trabalho quando estiver neste local.
2. Defina um horário:
O maior problema relacionado ao Home Office é o que envolve a disciplina. Em casa existem muitas tentações para ameaçar a produtividade, mas nada disso deve interferir na concentração. É preciso criar um horário como se estivesse no escritório.
3. Discipline a família:
Estando perto, os familiares, provavelmente, vão achar que o profissional “está em casa”. Dentro do seu espaço profissional e de seu horário no home office, esposa ou marido, filhos e demais parentes, terão de fazer de conta que a pessoa não está em casa. Comunicar a nova rotina é essencial.
4. Evite o isolamento:
Dificilmente os clientes irão visitar o empregado, a menos que trabalhe com atendimento à pessoa física. Assim, o único perigo é trabalhar durante muito tempo sem contato com pessoas e empresas. O programa semanal de visitas a clientes em perspectivas é uma boa solução para evitar esse isolamento.
5. Monte um escritório:
A estonteante velocidade com que a tecnologia se transforma faz com que não saibamos qual é a efemeridade deste detalhe. Em todo caso, vale lembrar que nada é caro para quem está iniciando um negócio com perspectiva de sucesso. O investimento é pequeno comparando-se a relação custo x benefício.
por Daniel Paulino · 0

Autor: Maiara Tortorette
Já dizia a velha frase, “buscar trabalho é um trabalho”. E nos dias de hoje essa busca deve ser ainda mais cuidadosa, no entanto, as possibilidades foram ampliadas e até mesmo facilitadas com a chegada da Internet. Se tempos atrás o profissional precisava imprimir centenas de currículos e bater de porta em porta oferecendo seu serviço, com a era digital bastam alguns minutos para que seu perfil seja avaliado por diversos selecionadores.
No entanto, o fato do processo ter se tornado mais ágil, não exige menos dedicação dos candidatos. Quem deseja uma boa recolocação precisa estar atento e vender uma boa imagem na web. Se por um lado ficou mais simples para o profissional, por outro, os recrutadores também recebem rapidamente um número grande de currículos, sendo assim, é necessário tomar alguns cuidados e se destacar entre os demais.
Conheça algumas dicas de como utilizar a Internet e sua infinidade de ferramentas, de maneira assertiva na busca de empregos, para conseguir a tão sonhada vaga no mercado de trabalho:
CURRÍCULO ATUALIZADO: De acordo com Fábio Berklian, Coordenador da RS Press, agência de Comunicação, o profissional deve se preocupar em elaborar um bom currículo digital, com todas as informações necessárias, como dados pessoais, cargo de interesse, experiência profissional e cursos relacionados à área, além de mantê-lo sempre atualizado. “Perfis completos e currículos bem elaborados facilitam a apreciação dos responsáveis por recrutamento, aumentando a visibilidade do profissional”, afirma.
IMAGEM NA WEB: A internet oferece um mundo de opções para que as pessoas incluam seus perfis e mostrem mais suas experiências, conhecimentos e habilidades. Para Edson Félix, consultor de carreiras, “vender o peixe” é fundamental. “Todo comportamento e conhecimento estão sendo observados cada vez mais pelas empresas, principalmente por aquelas que oferecem as grandes oportunidades”, explica. Sendo assim, todo cuidado é importante para não perder boas chances por conta de pequenos detalhes. Fique atento!
DEDICAÇÃO: De acordo com Adália Assis, consultora da Catho Online, o profissional deve ter uma postura ativa e fazer buscas de vagas todos os dias. “É indicado que ele invista, no mínimo, 4 horas por dia na procura pelo novo emprego. Investir na busca pela recolocação exige dedicação e empenho, sendo esses fatores determinantes para o sucesso profissional”, destaca.
SITES DE EMPREGO: “Escolha sites de empregos que tenham atuação reconhecida e utilizada por empresas idôneas”, indica Berklian. É importante que o profissional pesquise sobre o trabalho deste classificado online para que não caia em golpes e seja prejudicado. De acordo com a mais recente Pesquisa dos Executivos, realizada pela Catho Online, 11% dos empregados foram contratados por sites de classificados para o emprego atual, sendo o segundo meio mais efetivo de contratação.
CONTATOS: Por meio da Internet as pessoas conseguem manter e aumentar sua base de contatos profissionais, facilitando a troca de ideias e ampliando as chances de ser lembrado e indicado a uma oportunidade. Para Félix “o mundo virtual facilita muito o contato e aproxima o profissional das oportunidades de bons empregos”. O importante é sempre manter essa relação de forma saudável, e utilizando o bom senso.
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Atualmente, empresas dos mais variados segmentos estão presentes nas redes sociais. Mas, o que muitos não sabem, é que para administrar estes perfis em sites como Facebook e Twitter, existe um profissional dedicado exclusivamente à esta atividade: o analista de mídias sociais. Esta profissão vem ganhando bastante espaço no mercado, mas ainda existe inexperiência nesta atividade. A intenção é humanizar a relação da organização com as pessoas e o analista é quem faz a ponte entre a empresa e o consumidor/cliente. Este profissional deve redigir bem e ser bom em relacionamento pessoal. “Uma formação superior em comunicação (Publicidade ou Jornalismo) ajuda para compreensão de hábitos de uso e consumo das mídias sociais por diferentes perfis de público. Também ajuda para aplicação de pensamento estratégico por meio de ferramentas de comunicação e marketing”, explica Andrei Scheiner, coordenador do curso de Comunicação Social do Centro Universitário Plínio Leite (Unipli). As empresas utilizam as redes sociais a fim de promover campanhas e criar um canal de relacionamento com seu público. As atividades rotineiras do profissional são baseadas em divulgar informações que vão atrair pessoas em determinados assuntos. Após esta ação, o importante é reter os usuários nas páginas, então o analista deve sempre publicar conteúdo relevante para que estas pessoas continuem acompanhando o canal da empresa. A terceira etapa do processo é criar o chamado vínculo com os consumidores, com ações que humanizem a marca. “Temos clientes governamentais que criam páginas nas redes com a intenção de prestar serviço para o cidadão. Trabalhamos com uma página de Twitter que funcionou como uma ouvidoria. Reunimos as reclamações e encaminhamos às secretarias competentes”, conta Marcelo Ottoni, diretor de criação da Talk Interative, empresa de estratégias digitais. Formação A primeira dificuldade no mercado é que as instituições de ensino ainda não oferecem cursos consolidados neste segmento. Hoje, já existe nas grades curriculares de faculdades, disciplinas relacionadas às mídias sociais, mas nada muito especializado. A tendência é que os profissionais busquem no próprio mercado de trabalho esta capacitação. “Eles precisam dedicar um precioso tempo a estes canais. E logicamente, entender bastante do negócio em que atua. As redes são oportunidades também, além de interação, de gerar negócios. Já vimos cases de grandes empresas, como uma grande construtora que vendeu um imóvel pelo Twitter, por exemplo”, diz Carolina Stilhano, gerente de Comunicação da Catho Online. Hoje, há uma certa banalização da profissão por muitos gostarem de redes sociais, como usuários, e acharem que podem trabalhar neste ramo. Este é um problema que acompanha o mercado digital. Assim como a criação de sites, no início da internet, era feita de forma semi-amadora, no cenário das redes sociais acontece da mesma forma. “É fácil criar um perfil pessoal em um site de relacionamento. O difícil é pensar em uma estratégia, definir uma atuação, olhar para a necessidade da empresa e, a partir daí, fazer um planejamento estratégico de como este veículo atenderá a demanda”, explicaMarcelo Ottoni. As empresas, ao criarem perfis em canais com Facebook e Twitter, devem ter a consciência que abriram uma porta de comunicação com o mercado consumidor.
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1- Avaliar o software quanto às suas vulnerabilidades: é a filosofia adotada na Universidade de West Virginia. A instituição pede, cada vez mais, aos fornecedores de software para submeter os seus produtos propostos a um exame de avaliação de vulnerabilidades, antes de comprá-los.
"Faz parte do processo contratual", explica Alex Jalso, diretor-assistente de segurança da informação na universidade. O responsável utiliza o software IBM AppScan Enterprise como ferramenta de avaliação de vulnerabilidades, de análise e de correção de fragilidades de código.
Jalso diz que o procedimento de análise permite à instituição ter um olhar mais profundo sobre o código. Como é de propriedade intelectual do fornecedor, a universidade compromete-se a trabalhar sob sigilo e não divulgar quaisquer questões que possam surgir.
A organização ainda não convenceu todos os seus fornecedores de software, mas caminha nessa direção. A AppScan também é usada pela universidade para analisar eventuais falhas de segurança em aplicações web desenvolvidas internamente antes de entrarem em produção.
Qual é a importância desse aspecto? Jalso diz que se trata de antecipar a identificação de pontos fracos no software, capazes de se tornarem um caminho de ataque para hackers e malware.
Há uma série de questões jurídicas a considerar, também, como não violar as diretrizes de proteção de dados relacionadas com várias normas (HIPAA, PCI e FerpaA). A universidade considera não ser pedir demais a um fabricante que sujeite o seu software a um teste de vulnerabilidade ? e na realidade, nem mesmo fazer isso várias vezes conforme ocorram mudanças na base do código, diz Jalso.
2- Mudar de fornecedor em vez de alterar expectativas: Ross Elliott é gestor da rede para as escolas públicas de Brick Township, em Nova Jersey, um distrito com 12 escolas e 10 mil alunos. O departamento de TI para o distrito escolar oferece acesso à Internet com fio e sem fio para alunos e professores.
Mas a parte mais aberta da rede sem fio mostrou sinais de tensão e congestionamento quando o número de alunos usuários aumentou, no início de 2011. Como efeito colateral, a firewall Astaro e o serviço da Comcast "não funcionavam bem juntos", explica Elliott. Segundo ele, a configuração de firewall, baseada num "proxy" pode ter sido fator importante.
Contudo, o responsável também estava insatisfeito com o suporte fornecido. O nível de disponibilidade da rede sofria queda e em junho a rede sem fio começou a ter desempenho fraco e "o departamento de TI foi bombardeado com telefonemas", conta.
O departamento da escola foi capaz de resolver os problemas de rede durante o verão, atualizando a largura de banda e adaptando firewall da SonicWall. E Elliott diz que podem ser necessárias mais mudanças no acesso à rede da escola para suportar os que são realizados por meio de dispositivos móveis.
A Columbia Grammar and Preparatory School, em Nova York, tinha cerca de 450 computadores Macintosh para uso em salas de aula, e não estava feliz com o desempenho dos servidores da Apple, há muito tempo. Por isso, mudou para servidores Windows, obtendo melhores desempenhos no apoio aos computadores Macintosh, de acordo com Adam Gerson, codiretor de tecnologia da escola. Embora seja um fã dos Mac, numa "escola Mac", não deixou que isso o impedisse de experimentar uma alternativa aos servidores da Apple.
3-Correção rápida: como em muitos sistemas escolares nos Estados Unidos, os professores realizam cada vez mais procedimentos de rotina online em vez de usarem papel. É o caso do grupo de cinco escolas do Belchertown School District, em Massachusetts.
Professores e alunos vão a plataformas online para obter material das aulas ou outro tipo de suporte. O distrito começou a usar uma aplicação chamada PowerSchool, configurada com Cisco UCS a executar desktops virtuais VMware View, ligados a uma plataforma de armazenamento NetApp FAS2020.
Mas de acordo com Scott Karen, diretor de tecnologia para o distrito escolar, haveria indícios de problemas de excessiva latência relativa à configuração das máquinas virtuais, quando muitos estudantes tentavam autenticar-se e usar o sistema ao mesmo tempo. Além disso, quando os professores usavam as plataformas nas salas de aula, em simultâneo, deparavam-se com a lentidão das mesmas, e a ocorrência de erros de arquivo.
A falta de capacidade de "caching" nos velhos sistemas NetApp FAS era um problema, diz Karen. E adotar um sistema da NetApp maior e mais recente não era atraente do ponto de vista orçamental, para o distrito escolar.
No entanto, como participante regular do grupo de usuários locais da VMware, Karen descobriu uma solução mais econômica. Decidiu adotar um sistema de dois nós Avere FXT para optimizar as capacidades de leitura e registo.
Foi rapidamente colocado a funcionar, trouxe a latência para um nível tolerável, e constituiu uma lição sobre virtualização de desktops.
Fonte: http://computerworld.uol.com.br
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Os últimos momentos da Microsoft na Consumer Electronic Show (CES) deste ano serviram para dedicar a devida atenção ao Windows Phone 7, plataforma para dispositivos móveis na qual a gigante deposita todas as suas esperanças. No entanto, apesar dessa prioridade, ela continua arrecadando mais com o Android do que com seu próprio sistema.
Um novo acordo sobre utilização de patentes com a LG deve aumentar ainda mais a diferença. Segundo a Florian Mueller, analista de propriedade intelectual, o contrato cobre o uso do Android e do Chrome OS nos dispositivos da fabricante sul-coreana, e serve como extensão a um já acordado em relação à plataforma Linux.
Em outubro do ano passado, o banco de investimentos Goldman Sachs projetou que a companhia de Redmond ganharia 444 milhões de dólares com esses licenciamentos em 2012. Ela já possui acordos com mais de metade das fabricantes que utilizam o SO da Google, como HTC, Samsung e Acer, e, com a LG, o valor ficará significativamente maior.
Não é um mau negócio. Basta imaginar o que seria para a Coca-Cola se recebesse uma percentagem sobre toda latinha de Pepsi vendida, ou se a Ford ganhasse um pouco sempre que um Toyota saísse da loja. A Microsoft está em uma posição em que, mesmo que perca mercado, continuará arrecadando.
Android e Chrome OS são considerados software open source, mas os litígios e os acordos de licenciamento como o que a LG teve de costurar mostram que o gratuito no mundo da tecnologia, por vezes, não sai de graça. Estima-se que a Microsoft tenha direito a 5 dólares sobre cada dispositivo Android comercializado.
"O acordo com a LG, junto com os dez anteriores firmados com fabricantes ligados ao Chrome OS e Android, o que inclui HTC, Samsung e Acer, significa que 70% de todos os smartphones da plataforma vendidos nos EUA estão sob nosso portfólio de patentes", afirmou Horacio Gutierrez, vice-presidente de propriedade intelectual da empresa.
A única grande companhia que ainda não assinou pacto com a Microsoft é a Motorola Mobility ? que pertence à Google desde o ano passado. Será uma grande vitória para a dona Windows se conseguir fazer com que a própria desenvolvedora do sistema tenha de pagar pro cada licença que distribui gratuitamente.
Fonte: http://computerworld.uol.com.br
Um novo acordo sobre utilização de patentes com a LG deve aumentar ainda mais a diferença. Segundo a Florian Mueller, analista de propriedade intelectual, o contrato cobre o uso do Android e do Chrome OS nos dispositivos da fabricante sul-coreana, e serve como extensão a um já acordado em relação à plataforma Linux.
Em outubro do ano passado, o banco de investimentos Goldman Sachs projetou que a companhia de Redmond ganharia 444 milhões de dólares com esses licenciamentos em 2012. Ela já possui acordos com mais de metade das fabricantes que utilizam o SO da Google, como HTC, Samsung e Acer, e, com a LG, o valor ficará significativamente maior.
Não é um mau negócio. Basta imaginar o que seria para a Coca-Cola se recebesse uma percentagem sobre toda latinha de Pepsi vendida, ou se a Ford ganhasse um pouco sempre que um Toyota saísse da loja. A Microsoft está em uma posição em que, mesmo que perca mercado, continuará arrecadando.
Android e Chrome OS são considerados software open source, mas os litígios e os acordos de licenciamento como o que a LG teve de costurar mostram que o gratuito no mundo da tecnologia, por vezes, não sai de graça. Estima-se que a Microsoft tenha direito a 5 dólares sobre cada dispositivo Android comercializado.
"O acordo com a LG, junto com os dez anteriores firmados com fabricantes ligados ao Chrome OS e Android, o que inclui HTC, Samsung e Acer, significa que 70% de todos os smartphones da plataforma vendidos nos EUA estão sob nosso portfólio de patentes", afirmou Horacio Gutierrez, vice-presidente de propriedade intelectual da empresa.
A única grande companhia que ainda não assinou pacto com a Microsoft é a Motorola Mobility ? que pertence à Google desde o ano passado. Será uma grande vitória para a dona Windows se conseguir fazer com que a própria desenvolvedora do sistema tenha de pagar pro cada licença que distribui gratuitamente.
Fonte: http://computerworld.uol.com.br
por Daniel Paulino · 0

O YouTube, serviço de vídeos do Google, está transmitindo 4 bilhões de vídeos ao dia, uma alta de 25% nos últimos oito meses, de acordo com a companhia.
O salto no número de vídeos assistidos surge no momento em que o Google começa a oferecer o YouTube fora do computador, com versões do site que funcionam em televisores e em celulares inteligentes, e acompanha o esforço da companhia para oferecer mais conteúdo de qualidade profissional no serviço.
De acordo com o Google, agora 60 horas vídeo são enviadas para o YouTube a cada minuto, ante 48 horas por minuto em maio.
O YouTube, adquirido pelo Google por US$ 1,65 bilhão em 2006, representa uma das principais oportunidades de criação de novas fontes de receita para a companhia, fora de seu tradicional segmento de anúncios vinculados a resultados de busca.
Na semana passada, o Google informou que suas vendas de publicidade on-line convencional -boa parte da qual exibida ao lado de vídeos do YouTube- estavam gerando US$ 5 bilhões em base anualizada.
Ainda assim, a maioria dos 4 bilhões de vídeos que o YouTube exibe a cada dia hoje não gera faturamento. De acordo com a companhia, 3 bilhões dos vídeos exibidos pelo YouTube a cada semana são monetizados.
O YouTube recentemente mudou o design de seu site para propiciar mais destaque a "canais" especializados, organizados em torno de tipos diferentes de conteúdo. Em outubro, a companhia anunciou ter fechado 100 acordos para a obtenção de conteúdo em vídeo original, junto a parceiros como Madonna e Jay-Z.
Fonte: http://www.g1.com.br
O salto no número de vídeos assistidos surge no momento em que o Google começa a oferecer o YouTube fora do computador, com versões do site que funcionam em televisores e em celulares inteligentes, e acompanha o esforço da companhia para oferecer mais conteúdo de qualidade profissional no serviço.
De acordo com o Google, agora 60 horas vídeo são enviadas para o YouTube a cada minuto, ante 48 horas por minuto em maio.
O YouTube, adquirido pelo Google por US$ 1,65 bilhão em 2006, representa uma das principais oportunidades de criação de novas fontes de receita para a companhia, fora de seu tradicional segmento de anúncios vinculados a resultados de busca.
Na semana passada, o Google informou que suas vendas de publicidade on-line convencional -boa parte da qual exibida ao lado de vídeos do YouTube- estavam gerando US$ 5 bilhões em base anualizada.
Ainda assim, a maioria dos 4 bilhões de vídeos que o YouTube exibe a cada dia hoje não gera faturamento. De acordo com a companhia, 3 bilhões dos vídeos exibidos pelo YouTube a cada semana são monetizados.
O YouTube recentemente mudou o design de seu site para propiciar mais destaque a "canais" especializados, organizados em torno de tipos diferentes de conteúdo. Em outubro, a companhia anunciou ter fechado 100 acordos para a obtenção de conteúdo em vídeo original, junto a parceiros como Madonna e Jay-Z.
Fonte: http://www.g1.com.br
por Daniel Paulino · 0

Um novo estudo feito pela empresa de segurança de redes Palo Alto Networks mostra um crescimento "explosivo" do uso dos sites de relacionamento no ambiente de trabalho, registrando um crescimento de 300% no uso das mídias sociais no segundo semestre de 2011, em comparação ao mesmo período em 2010.
O uso do Twitter, em particular, mostrou um dramático aumento de popularidade no ambiente corporativo, crescendo mais 700% na comparação ano a ano.
Os funcionários também estão migrando para outras redes sociais. Desde outubro de 2010, o consumo de banda para publicações em sites de relacionamento, aplicativos de Facebook e outros plug-ins sociais saltaram significativamente. Quando mensurada a porcentagem total de rede usada para acessar redes sociais, foi registrado um aumento de 5% em outubro de 2010 para 25% em dezembro de 2011, revelou o estudo.
O compartilhamento de arquivos via navegador também aumentou. Sites de compartilhamento de arquivos apareceram nas redes de 92% das organizações que participaram da pesquisa.
Riscos de segurança
Os aplicativos de navegador para o compartilhamento aquivos têm a habilidade evitar os métodos de detecção, o que significa que muitas vezes são usados em redes corporativas sem serem identificados, uma situação que representa risco de segurança para empresas, informou o estudo.
O Relatório de Uso e Risco de Aplicativos da Palo Alto Networks analisou o tráfego de aplicativos em mais de 1.600 companhias entre abril e novembro de 2011.
Fonte: http://computerworld.uol.com.br
O uso do Twitter, em particular, mostrou um dramático aumento de popularidade no ambiente corporativo, crescendo mais 700% na comparação ano a ano.
Os funcionários também estão migrando para outras redes sociais. Desde outubro de 2010, o consumo de banda para publicações em sites de relacionamento, aplicativos de Facebook e outros plug-ins sociais saltaram significativamente. Quando mensurada a porcentagem total de rede usada para acessar redes sociais, foi registrado um aumento de 5% em outubro de 2010 para 25% em dezembro de 2011, revelou o estudo.
O compartilhamento de arquivos via navegador também aumentou. Sites de compartilhamento de arquivos apareceram nas redes de 92% das organizações que participaram da pesquisa.
Riscos de segurança
Os aplicativos de navegador para o compartilhamento aquivos têm a habilidade evitar os métodos de detecção, o que significa que muitas vezes são usados em redes corporativas sem serem identificados, uma situação que representa risco de segurança para empresas, informou o estudo.
O Relatório de Uso e Risco de Aplicativos da Palo Alto Networks analisou o tráfego de aplicativos em mais de 1.600 companhias entre abril e novembro de 2011.
Fonte: http://computerworld.uol.com.br
por Daniel Paulino · 0

Mas o sucesso da companhia ? com aparelhos líderes de mercado como o iPad e o iPhone 4S, dotado de comando de voz ? está atraindo rivais, que oferecem produtos a preços mais baixos.
O sistema operacional Android, que o Google lançou alguns anos atrás mirando o dispendioso Apple iOS, continua a atrair fabricantes de celulares. O Kindle Fire, da Amazon, cujo preço é 50% menor que o do iPad, deve ter conquistado espaço no setor de preços mais baixos do mercado de tablet.
Muitos em Wall Street, apostando que iPads e iPhones 4G e o serviço iTV voltarão a lotar as lojas da companhia, está apostando que as ações subirão para a casa dos US$ 700, o que leva alguns observadores a questionar a sustentabilidade do ritmo escaldante de crescimento mantido pela Apple.
A Apple elevou em US$ 43 bilhões o seu faturamento no ano fiscal de 2011, para US$ 108,25 bilhões, 65% acima do resultado do ano anterior.
Barry Jaruzelski, especialista em produtos eletrônicos de consumo e sócio da consultoria Booz & Co., disse que sustentar esse ritmo requereria o equivalente a criar uma nova companhia digna do ranking Fortune 500 a cada ano.
"Você se torna vítima de seu sucesso", disse. "Será que os produtos existentes podem propiciar crescimento dessa ordem, ou você terá de criar uma nova categoria de produto que gere US$ 10 bilhões a US$ 20 bilhões em vendas? Esse é o desafio", disse.
Quando a Apple reportar resultados, em 24 de janeiro, muitos investidores estarão pela primeira vez em busca de fendas em sua armadura, especialmente porque, no trimestre de outubro, a empresa ficou abaixo de suas projeções pela primeira vez desde 2004.
"O risco é quanto à sustentabilidade conseguindo", disse Brian Marshall, analista do ISI Group. "Eles projetaram números altos, e a questão é determinar se conseguirão continuar ampexistente de produtos e a esse nível de preço".
O medo é que o número de pessoas capacusto de um iPad ou iPhone esteja se reduzindo, acrescentou.
Fonte: http://www.g1.com.br
por Daniel Paulino · 0

A Telefônica|Vivo iniciou a oferta de internet popular na tecnologia fixa, nos termos do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), para mais 71 municípios no Estado de São Paulo. Com as 229 cidades que já vinham sendo atendidas, a operadora passa a prestar o serviço para 300 praças no interior paulista.
Em 30 de junho de 2011, a Telefônica|Vivo firmou termo de compromisso com o governo federal, nas condições previstas no PNBL, para ofertar banda larga popular em 622 municípios do Estado de São Paulo, até o primeiro semestre de 2014.
A opção pelo acesso via rede fixa, por 29,80 reais, é combinada com linha fixa, como previsto na parceria fechada com o governo federal, com mensalidade total de até 65 reais.
A Telefônica|Vivo já ofertava banda larga móvel nos municípios brasileiros onde está presente a rede 3G Vivo, por 29,90 reais. Atualmente, a cobertura de 3G da empresa atende a mais de 2,5 mil cidades brasileiras.
Segundo a operadora, até início de dezembro de 2011, o serviço de banda larga popular alcançou 1 milhão de clientes. O serviço abrange os usuários que possuem planos com mensalidades nos patamares de preço indicados pelo PNBL (até 35 reais para estados em que não há isenção de impostos e até 29,90 reais onde existe desoneração fiscal) e os clientes do Plano de Banda Larga Popular do governo no estado de São Paulo, ao qual a Telefônica aderiu no início de 2010.
Fonte: http://computerworld.uol.com.br
Em 30 de junho de 2011, a Telefônica|Vivo firmou termo de compromisso com o governo federal, nas condições previstas no PNBL, para ofertar banda larga popular em 622 municípios do Estado de São Paulo, até o primeiro semestre de 2014.
A opção pelo acesso via rede fixa, por 29,80 reais, é combinada com linha fixa, como previsto na parceria fechada com o governo federal, com mensalidade total de até 65 reais.
A Telefônica|Vivo já ofertava banda larga móvel nos municípios brasileiros onde está presente a rede 3G Vivo, por 29,90 reais. Atualmente, a cobertura de 3G da empresa atende a mais de 2,5 mil cidades brasileiras.
Segundo a operadora, até início de dezembro de 2011, o serviço de banda larga popular alcançou 1 milhão de clientes. O serviço abrange os usuários que possuem planos com mensalidades nos patamares de preço indicados pelo PNBL (até 35 reais para estados em que não há isenção de impostos e até 29,90 reais onde existe desoneração fiscal) e os clientes do Plano de Banda Larga Popular do governo no estado de São Paulo, ao qual a Telefônica aderiu no início de 2010.
Fonte: http://computerworld.uol.com.br
por Daniel Paulino · 0

Autor: Caio Lauer
O segmento de Tecnologia da Informação não para de crescer. Das grandes multinacionais a pequenas empresas, a presença dos atuantes na área é cada vez mais requisitada. A economia mais sólida do Brasil nos tornou uma nação emergente e profissionais de TI ganham evidência no mundo. Este cenário faz com que a demanda de especialistas brasileiros no exterior aumente a cada dia.
Uma pesquisa realizada pela Impacta Tecnologia junto a 150 grandes empresas dos setores de Infraestrutura, Informática, Finanças, Indústria e Comércio, detectou que 37% das organizações consultadas perderam pelo menos 20 funcionários para empresas estrangeiras nos últimos anos.
Mas o que leva o profissional brasileiro a querer trabalhar fora? O currículo deste profissional fica mais valorizado no mercado, dentro e fora do país. Existe também o componente emocional que é a realização de trabalhar no exterior. Almejar o desenvolvimento das atividades em outro território não é único dos profissionais de TI, porém, o cenário atual para que isto aconteça é mais favorável do que para outras áreas de atuação. “Mesmo com as empresas brasileiras oferecendo salários cada vez melhores, atuar fora é vantajoso pela experiência profissional e de vida que o indivíduo irá ter. Então, quando voltar do exterior, mesmo que tenha a mesma bagagem técnica do que o profissional que continuou trabalhando no Brasil, será muito mais valorizado por se entender que atuar no exterior o deixou melhor preparado”, opina Marcelo Ribeiro, diretor de Tecnologia da Informação da Catho Online.
O método de gestão de um projeto nos Estados Unidos é bem distinto de um existente no México, por exemplo. Trabalhar em diferentes situações agrega ao perfil profissional, e estimula a flexibilidade para as atividades rotineiras. Para Ribeiro, o profissional brasileiro tem mais garra em enfrentar desafios e busca solucioná-los com iniciativa, se envolvendo em processos que teoricamente a sua função não exigiria, sempre com postura positiva para resolver.
O avanço do mercado nacional possibilitou que os profissionais se desenvolvessem com mais afinco. O crescimento interno passou a exigir pessoas melhor qualificadas e, desta forma, fez com que buscassem especialização. “Existem muitos projetos no mercado mundial que são direcionados para serem executados em solo brasileiro. Isto também faz com que os profissionais daqui sejam mais valorizados perante a concorrência e ganhem destaque no segmento”, conta Fábio Sá, sócio-diretor da I9 Tecnologia e Inovação Empresarial. Ainda para Sá, hoje, o Brasil tem boas instituições de ensino que fazem frente às de grandes potências como EUA e países europeus.
O idioma, assim como em outras áreas, é um desafio para a área de TI. O domínio do inglês e do espanhol, apesar dos requisitos do segmento, ainda não é algo tão fácil de encontrar. A dificuldade na língua estrangeira pode ser considerada uma barreira de crescimento. Uma grande tendência é que as instituições de ensino fixem aulas desta natureza em suas grades curriculares para suprir esta necessidade. “Buscamos pessoas que têm fluência em pelo menos um dos dois idiomas, mas também capacitamos nossos colaboradores com aulas particulares”, comenta Fábio.
Uma pesquisa realizada pela Impacta Tecnologia junto a 150 grandes empresas dos setores de Infraestrutura, Informática, Finanças, Indústria e Comércio, detectou que 37% das organizações consultadas perderam pelo menos 20 funcionários para empresas estrangeiras nos últimos anos.
Mas o que leva o profissional brasileiro a querer trabalhar fora? O currículo deste profissional fica mais valorizado no mercado, dentro e fora do país. Existe também o componente emocional que é a realização de trabalhar no exterior. Almejar o desenvolvimento das atividades em outro território não é único dos profissionais de TI, porém, o cenário atual para que isto aconteça é mais favorável do que para outras áreas de atuação. “Mesmo com as empresas brasileiras oferecendo salários cada vez melhores, atuar fora é vantajoso pela experiência profissional e de vida que o indivíduo irá ter. Então, quando voltar do exterior, mesmo que tenha a mesma bagagem técnica do que o profissional que continuou trabalhando no Brasil, será muito mais valorizado por se entender que atuar no exterior o deixou melhor preparado”, opina Marcelo Ribeiro, diretor de Tecnologia da Informação da Catho Online.
O método de gestão de um projeto nos Estados Unidos é bem distinto de um existente no México, por exemplo. Trabalhar em diferentes situações agrega ao perfil profissional, e estimula a flexibilidade para as atividades rotineiras. Para Ribeiro, o profissional brasileiro tem mais garra em enfrentar desafios e busca solucioná-los com iniciativa, se envolvendo em processos que teoricamente a sua função não exigiria, sempre com postura positiva para resolver.
O avanço do mercado nacional possibilitou que os profissionais se desenvolvessem com mais afinco. O crescimento interno passou a exigir pessoas melhor qualificadas e, desta forma, fez com que buscassem especialização. “Existem muitos projetos no mercado mundial que são direcionados para serem executados em solo brasileiro. Isto também faz com que os profissionais daqui sejam mais valorizados perante a concorrência e ganhem destaque no segmento”, conta Fábio Sá, sócio-diretor da I9 Tecnologia e Inovação Empresarial. Ainda para Sá, hoje, o Brasil tem boas instituições de ensino que fazem frente às de grandes potências como EUA e países europeus.
O idioma, assim como em outras áreas, é um desafio para a área de TI. O domínio do inglês e do espanhol, apesar dos requisitos do segmento, ainda não é algo tão fácil de encontrar. A dificuldade na língua estrangeira pode ser considerada uma barreira de crescimento. Uma grande tendência é que as instituições de ensino fixem aulas desta natureza em suas grades curriculares para suprir esta necessidade. “Buscamos pessoas que têm fluência em pelo menos um dos dois idiomas, mas também capacitamos nossos colaboradores com aulas particulares”, comenta Fábio.
Retenção de talentos
Com este fenômeno, a grande preocupação das empresas do setor é apresentar uma realidade equivalente, ou melhor, para que estes profissionais permaneçam em solo brasileiro. “Há pouco tempo perdemos uma profissional para o mercado americano. Ela se encantou com o que viu e acabou se instalando por lá”, relata Fábio.
Para ele, uma das maneiras de reter esses talentos é fazer com que o mesmo atrativo que buscam em outros países, seja encontrado no Brasil. “É mostrar que os projetos nativos são tão desafiadores e grandes quanto os de fora. É preciso executar um trabalho forte de motivação”, completa.
Fonte: O profissional brasileiro de TI no exterior | Portal Carreira & Sucesso
por Daniel Paulino · 0

Ao ano que se vai, desejo que leve consigo tudo que perdeu o brilho, a ele, dou meu adeus de despedida…
Ao ano que vem, chegando de mansinho, desejo a luz do sorriso
na face do irmão, do amigo…
Que seja um tempo de colheita, que a mesa seja farta, a felicidade concebida na fé fortalecida, para que a alma cansada possa fluir em pura alegria, afastando a tristeza, encantando os novos dias.
Que o amor reine soberano, não como sentimento passageiro, mas como sublime canto que transforma o ser humano, em um eterno mensageiro de mágicos encantos.
Aos nossos que partiram, que celebrem a “nova vida” na Casa da Eternidade, aos que estão ao nosso lado ou atrás desta tela mágica,
que vivam este novo momento com respeito, carinho e fraternidade.
Que o novo agora, seja uma boa hora de esquecer ofensas, ser humilde o suficiente para pedir perdão, tendo assim a recompensa
de ser perdoado!
Que este novo ano seja abençoado!
por Daniel Paulino · 0
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